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O Ouriço

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O nada admirável novo mundo

Helder Luis 21 Ago 14

...e é este o nada admirável mundo em que vivemos

 

Ainda que em alguns dos casos a causa seja boa, poderia ser feita de outro modo

 

 

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Tratado sobre a Fome no Futuro

Jack Soifer 30 Jan 13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Acabo de ler o livro LA HAMBRE QUE VIENE - La crisis alimentaria,do investigador e articulista americano Paul Roberts.

Após um trabalho feito por uma grande equipa em três anos, ele aponta para centenas de investigacões de organismos e instituições como a FDA (Food and Drug Administration) norte-americana e a Secretaria de Agricultura dos EUA, FAO( Food and Agriculture Organization) da ONU, etc, a mostrar os megaproblemas que teremos com a alimentacão em 2030.

 

Parece distante, mas quem hoje tem 23 anos, tera entao 40, os de 33 anos terão 50 anos.


As 660 pag. resumem muito bem meio milhar de artigos e livros de equipas de investigadores a mostrar que os problemas ambientais, a
ambição de umas pouco mega-dealers de cereais, carnes, etc do setor alimentar, todo ele dominado por carteis, está a nos levar-mos
para a fome generalizada e um brutal desperdicio de recursos não renováveis, como os combustíveis fósseis.


As próximas guerras (se é que a do Iraque e a da Siria ja não o são) serão mais por causa da água,  do que devido ao petróleo.

Quando o barril do crude chegar a 200 dolares, ja no proximo ano, os custos da alimentacao aumentarão, mas com os preços congelados, fixados por governos fracos, sob o comando da Cargill, Dreyfus, etc ou por elas, tornarao a produção escassa ao mesmo tempo que a procura
aumentará, especialmente nos BRICS, Brasil, Russia, India, China e Africa do Sul.


Roberts tambem questiona a atual chamada 'democracia'  tal como muitos membros do IDP (Instituto da Democracia Portuguesa)   fizeram no seu livro PLANO C, para além dos seminários e eventos que têm organizado estes últimos anos.

 

Recomendo a leitura deste verdadeiro TRATADO SOBRE A FOME DO FUTURO, com uma inusitada mistura de resultados tecnológicos fracassados com a aplicação da manipulacão genética, de acordos sobre o controlo de pesticidas danosos, da poluicao etc, com a de medições econométricas dos efeitos de diversas politicas publicas possiveis, mas hoje desprezadas por governos cada vez mais manipulados e empenhados na
desinformação publicitada em 'sérios' jornais e operadoras de televisao, telecomunicações e até no facebook.

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Isto a ser verdade é gravíssimo, porque a água é um recurso natural que pertence aos habitantes dos territórios onde esta está disponível e não a consórcios ou empresas privadas que comercializarão ao preço que bem entenderem. Haja limites para tanto capitalismo selvagem e os políticos europeus jamais podem permitir que tal aconteça, pois estão eles nos orgãos da UE para servir as suas populações ou as suas corporações?

 

 

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Méritos & Créditos Alardo(s)

Faust Von Goethe 15 Abr 12

 

A economia portuguesa é uma economia essencialmente assente no estado, pelo que sem investimento por parte deste,muito dificilmente alguém o fará pois grande parte dos empresários não possui capitais próprios para investir, e os que os têm, não o investem.

 

Com o recurso excessivo ao crédito, os custos de produção aumentaram nos últimos anos de forma significativa. Veja-se o caso de Sousa Cintra. Lançou as suas fábricas de água e cerveja aqui e no Brasil. Tudo faliu, algumas antes de iniciarem a actividade. Por mais surpreendente que pareça, as perdas em termos de capitais próprios foi nula. No entanto, muito desse dinheiro estamos a pagá-lo com créditos não recepuráveis da Caixa [Geral de Depósitos]. Percebe-se agora que o o único risco do investimento passava essencialmente por ganhar e enriquecer. 

 

Infelizmente estamos agora a ter o reverso da medalha. Não existe ninguém [a nível internacional] que queira custos acrescidos de investimento, a menos que haja algumas boas contrapartidas. No entanto, os únicos recursos seriam turismo e no mar. O primeiro é maltratado e o segundo foi abandonado, muito em parte devido às políticas da união europeia, mas acima de tudo devido ao nosso conformismo.

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As águas de Portugal não são da "Águas de Portugal" e pertencem aos portugueses e não a privados mesmo que de forma pomposa se aventurem a chamar à empresa "Águas de Portugal". A sua gestão é de extrema importância para o país, em especial no que toca à segurança interna deste, pois através delas pode sempre surgir gente sinistra e mal intencionada, pode chegar ao desplante de as envenenar.

 

Antes de as águas dos portugueses serem geridas pela "Águas de Portugal", bebia-se água pela torneira. Agora quase se vomita ao fim de fazê-lo durante alguns dias. As águas devem retornar à supervisão das autarquias, e serviços que não devem ser pagos não se pagam.

 

Ao invés de andar a discutir de forma pomposa os aumentos dos preço das águas, o ministério do ambiente deveria era estar a assegurar que a água dos fontanários, deixasse de ser imprópria para consumo, como acontecia antes de existir a "Águas de Portugal".

 

PS: Imagem retirada daqui

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