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O Ouriço

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Poesia que pica IX

Artur de Oliveira 24 Jun 13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E porque já começou o Verão a sério, aqui vai um poema da autoria de Pedro Moura Azevedo, autor do blog Poetrus. O poema tem direito a banda sonora e tudo.

 

Bom verão aos colegas de blog e aos leitores do Ouriço.

 

 

No fundo da memória


No fundo da memória
Havia restos dum amor.
Alguns sorrisos
Muita raiva
E imensas lágrimas por chorar.
Era triste
no fundo da memória.
Foi então que matei o tempo.
A memória acesa de dor
Tornou-se fluida
E reinventou-se
nua
Numa praia.
qualquer praia.
Frescura
De  sentir que era
À uma
borboleta e flor.



Pedro Moura

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