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O Ouriço

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a bola e a união de facto

John Wolf 29 Abr 12

 

 

 

 

 

 

 

 

A crise económica tem vindo a afectar múltiplas dimensões da realidade. Não existirá nenhum sector imune aos seus efeitos e por isso não pode haver argumentos para isentar o futebol do flagelo económico. As balizas estão sujeitas a falências e falhanços numa base diária. Se as televisões abrem os seus jornais com o pranto principal da bola está tudo dito sobre o rumo do país. Numa lógica de contenção de custos, talvez não fosse má ideia reduzir o número de jogadores de uma equipa de futebol para 8 ou mesmo 7 jogadores. Os jogadores do União de Leiria inovaram, demonstraram como a gestão de meios pode ser feita. E se quisermos ser ousados, e nos servirmos da disciplina de remo como exemplo, o treinador da equipa, qual timoneiro com a boca no trombone, deveria correr ao lado dos jogadores incentivando-os e corrigindo detalhes de última hora. Os resultados saltarão à vista. Proponho ainda uma outra sugestão caso a FIFA me esteja a ouvir. O cartão vermelho é um desperdício. Ao expulsar-se do campo um operário valente, os níveis máximos de rendimento da equipa nunca serão alcançados. Caso haja justificação para excluir um jogador, proponho que o mesmo seja convidado a alinhar imediatamente na equipa adversária e que vista a camisola da outra equipa com o mesmo sentido de orgulho.

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