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O Ouriço

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Queres ser presidente da república ou primeiro-ministro? Então deixa que uma estação de tv te venda como um yogurte no supermercado e o céu é o limite.

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Geringonça á brasileira?

Artur de Oliveira 29 Mar 16

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Pelos vistos lá vai o Temer fazer uma geringonça (contraction em inglês) a la António Costa com a direita e talvez não só, agora geringonça está na moda, embora seja comum nos países nórdicos hà anos, mas inédita nos países latinos. Veremos no que isto vai dar...Seja como for, é o início do fim dos império petista. Uma coisa é certa, nada disto parece uma conspiração made in USA, mas modelo europeu desenvolvido. Aguardemos os desenvolvimentos

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A próxima vítima?

Artur de Oliveira 24 Mar 16

Será que o ISIS vai atacar (a bola de) Berlim?

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Fonte: Facebook

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A queda do neoliberalismo made in Portugal

Artur de Oliveira 24 Mar 16

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Após o chumbo do XX Governo Constitucional (e II Neoliberal Troikano-Merkelista) pela aliança geringonciana, Paulo Portas arrumou as botas e actualmente, a sua sucessora, Assunção Cristas não descarta aliar-se estrategicamente ao PS num futuro próximo, mas Passos Coelho mantém-se irredutível na defesa da banca zeinalbaviana. A atitude de PPC ser sempre do contra é algo muito fácil; aliás, creio que essa táctica já passou de moda desde os tempos da contra-cultura até nos alunos da instrução primária. O nosso desquerido líder da oposição até já levou um puxão de orelhas do presidente da república, que já lhe deu a entender que a banca nacional deve ser preservada (tal como a matriz social democrata do partido de ambos?????????). Nuno Morais Sarmento numa entrevista recente deu a entender que o prazo de validade do modelo liberal incarnado em PPC não é mais valia para o PSD.

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António Costa afirmou: "Por cada atentado que ocorre, há dezenas que não ocorreram". É caso para dizer que se o meu bisavô tivesse rodas, era um camião...

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Não me admirava se isso acontecesse

Artur de Oliveira 20 Mar 16

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E entretanto, o amigo de Sócrates tem novo hino. Ide ouvir...

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Haverão mesmo diferenças?

Artur de Oliveira 17 Mar 16

António Costa até fez um bom trabalho em obliterar a PAF elitista merkeliana, mas a questão que se põe é esta: será que ele daria a mão a José Sócrates, se tivesse ganho as eleições com maioria absoluta, não tendo que depender do BE e do PCP para governar? Uma coisa é certa, António Costa denota maior maturidade política e mais coragem que Dilma Rousseff. No entanto, não se trata aqui de especulação, trata-se de tentar analisar o perfil do nosso PM. Isto porque é sabido que José Sócrates apoiou incondicionalmente a queda de António José Seguro e a ascenção de Costa (que ganhou as primárias do PS em circunstâncias pouco claras como nos relata o livro Os Predadores do jornalista Vítor Matos) , chegando até a pedir a benção de Lula ao seu "campeão". Certo é que os cidadãos devem estar atentos, informados e nunca descurar a vigilância, em nome da democracia e do bem comum.

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Efeito Lularang

Artur de Oliveira 16 Mar 16

Observação: António Costa, nem sonhes fazer o mesmo que a Dilma. Os cidadãos agradecem

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Marcelo e as Religiões

Mendo Henriques 16 Mar 16

Mendo Henriques

Nos três dias de tomada de posse do nosso quinto Presidente da República da democracia portuguesa “Houve uma coisa simplesmente bela…” como diz o poeta.

Foi quando na tarde do dia 9, após a tomada de posse na Assembleia da República, Marcelo Rebelo de Sousa participou numa cerimónia inter-religiosa na Mesquita Central de Lisboa.

Aí destacou a “consagração da liberdade religiosa, que supõe a liberdade de não crer”. E o que mais disse sobre diálogo, entendimento e compreensão recíproca, sem negar diferenças, mostra que acredita numa coisa: confissão religiosa e ausência de religião são para serem partilhadas no espaço público e não só em espaços privados.

Mas onde está o benefício destas boas palavras? Esse é que é o ponto. Como é que o novo presidente enfrentou aquele preguiçoso anti-clericalismo português que se manifesta desde os tempos homéricos de Camilo, Eça, Brandão e Aquilino até à maldição hodierna sobre “as religiões” como provocadoras de guerra?

 

Por que razão religião e irreligião são importantes para a comunidade?

Multiplaexposição de Marcelo Rebelo de Sousa, antigo presidente do PSD, discursa durante a apresentação da sua candidatura à Presidência da República, na Biblioteca Municipal de Celorico de Basto, 9 de outubro de 2015.JOSÉ COELHO/LUSA

Marcelo quis mostrar que, como sociedade, estamos a virar uma página porque aprendemos a olhar para os outros sem os querer reduzir a nós. Ecumenismo é aproximação entre as Igrejas cristãs para ultrapassar divisões. Diálogo inter-religioso é relação das Igrejas com as outras religiões e com os que não têm nenhuma.

Aparte estas distinções, Marcelo apelou a “que os próximos cinco anos sejam vividos sob o signo da mesma paz, justiça e fraternidade” evocados pela reunião.

Na celebração inter-religiosa estiveram em pé de igualdade as várias confissões cristãs – católicos, evangélicos, adventistas e outros – seja qual for a sua expressão e peso em Portugal – e muçulmanos, judeus e budistas. Na realidade, quase duas dezenas de Igrejas e os sem religião nenhuma, ateus “graças a Deus”. Em pé de igualdade, por que o Estado é só um.

Podem ser várias as leituras políticas desta cerimónia. Uma delas é que o novo Presidente da República não quer que os refugiados muçulmanos do Médio Oriente que têm chegado à Europa sejam “os novos judeus”, alvos de perseguições.

Também é bastante claro que apela contra os ataques terroristas na Europa e no mundo. Até se pode pensar que a sua mente florentina e criativa escolheu um templo muçulmano para dar uma mensagem cristã.

Tudo bem. Mas isso fica em segundo plano face às palavras “breves, mas sentidas” de Marcelo de que “Portugal deve muita da sua grandeza secular ao seu espírito ecuménico.”

Essa é a coisa simplesmente bela: ter religião ou não ter religião não é assunto para ser tratado de modo clandestino: é para ser partilhado na praça pública.

Divisões, já temos que baste no nosso país.

 

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República Feudal

Artur de Oliveira 13 Mar 16

A cidadania é quem mais ordena, mais um Chefe de Estado independente dos partidos....

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