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O Ouriço

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Leituras de Economês #6

Faust Von Goethe 5 Mai 12

Boas leituras!

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O Rei que se F*#?&

Faust Von Goethe 16 Abr 12

Ao seguir António Pinho Vargas, encontrei uma citação vil do escritor brasileiro Rubem Fonseca sobre o nosso fado, só para não dizer um palavrão bem pior: 

"minha ascendência é longa, começa na batalha de Alcácer-Quibir, travada em 4 de agosto de 1578. Foi nessa batalha que D.Sebastião, o nosso rei, quer dizer, o rei dos meus bisas e tataras, desapareceu e Portugal se fodeu."

Rubem Fonseca in O seminarista, 2009: 26.

 

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Meditações sobre a Crise

Faust Von Goethe 18 Fev 12

 

 

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Da lição inaugural que proferiu na cerimónia da criação na Cátedra Boaventura de Sousa Santos, na Faculdade de Economia em Coimbra, há alguns meses, ficaram-me duas ideias. Primeiro, que já vivemos numa sociedade de tipo totalitário, apesar de muito diferente dos totalitarismos do século anterior. Diferente, porque não precisa dos mecanismos de repressão brutais dos fascismos e dos estalinismos. Diferente, porque insidioso, subtil, gradualmente infiltrado nos novos hábitos anti-democráticos que vão sendo criados e, como tal, aptos a serem aceites como "normais". Em segundo lugar - e talvez mais sentido por mim à volta - o facto de, face às consequências da crise criada pela explosão da bolha especulativa financeira de 2008 e às políticas de austeridade que se foram implementando desde então, especialmente na Europa - como pseudo-solução para a crise - a máquina ideológica dominante conseguiu, em boa parte, fazer passar a ideia de que o desemprego galopante, a diminuição das reformas e dos antigos direitos sociais, etc., são culpa do falhanço individual das pessoas - "que não fazem o que deviam fazer" - e não resultam das suas políticas de transferência massiva de capital das populações do mundo em geral para os estados e daí para o pequeno grupo da alta finança que de facto determina as suas políticas e como tal governa o mundo. Estes dois aspectos não são tudo, mas certamente ajudam a perceber a enorme tarefa de quem pretende resistir e talvez a própria perplexidade incrédula que sentimos face ao que vai acontecendo. Para situações novas é preciso inventar modos de acção e soluções novas. Um exemplo do segundo efeito referido: o silêncio quase total dos artistas, habitualmente reivindicativos ao menor corte, a sua tristeza surda actual.

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António Pinho Vargas

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Parabéns António Pinho Vargas!

Faust Von Goethe 1 Fev 12

"António Pinho Vargas foi o vencedor da nona edição do Prémio Universidade de Coimbra. Músico, compositor, intérprete e investigador do CES, além de uma profícua carreira ligada à música e, mais recentemente, à investigação, acaba de publicar o livro Música e Poder: Para uma Sociologia da Ausência da Música no Contexto Europeu (Coimbra: Almedina, 2011), em que se resume a sua dissertação de doutoramento, elaborada sob orientação de Boaventura de Sousa Santos.

"

Fonte: Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra

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