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O Ouriço

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Carlos Dias fez fortuna com os relógios, através da marca Roger Dubuis, que fundou na Suíça, e ambiciona agora "fazer os melhores vinhos do mundo". Em 2011 apresentou os primeiros no Porto. Discreto e pouco dado a contatos mediáticos, Carlos Dias investiu "quase 100 milhões de euros" no setor vinícola desde 2009, adquirindo, nomeadamente, diversas quintas, no Minho e no Dão. Quer "fazer os melhores vinhos do mundo", e conta com Anselmo Dias, um enólogo reputado pelos vinhos Alvarinho.

Antes fez da Roger Dubuis uma marca prestigiada de alta relojoaria, na Suíça.  A história leva-nos até Anadia, onde este homem nasceu, em 1956, e de onde saiu com 18 anos, rumo a França, onde estudou ciências políticas e fez vários trabalhos, como por exemplo limpar prédios. Nos anos 80, meteu-se outra vez à estrada e foi para Itália, Universidade de Perugia. Nas horas livres, entregava-se a um passatempo antigo: a pintura e o desenho. Desenhou, fabricou e comercializou móveis e, mais tarde, acessórios como gravatas e cintos, pondo assim um pé no exclusivo setor do luxo.

Levado  por uma portuguesa mudou para a Suíça onde conheceu o mestre relojoeiro Franck Muller, tendo com ele colaborado no início do lançamento da marca homónima. Com  39 anos, começou com um único colaborador. Um ano depois Roger Dubuis, "uma pessoa que reparava relógios antigos. Em dez anos, construiu uma marca, a Roger Dubuis, que cativou Seal, Heidi Klum, Tom Cruise e George Bush pai.

Carlos Dias vendeu, entretanto, a sua quota, na Roger Dubuis ao grupo Richemont e veio investir nos vinhos mas também na saúde.

Em Setembro de 2011 ano, concluiu um hospital em Coimbra, junto ao HUC, aproveitando o cluster de indústrias de biotecnologia que se está a formar em Coimbra.

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