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O Ouriço

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Nós e os bancos

Artur de Oliveira 17 Mai 13



Excelente ilustração da fabula da formiga e da cigarra nos tempos actuais pelo ilustrador belga Cecile Bertand

Fontes: Courier Internationale e Expresso

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Bancos sob investigação

Artur de Oliveira 6 Mar 13

Estão a ser investigados alguns bancos portugueses por alegadamente agirem em cartel. Será que é desta que se faz alguma justiça ou é só para se evitarem mais manifestações? É que por vezes os carteis são político-financeiros...

 

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Crise artificial com consequências reais

Artur de Oliveira 14 Jan 13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pergunto-me porque é que o BCE não pode emprestar diretamente aos países endividados em vez de ser obrigado a emprestar aos bancos, que por sua vez emprestam aos estados a juros altíssimos...

 

Porque é que os estados financiam os bancos em crise e em troca levam juros e prazos altíssimos bem como ingerência na própria política interna? Mais: Porque o BCE não pode emitir moeda?

 

Estamos perante um jogo viciado, uma crise que aparenta ser fabricada, artificial e contra natura e é caso para dizer: Quando os bancos não têm juízo, o povo é que paga...

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Uma recente notícia da cadeia Bloomberg, dá conta que os bancos centrais de todo o mundo  encontram-se na vanguarda no que toca à recolha de (novos) dados estatísticos-relatados pelo motor de pesquisa Google-para posteriormente serem utilizados como [novos] indicadores económicos, com o objectivo de medir a procura por parte dos consumidores antes que as estatísticas oficiais sejam divulgadas.

O objectivo em causa prende-se com a uma implantação de respostas políticas mais eficientes, permitindo uma “maior clarividência que pode fazer toda a diferença entre a previsão uma desaceleração, de uma recessão, de uma recuperação ou até mesmo de uma inflação”, de acordo com as palavras de Erik Brynjolfsson -membro FED e do conselho académico e consultivo de Boston", argumentando ainda que "quando os bancos centrais analisaram os ditos dados tradicionais, eles estavam essencialmente a olhar pelo espelho retrovisor".

Erik Brynjolfsson defendeu ainda que “caso o FED tivesse tido acesso à-priori de informações relativas ao mercado de habitação, teria diagnosticado de forma mais célere sobre o que se estava a passar no mercado imobiliário e conhecido, mais rapidamente, a profundidade do problema" durante a recessão de 2007-2009.

A investigação de previsões económicas via contagens de pesquisa do Google - que totalizaram 119 bilhões em todo o mundo, no passado mês de Junho, de acordo com a empresa de pesquisa de Internet ComScore Inc. (SCOR) - surge assim como uma nova ferramenta filedigna de recolha de dados económicos. No entanto há quem defenda o contrário, como a professora Lucrezia Reichlin-antiga chefe de investigação do Banco Central Europeu e, agora, professora na London Business School.


Segundo ela, "usando o Google poderia ser interessante, mas neste momento as previsões deste relativas a variáveis macroeconômicas não são fiáveis”, rematando com a seguinte frase:

O Google é sensual e algo pode vir dele, mas é necessária uma maior investigação.

Adenda: O Google disponibiliza os nossos dados de pesquisas web três dias após as realizarmos.

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Curioso que depois do [meu] post Crise Canadiana, Sistema Bancário e o Armagedon Económico trocado por miúd@s., o Jornal de Negócios foi mais a fundo e decidiu fazer "a notícia"...

 

Leitura complementar: Dinheiro como Dívida

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Explicação sucinta da crise [Canadiana],do funcionamento do sistema bancário et all por uma rapariga [Canadiana] de apenas 12 anos perante uma audiência de peritos do Public Banking Institute dos Estados Unidos da América.


Leitura Complementar: A Moeda Inexistente

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O grito de Sarko

Faust Von Goethe 6 Mai 12

 

Com a vitória de Hollande , irá voltar ao centro do debate o real papel do Banco Central Europeu como financiador directo dos estados-em particular, nos Estados periféricos-ao invés de se continuar com a política de financiamento directo com %LTRO aos Bancos [privados], que de certo modo o desperdiçam em negócios envolvendo activos tóxicos-como foram os casos concretos do BPP e BPN.

 

Se analisarmos os resultados das eleições francesas em paralelo com os resultados das eleições gregas, facilmente percebemos que o verdadeiros vencedores desta noite não foram os socialistas [europeus] mas a esperança daqueles que esperam ver o seu trabalho remunerado assim como os seus salários actualizados, já para não falar daqueles que estão a passar pelo flagelo do trabalho precário e desemprego.

 

Como é óbvio, não irá haver milagres mas vão haver mudanças e provavelmente, no caso de se adoptar uma moeda mais competitiva mas menos forte, alguém irá perder . Mas que perca(m)! No actual momento de crise perversa em que actualmente a Europa se encontra, torna-se mais urgente investir num simples título de dívida pública, título esse que quantifica trabalho e produção de bens e/ou serviços, do que propriamente continuar a investir por exemplo em obras de arte tais como o Grito do Munch-vendido por 160 milhões de dólares em leilão no passado dia 3 de Maio-que em nada contribuem para a economia real.

 

Leitura complementar: O Futuro do Euro por Philipp Bagus.

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Deitar dinheiro fora

Artur de Oliveira 30 Mar 12

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

882 milhões de Euros foram desperdiçados em 2011 no casino falido do BPN e outros bancos porque não tinham solvabilidade suficiente e o resultado foi aumento do défice, aumento dos tributos aos cidadãos e austeridade mais feroz. Na Islândia, os bancos tóxicos foram deixados á morte e os outros em situação menos grave tinham que lutar como as outras empresas para sobreviver. Mas em Portugal ajudam-se os amigos, compadres, clientes e afins, porque o Estado serve para tudo, menos para servir a sociedade civil.

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