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O Ouriço

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Uma exposição a não perder

Artur de Oliveira 21 Fev 12

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Esta quinta-feira dia 23, Av. 5 de Outubro, 115 r/c ás 18:00

 

 

 

 

 

 
Das weite Land 2012 - "a alma é um vasto domínio" - arthur schnitzler

desenho - técnica mista - 100 x 70 cms


 


Eva Thaler-Szulyovszky, natural da cidade de Graz, Áustria, Mestre em Arquitectura pela Universität für Angewandte Kunst, Viena 1996, na masterclass do Prof. Wilhelm Holzbauer. Desde 1988 que as suas obras fazem parte de colecções privadas na Áustria, Austrália, Bélgica, França e Portugal. Reside em Portugal desde 1997. A exposição Insight-Out em 2007 constituiu a sua primeira exposição individual em Portugal. Em 2008 expôs na Galeria da Delegação Económica e Comercial de Macau em Lisboa a que regressa agora com uma colecção de desenhos.

DAS WEITE LAND 2012

A alma é um vasto domínio.

A vista do espaço descreve linhas que se concorrem sem sujeitar. A visão que deixa de o ser, recorda o que cessou ou sobeja, num paralelo imperfeito entre uma coisa e outra, ou o inverso, na aura celeste, quando nos transcendemos nessa impossibilidade, que raramente acontece.
Quando temos visões, desencadeamos um processo de busca da explicação, da razão que nos satisfaça, ou esperamos o sinal inequívoco para nos convencer de que somos nós diante de outra dimensão, de outro ser, de mais um ser. Esse mistério deve enclausurar-se para eternizar alusões que não se esgotam na técnica, seja mista ou singela. Se no encantamento do inexplicável, que por vezes se pressente, nos servimos do traço para compor a mensagem parca, rendemos homenagem áquilo que almejamos, mas que nunca nos preencherá. São resquícios, manchas corrediças num lance interno que ocorre na alma.
A obra de Eva Thaler-Szulyovszky sugere a amplitude do génesis, o contraste entre o toldado pela imaginação e o rasgo desenhado sobre o espectro, o rasto de um cosmos inteiro, fragmentado pela natureza, pela percepção humana. São esboços fugazes, agarrados numa ascendência que percorre a temporalidade, sempre relativa, continuamente equivalente a si.

 

 

John Wolf

 

 

 

 

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