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O Ouriço

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A subserviência da III República

Artur de Oliveira 8 Out 13
























Temos que negociar com Angola de igual para igual e quem diz Angola, diz os outros países, pois não podemos ser machetistas. Temos história, bons gestores, produtos e empresas inovadores, logo é bom que se acabe de uma vez com o lambe-botismo, mas isso seria pedir muito de governantes que pouco tempo após a implantação da república envolveram Portugal na I Guerra Mundial para agradar às potências com a mesma atitude que um dono de café provinciano perante clientes com elevado poder de compra. Volvidos 103 anos, a III República envolve os cidadãos na guerra mundial dos mercados financeiros e interesses plutocraticos sacrificando salários, pensões, subsídios com cortes e impostos por imposição de uma hidra de 3 cabeças chamada Troika (cujas mesmas cabeças se degladiam entre si numa guerra por quem quer sair a mais inocente na fotografia após o modelo da austeridade violenta ter falhado). O que falta aos nossos governantes é coragem e capacidade negocial para defender outro modelo de austeridade para Portugal que não lese ainda mais seu povo (que está sereno até agora), mas isso significaria lesar os interesses das oligarquias domésticas constituídas por políticos e certos grupos financeiros seus clientes. De ano para ano, o regime apodrece, mas teima em não morrer e dar lugar a uma democracia moderna. Há esperança, sim. Sociedade civil activa, mas não apenas no facebook e que os militantes dos partidos provenientes de uma cidadania responsável comecem a lutar para os mudar por dentro. Não se trata só de orgulho por sermos portugueses, é uma questão de dignidade que todos os países merecem.

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