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O Ouriço

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Imaturidade levada ao extremo

Artur de Oliveira 17 Jan 12

 

 

O Expresso noticiou que a Associação Médica do Canadá defendeu no início desta semana que os médicos não deveriam revelar o sexo dos bebés antes dos sete meses e meio de gravidez, para evitar o aborto seletivo de crianças do sexo feminino. Devido ás facilidades em abortar nesse país e nos Estados Unidos, as comunidades chinesas e indianas( emigrantes de repúblicas emergentes) são quem mais recorre a essas medidas. Acho bem que a sociedade civil proteste e ajude o Estado a tentar civilizar as pessoas imaturas que nunca na vida deviam sequer ter concebido engravidar, que usam esse tipo práctica, apenas porque a criança no ventre não é do género que os pais desejam. Não sou a favor que o Estado faça de pápá e de mamã em relação a pessoas incivilizadas armadas em crianças caprichosas, mas para tudo hà limites. Por cá ainda não temos esse tipo de gente imatura, mas temos outros imaturos no regime hà muitos e muitos anos, que devido ás suas políticas erradas a nível económico, de uma política de natalidade quase inexistente e de um ordenamento do território ineficaz estão indirectamente a sacrificar meninas e meninos ainda por nascer. Deve a sociedade civil estar alerta quanto a isso, lançar o debate, protestar e não ter o medo de pôr o dedo na ferida. 

 

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