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O Ouriço

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Puxa vida, dizia o Pato Donald!

Mendo Henriques 5 Mar 12

 

 

 

À esquerda a América, à direita a Europa ... O fotógrafo britânico Alexander Mustard em mergulho na Islândia, na região entre as placas tectónicas da América do Norte e da Eurásia. Na imagem, o Nes Canyon, um dos canhões formados entre as duas placas. Um bocado vivo da paleohistória do nosso planeta depois da Pangeia.

 

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Reaganomics

Faust Von Goethe 5 Fev 12

No artigo deste fim-de-semana da revista Business Week da Bloomberg, foi feita uma comparação entre as políticas económicas de Reagan e Obama. Este estudo apresentado teve como mote as recentes declarações por parte dos críticos de Obama, que insistiram que ele deveria adoptar as políticas económicas de Reagan, com o argumento que ambos enfrentaram a maior recessão desde a grande depressão. 

Como irão constatar pelos números, as expectativas para o lado de Obama não são as mais optimistas, quando comparado com as expectativas de Reagan. Uma das grandes razões apresentadas prende-se com o facto das famílias americanas estarem actualmente bastante mais endividadas do que na era Reagan, razão pela qual não poderão servir de motor para o crescimento económico como o foram no passado.

(No terceiro trimestre de 2011, a dívida das famílias foi de 86 por cento do PIB, em comparação com 47 por cento no terceiro trimestre de 1983.)

 

Boas leituras e um óptimo domingo.

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A política de novo

Francisco Cunha Rêgo 31 Jan 12

Estamos ainda em tempo de tranformação mundial e de crise da Europa, e não do Euro, a qual ainda não 'começou a acabar'. Politicamente não sabemos como ela vai ficar e económicamente, em Portugal, a produção e o consumo não prometem PIB decente para pedir emprestado dinheiro que se veja.

No meio de tanta informação económico-financeira, o que me salta à vista são factos políticos: a afirmação de novas potências como Brasil e Turquia; os efeitos das revoltas àrabes; a afirmação da China; as transformações em curso na África negra, onde nasceu o mais recente país e existe o exemplo de uma África do Sul; a transformação em Cuba, onde, não por acaso, o Papa irá pela segunda vez (antes foi João Paulo II); etc.

Mais próximo temos, em França, François Hollande a ganhar distância de Nicolas Sarkozy, de tal maneira que Angela Merkel já ofereceu a sua ajuda. Em Itália, um laboratório da política moderna, estamos a assistir ao germinar de uma transformação da sociedade e dos partidos, onde governo recua nas privatizações e avança na abertura das actividades económicas à concorrência. Se conseguir gerar uma renovação da classe média, garante condições para a sua Democracia.

Mas sobretudo nos EUA, Obama tem marcado pontos (alguns muito parecidos com os de Hollande) defendendo: a transformação do modelo energético americano, até aqui mais dependente do petróleo, industria muito subvencionada pelo Estado; a re-industrialização da America e a taxação sobre as empresas que se deslocalizem; um grande investimento em infraestruturas públicas; a criação de um imposto mínimo para as empresas; a redução significativa das despesas militares; a sobretaxação dos rendimentos acima de 250 mil dólares; o controlo da Finança, proteção dos seus consumidores e maior combate ao crime financeiro; a renegociação dos empréstimos/hipotecas bancários para ajudar as pessoas a pagarem as suas dívidas; limitação do poder de lobby da Finança;

Todas as decisões que implicam o Poder são decisões políticas. É o que precisamos ver de novo.

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Continuando o ping-pong com o meu colega de escrita, Francisco Cunha Rêgo, deixo abaixo um trecho de texto sobre a importância da cultura judaica no processo de colonização dos Estados Unidos da América:

 

 

" A experiência judaica americana é melhor caracterizada como de inclusão e assimilação. Judeus queriam compartilhar a oportunidade da América. O que precisava ser mantido para manter a identidade cultural e étnica não estava claro para a maioria dos judeus. Eram judeus uma religião, uma cultura, um povo? Na Europa a questão de quem ou o que era um judeu foi imposta do exterior, por imposições físicas, culturais, sociais, religiosas e legais do cristão mais amplo, com demasiada frequência anti-semitas do mundo,. Na América as coisas eram diferentes. A experiência fronteira ocidental havia traduzido para o americano idéias sistema jurídico diferente "que todos os homens são criados iguais, que são dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis, que entre estes estão vida, a liberdade ea busca da felicidade. "

 

Podem ler o resto do texto (tradução google), clicando aqui.

 

Entretanto, e porque estamos em hollywood season, nada melhor que dar uma vista de olhos no vídeo abaixo (faz parte de uma sequência de 8 vídeos) do documentário "How The Jews Created Hollywood":

 

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