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O Ouriço

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Cidadania vs Bancocracia

Artur de Oliveira 24 Out 13

Houve cerca de 1000 casos de cidadãos irlandeses contra os seus respectivos bancos durante o ano passado. No entanto, este ano, os 1000 casos fundiram-se num só e essa iniciativa poderá vir a espalhar-se pela população irlandesa, pois os litigantes formaram uma empresa que contratou duas firmas da área do direito e já foi lançado um processo contra um dos maiores bancos irlandeses. Eis como a sociedade civil pode organizar-se, lutar contra os abusos das corporações e mudar a sua sociedade e país. Portugal só deve aprender com este exemplo, pois não se trata apenas de lutar contra as oligarquias nas ruas em protesto, mas também por estratégias inteligentes e eficazes. Basta haver coragem, sentido de união e dignidade. Porque como diz um certo ditado judaico: " Se eu não for por mim, quem será? E senão for agora, quando será?"  

 

 

 

 

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Devíamos ter um Primeiro-Ministro com a garra do Presidente da Islândia, que não se deixou subjugar pelos bancos e realmente ouviu a voz dos cidadãos.

 

No entanto, aqui em Portugal os interesses e os amiguinhos é quem mais ordena e um banqueiro nacionai ainda tem a distinta lata de dizer: aguenta, aguenta.

 

Estou no entanto confiante numa transição para uma democracia melhor com uma sociedade civil mais forte contra os interesses oligárquicos instalados e reforçados desde que a república tornou-se regime em Portugal, sempre no interesse da res privada em vez da res publica...

 

 

 

 

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Verdades incómodas sobre a austeridade

Artur de Oliveira 9 Jun 12

Não torço nem deixo de torcer pelo Syriza, mas  o discurso do  filósofo esloveno Slavoj Zizek no comício desse  partido diz a verdade pura sobre a bancocracia que se estabeleceu no mundo e ainda dá uma lição de democracia aos seus anfitriões. Há autores que defendem que o capitalismo levado ao extremo chama-se financismo. Há a extrema-direita, a extrema-esquerda e agora estamos no extremo-capitalismo ou neoliberalismo. Ser contra este sistema não é ser contra o capitalismo, nem ser de direita ou de esquerda, é querermos um mundo mais equilibrado, justo e democrático

 

 


 

 


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