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O Ouriço

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Ir ao teatro é ter uma vida mais longa

João Palmeiro 5 Mar 13

Há algumas semanas atrás a Secretaria de Estado da Cultura abriu um debate sobre a forma e o modelo do próximo plano europeu de apoio à economia portuguesa, 2014-2020.

 

No âmbito desse debate foram apresentadas duas visões técnicas sobre a importância das atividades culturais para o bem-estar das populações e o seu papel como motor (psiciológico) da saída da crise.

 

As ideias que Pier Luigi Sacco e José Santos Soeiro apresentaram, podem ser partilhadas no seguinte link http://www.gepac.gov.pt/?lnk=f708e616-02fa-4c01-ba19-0c20656ea76d, que convido a visitar e a sobre o seu conteúdo reagir, no mínimo, partilhando com outros.

 

E reforço este meu convite, porque na mesma sessão o Governador do Banco de Portugal Carlos Costa, numa brilhante intervenção de um economista e monetarista colocou a cultura e a comunicação como os passos decisivos para que os esforços de mudança da economia e das finanças possam ter o êxito que todos esperamos.

 

Infelizmente foi uma intervenção de que não há texto escrito, mas é para isso mesmo que os jornais servem, é para darem nota aos seus leitores das visões inovadoras e indispensáveis para que se possa compreender o futuro, com base no presente e, por isso, vos asseguro, caros leitores, que se tivesssem assistido à intervenção do governador do Banco de Portugal, teriam levado nesse dia para casa mais esperança do que amargura. E disto não poderia deixar de vos dar nota.

 

Termino, incentivando-vos uma vez mais a terem a curiosidade de saber porque é que nas sociedades em que as pessoas vão a concertos e ao teatro se vive mais anos e se enfrenta melhor as dificuldades e os desafios da economia e da vida.

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