Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]

O Ouriço

MENU

 

Queridos Estados Europeus:

Estive hoje a rever o episódio do Polegarzinho, de Charles Perrault. O Ogre tinha sete filhas que eram ainda crianças. Eram as sete ogresinhas muito bonitas, mas comiam carne fresca como o seu pai, com uma boca muito grande, e dentes muito afiados ( tsss..... tsss.... tsss... estas histórias para crianças do séc XVII eram mais terríveis que os videojogos de agora) . Mas depois de várias peripécias o polegarzinho com os seus seis irmãos escapou das garras dos ogres. 

Agora, queridos estados, o que me ocorreu é que os banksters são a versão financeira pós-moderna dos ogres e das ogresinhas. Não sei se o Ogre grande é a Reserva Federal Americana se o Banco Central Europeu, se os fundos asiáticos do yen e do reminbi. Vou-me informar.

As oigresinhas são tal e qual os bancos nacionais e a nomenclatura política que lhes serve de mordomo, como o nosso querido ex BPN e a querida Gescartera em Espanha e o Barclays inglês e toda essa capanga que anda a colpasar aos poucos. Se soubéssemos porquê, seria o colapso, como diria o inolvidável e querido Oliveira e Costa, um dos nosso bansksters do PSD que anda por aí entre os pingos da chuva. Como o querido Dias Loureiro. E homem com nome de filósofo que foi para Paris. Mas sei, meus queridos, que os banksters só sairão de jogo à força. Cortem-lhes a cabeça com novas regras, condenações em tribunal, e encontrões na praça pública. A começar pelas ogresinhas. Só assim a raça acaba. Andam a querer atirar 99% da população europeia para uma servidão pior do que a da gleba. E eu dei por mim a pensar: enquanto não encontrarmos o Polegarzinho que acabe com a raça dos banksters, não vamos lá.

 

Assina:

Querido Revoltado 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Pesquisar

Pesquisar no Blog

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

subscrever feeds