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O Ouriço

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Passos Coelho, apesar de manter a confiança política no seu número 2, já disse concordar com uma possível investigação às licenciaturas de 2006 feitas com base em créditos ou validações, embora não fale directamente do visado. Será da pressão dos media, de uma eventual manifestação pela demissão de Relvas, que já conta com cerca de 2.000 adesões online ou das declarações de um Conselheiro de Estado do partido da coligação?  Aposto mais no BPN em que o nosso PM terá que depor perante a comissão de inquérito por iniciativa dos partidos da coligação govenamental após as declarações de Mira Amaral. Este governo mostra desespero e contradições atrás de contradições e a paciência dos portugueses está a esgotar-se, sobretudo quanto está mais que provado que há quem tenha "imunidade diplomática" em relação á austeridade...

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Investimento sem retorno

Faust Von Goethe 18 Mai 12

 

Todos nós, de uma forma ou de outra, somos investidores. Investimos no estado com impostos, contribuições e taxas esperando obter algum retorno por parte deste.

 

Este justo retorno passa, entre outras coisas, pelo direito a um Sistema Nacional de Saúde justo, pelo acesso ao ensino assim como direito a uma reforma após largos anos de descontos para a segurança social.

 

É perfeitamente normal ver um investidor se revoltar e exigir responsabilidades quando vê os seus investimentos a serem mal geridos e o negócio criado por aqueles em quem os confiou. Também é perfeitamente normal que um gestor, mesmo quando eleito por maioria, seja demitido no caso em que se confirme que este tenha lesado os interesses dos que lhe confiaram o seu capital.

 

Uma das pessoas de quem falo é Pedro Mota Soares que está a efectuar uma gestão danosa da Segurança Social. Uma delas foi a possibilidade da Segurança Social poder colocar os nossos investimentos sujeitos a especulação bolsista. As mais recentes gestões danosas, denunciadas ontem por Bagão Felix e Manuela Ferreira Leitetrucidiam quase em definitivo as gerações futuras assim como a geração dos que deram o corpo às balas durante a guerra colonial e que lutaram pelo regresso e pela consolidação da democracia em Portugal.


Se o estado fosse uma empresa, ministros como Pedra Mota Soares teriam a porta da rua como destino. Como não o é... 

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