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O Ouriço

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Revolução Industrial 2013

Patrícia Vieira 17 Jun 13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Seria bom que existisse um Portal Interactivo do Governo para os cidadãos, do género facebook, visto que  a importância das redes sociais é  maior e cada vez mais uma realidade, por vezes, assustadora. Foi pelo facebook que revoluções se iniciaram e regimes corruptos cairam recentemente mas acredito que tambem possa unir as pessoas e os seus governantes e dar a oportunidade aos portugueses de interagir mais e melhor e tornarem-se membros mais activos na governação.

Constacta-se que os portugueses reclamam demasiado mas pouco participam nas eleicoes e na vida politica activa do Pais.

Esquecendo muitas vezes da opressao que sofremos no passado e o quanto importante e o facto de hoje podermos ter a liberdade de falar abertamente sem, na maioria dos casos, sem censura!

 

Acho que uma maneira que do nosso país  combater a crise que se vive por este mundo fora, residee no uso correcto dos recursos do governo.

Eu ja nao tenho ilusões de juventude, os lobbies para os boys vao sempre existir, mas pode-se criar uma serie de mudanças, por exemplo nos subsídios de desemprego e nos pacotes de incentivo das empresas.

A  tão polemica lei do trabalho que gerou tanta confusão entre os partidos mais á esquerda e os mais liberais de direita sem dúvida é uma mais valia para as empresas poderem ter a flexibilidade necessaria de, com estrategia e honestidade, conseguirem manter-se no negocio sem terem de  pagar indeminizações monstruosas por terem de despedir os empregados.

Eu vivo na Austrália e tenho empresa aqui, e estou na luta tambem para me manter em negocios todos os dias, e sei que podr vezes o volume de trabalho nao justoifica a presenca de determinado numero de empregados, e como tal, nessas fases tem de se reduzir o número  de trabalhadores para se manterem os custos a um nivel suportável. Os sindicatos nem sempre são realistas quando tentam defender os direitos dos trabalhadores.

No caso de Portugal, com empresas a fechar galopantemente e a reduzir-se o nível de produção e riqueza do Pais, seria uma boa iniciativa se o governo ao invés de estar a pagar o subsídio a um cidadao que vai estar inactivo por algum tempo e a perder competências, poderia pagar o subsidio mas o empregado manteria-se a trabalhar na mesma empresa como incentivo para a empresa e para a produção nacional.

Obviamente, estas situacoes teriam de ser monotorizadas regularmente e as empresas após mostrarem lucros compatíveis com as novas contratações de empregados, passariam a contractar o  tal empregado que nunca deixou de trabalhar nem de perder competências e portanto, passariam a contribuir para a produção nacional. A empresa teria assim uma ajuda do governo para poder competir com os seus niveis de produtividade quando antes estava perante o risco de insolvência e/ou prejuizos.

 

 

Se agirmos assim como sociedade poderemos e conseguiremos establecer Portugal d enovo como uma nova potencia.

Parece-me que os niveis de desemprego em Portugal sao demasiado elevado e parece-me que o governo ja gasta imenso com beneficios e subsídios que acabam por ser um investimento morto para o Pais, mas no entanto,  atraves da ideia acima transposta poderão  ser um investimento positivo para a produçãoo nacional e um incentivo para a nova revolução industrial portuguesa.

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2012-O Caleidoscópio da Crise.

Faust Von Goethe 31 Dez 12

Chegados ao final do ano civil, há que fazer um pequeno balanço sobre a crise do euro-só para não lhe chamar algo pior.

Findado que está este ano, penso que estaremos todos de acordo num ponto fulcral. Governantes e políticos, da direita à esquerda, comentadores e até economistas encartados, recorrem às decisões do tribunal constitucional para suportar ou para criticar as decisões fracturantes dos governos em exercício de funções. Foi assim em Portugal, quando o tribunal constitucional chumbou categoricamente a suspensão dos subsídios de férias; foi assim há dias quando o tribunal constitucional chumbou a taxação de impostos aos mais ricos. Na Alemanha, embora Merkel tenha sido no último ano implacável e irredutível na gestão da crise do euro, não ousou em desafiar o tribunal constitucional alemão. Aliás, só avançou para a criação do fundo de resgate a nível europeu a.k.a. FEEF (Fundo Europeu de Estabilidade Financeira) após a aprovação por parte do tribunal constitucional [alemão].

Embora a Europa viva actualmente um clima de aperto, onde os cidadãos europeus começam a reagir aos poucos, como um todo orgânico-ao ponto de se começarem a interessar vivamente pelo que estava a acontecer nos outros seus países-e embora 2012 tenha sido um ano marcado pela governação tecnocrática, as recentes eleições na europa provaram que a democracia, embora debilitada, ainda funciona. Foi assim na França, onde os franceses não perdoaram o facto de Sarko ter cedido aos caprichos de Merkel. Foi assim na Grécia, um país à beira da ingovernabilidade onde coabita um partido nazi em plena ascenção. E foi também assim em Itália, onde Monti-um verdadeiro tecnocrata no verdadeiro sentido da palavra- não conseguindo levar à avante a sua agenda política, acabou por se demitir, após a aprovação do orçamento de estado para 2013.

Deste ano de 2012 que amanhã finda às 12 badaladas, podemos extrair duas lições sucintas:

  • A carência e o desespero não são bons conselheiros;
  •  Os economistas que aconselham banqueiros e políticos não podem ignorar que acima deles existe um poder, que embora que não seja divino, está acima deles-o poder dos tribunais constitucionais.

No próximo ano será Itália que fará a Europa mexer. Ninguém sabe ainda o que fazer, tendo na mira um eventual regresso de Berlusconi e tendo um Monti que, embora enfraquecido, persiste em levar avante uma agenda austera e reformista. A janela que o liberalismo entreabriu no século XIX para a fomentação da democracia através do exercício parlamentar pode, em pleno século XXI, voltar a fechar-se caso os juízes alinhados politicamente ou dissidentes, usem o tribunal constitucional como panteão da democracia.

Para felicidade de alguns mas para a infelicidade de outros, 2013 será seguramente o ano da democracia constitucional. Em Portugal, embora a justiça esteja aparentemente estabilizada, ainda não encontrou as respostas adequadas e céleres para responder à crise da democracia.

 

Publicado também no blog Caleidoscópio.

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Viva a República! Viva o OE 2013!

Faust Von Goethe 15 Out 12

5 Outubro 1910

 



5 Outubro 2012 (nos paços do concelho da CML)

 

 

15 Outubro 2012 (o Cerco ao Parlamento)





 

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