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O Ouriço

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Guia em ecoturismo

Jack Soifer 2 Ago 13









 


Portugal está entre os países europeus com maior diversidade em aves. Umas são observadas por todo o país, outras só em algumas regiões. Algumas só passam por cá a caminho de África, no Outono, e de volta, na Primavera. Há milhões de norte-europeus interessados. São fotógrafos, artistas, profissionais e professores de botânica, biologia e zoologia, caçadores, ambientalistas, montanhistas, etc.


As aves ajudam a polinizar flores e, por isso, são também o foco de botânicos e biólogos. Caçadores interpretam o canto de pássaros para procurarem a caça. Montanhistas experientes vêem no padrão do voo ou canto possíveis mudanças no tempo.
Eles estão em associações e têm um site na Internet. É a via de se chegar àqueles que os influenciam, para divulgar os atractivos do seu destino, do seu concelho.
Há, na Sociedade Portuguesa de Estudo das Aves (SPEA), quem lhe indique sócios influentes na sua região. Convide-os para conhecer o seu sítio. Se eles gostarem, elabore planos para atrair colegas de outros países. Se eles não conhecem associações no exterior, poderão indicar websites.


A maioria das aves desperta a nossa atenção ao amanhecer e ao final da tarde. É quando procuram alimento, cantam e voam. Você precisará de muitas semanas para procurar onde os pássaros estão e em que horários. São vistos perto de água, em regiões húmidas ou muito floridas, onde há alimento. Durante a nidificação, são mais atraentes, mas mais sensíveis.
É na Primavera que as aves cantam mais e mostram a mais linda plumagem. O macho mostra a dança mais ousada, o trinar mais harmónico, para atrair a fêmea. É isso que o birdwatcher quer ver, ouvir, fotografar, filmar, e se encantar. Não é ver aves paradas no galho.

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