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O Ouriço

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Mariquinha, vem comigo para a Troika!

Artur de Oliveira 7 Abr 16

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Agora acompanhemos a música, substituindo a palavra Angola por troika.

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Miss Angola 2013

Artur de Oliveira 9 Out 13

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A subserviência da III República

Artur de Oliveira 8 Out 13
























Temos que negociar com Angola de igual para igual e quem diz Angola, diz os outros países, pois não podemos ser machetistas. Temos história, bons gestores, produtos e empresas inovadores, logo é bom que se acabe de uma vez com o lambe-botismo, mas isso seria pedir muito de governantes que pouco tempo após a implantação da república envolveram Portugal na I Guerra Mundial para agradar às potências com a mesma atitude que um dono de café provinciano perante clientes com elevado poder de compra. Volvidos 103 anos, a III República envolve os cidadãos na guerra mundial dos mercados financeiros e interesses plutocraticos sacrificando salários, pensões, subsídios com cortes e impostos por imposição de uma hidra de 3 cabeças chamada Troika (cujas mesmas cabeças se degladiam entre si numa guerra por quem quer sair a mais inocente na fotografia após o modelo da austeridade violenta ter falhado). O que falta aos nossos governantes é coragem e capacidade negocial para defender outro modelo de austeridade para Portugal que não lese ainda mais seu povo (que está sereno até agora), mas isso significaria lesar os interesses das oligarquias domésticas constituídas por políticos e certos grupos financeiros seus clientes. De ano para ano, o regime apodrece, mas teima em não morrer e dar lugar a uma democracia moderna. Há esperança, sim. Sociedade civil activa, mas não apenas no facebook e que os militantes dos partidos provenientes de uma cidadania responsável comecem a lutar para os mudar por dentro. Não se trata só de orgulho por sermos portugueses, é uma questão de dignidade que todos os países merecem.

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Olá Jeitosa! (II)

Faust Von Goethe 25 Mai 12

Cristina Fernández de Kirchner é uma doida varrida ao ponto de proferir a frases como "carne para todos y leche para todos", "(...) léon africano (...) y nos tracemos la vaca argentina y la cabra argentina" na recente visita oficial a Angola-Feira Internacional de Luanda (vejam no vídeo).

 

Mesmo assim não deixa de ter o seu glamour natural. Veste-se muitíssimo bem-Carolina Herrera-e não hesita [nunca] a um pézinho de dança. Muito menos com as integrantes da organização das mulheres Angolanas.

 

Deus ajude o povo argentino a tolerar as estravagâncias da sua Cristina.

 

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Concordo em parte com o que Maria Teixeira Alves, Rui Crull Tabosa e José Mendonça da Cruz escreveram em Corta-Fitas. No entanto, a sua posição, assim como a da associação 25 de Abril parece-me coerente, pois:

  • É  preciso dar o lugar aos mais novos no que toca a gritar palavras de ordem à revolução (eles é que se têm que manifestar quanto ao desmprego jovem, por exemplo);
  • A luta de Soares, Alegre entre outros pela revolução dos cravos, como se pode ler na página do Centro de documentação 25 de Abril [da minha universidade] prendeu-se essencialmente, por um aumento salarial e por uma luta pela igualdade de classes. 
     
    Portanto, as suas posições são coerentes, desde que as enquadrem com as directivas do actual executivo-que ao invés de aumentar os salários, corta-os, tal como Marcello Caetano, no período pós-primavera Marcellista (Estou a supor que UGT não vai mesmo rasgar o acordo de concertação social).
     
    Claro que poderíamos invocar outros motivos, como o facto do actual programa de privatizações do estado Português, estar a devolver- e muito bem (?!)- às suas ex-colónias, e em particular aos Angolanos, aquilo que lhes retirou durante anos, mas não quero entrar por aí. Anda por aí muita gente com os nervos em franja, e ainda só estamos em Abril. 

    Nem quero imaginar como isto estará em Novembro.  
Leituras complementares:
Vídeo complementar:

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Porque hoje não há tolerância de ponto?

Faust Von Goethe 21 Fev 12

A razão porque o governo não deixa nesta 3ª feira os funcionários públicos brincar às matrafonas e às brasileiras deve-se à nova política de privatizações: Governo decidiu trocar o cacau vindo do brasil pelo pau de cabinda de angola.

Dizem as más línguas que esta é a medida mais acertada para voltar a por a economia a crescer.

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In Schulz tos

Faust Von Goethe 9 Fev 12

 

As declarações de Martin Schulz a propósito das relações comerciais com Angola:

 

“Há umas semanas estive a ler um artigo no Neue Zürcher Zeitung que até recortei. O recém-eleito primeiro-ministro de Portugal, Passos Coelho, deslocou-se a Luanda. [...] Passos Coelho apelou ao Governo angolano que invista mais em Portugal, porque Angola tem muito dinheiro. Esse é o futuro de Portugal: o declínio, também um perigo social para as pessoas, se não compreendermos que, economicamente, e sobretudo com o nosso modelo democrático, estável, em conjugação com a nossa estabilidade económica, só teremos hipóteses no quadro da União Europeia”. Clique aqui para ver o vídeo com estas declarações.

 

 

devem ser analisadas do seguinte modo:

 

1) Schulz com as suas declarações mostra indirectamente que a democracia está em declínio: estamos a vender a preço de saldo posições estratégicas em empresas Portuguesas a países não democráticos;

2) Põe a nú as fragilidades por detrás do nosso cartel de privatizações: estamos mais uma vez dependentes do dinheiro de angolanos e chineses assim como estávamos dependentes do ouro do brasil antes de declararmos bancarrota em 1892.

 

Devemos retirar das declarações de Schulz a seguinte lição: em vez de nos deixarmos colonizar por angola e china, devemos seriamente pensar em recrutar destes países ditos emergentes (BRIC), especialistas altamente qualificados aos quais lhe poderíamos pagar dois ordenados mínimos na melhor das hipóteses. Com esta medida, estou quase seguro que teríamos mão-de-obra qualificada para aumentar a nossa produtividade e a competitividade nacionais ao mesmo tempo que estes novos empregos iriam ajudar a melhorar a receita fiscal Portuguesa por via do IRC.

É isto que Martin Schultz indirectamente referiu quando evocou o modelo social Europeu. 

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Li agora no blog União de Facto "que o jornalista Pedro Rosa Mendes que fez esta peça terá sido despedido pouco depois do sr. Ministro dos Assuntos Parlamentares ter regressado de Angola."

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