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O Ouriço

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Com a adesão à zona Euro, muitos dos governos-na eminência de violarem a regra de ouro para o défice (não além dos 3%), tiveram de contrair dívida público-privada, assegurando os privados uma parte do investimento.

Talvez isso explique porque a dívida pública tem vindo a aumentar exponencialmente de 2001 para cá (vésperas de entrada em circulação do euro):
Curiosamente, desde a nossa entrada na zona euro, a dívida pública Portuguesa está [muito] próxima das dívidas públicas francesas e alemã, assim como da média da zona euro:
Depois da minha curta explicação exploratória com recurso a dados concretos, gostava que pessoas como a Maria Teixeira Alves do blogue colectivo Corta Fitas, me explicassem como será possível, nas condições do actual pacto orçamental assinado em Janeiro passado, que a dita austeridade [com direito a sanções aos ditos infractores]os países da zona euro, em particular os periféricos, voltem a crescer assim como baixar a sua dívida pública com a actual carga fiscal, que provoca, entre outras coisas, uma quebra da receita em termos de IRC.Já nem falo nos cortes salariais. 
Já agora, que me explique(m), onde se encontra a contradição entre controlo do défice contrabalançado com algum,controlado e bem medido, aumento [artificial] da inflação, como forma a potenciar, em particular, o investimento privado.
Por acaso, até temos em Portugal um bom exemplo de investimento privado, criado nestes moldes, que benificiou , nos finais dos anos 80 e princípio dos anos 90, com a desvalorização artificial do escudo (a dita emissão de moeda), contribuindo assim para se estabelecer em Portugal assim como criar de empregos na economia real: A Auto-Europa.
Já o mesmo não podemos dizer da privatização da EDP...
Adenda:  Em 5 anos de Eliseu, Sarkozy, um dos grandes defensores das políticas de austeridade, deu-se ao luxo de aumentar a dívida francesa em cerca de 600 mil milhões-dá uma média de 120 mil milhões de euros por ano. 

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