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O Ouriço

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A infografia do Jornal Le Monde sobre as profissões dos envolvidos nos Panama Papers diz isto: se é aos políticos que mais falta ética, que moral têm eles para inundar os cidadãos de impostos e vir com a lenga-lenga de que não há alternativa e que vivemos acima das possibilidades?

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Esquerda e direita= Freddy vs Jason

Artur de Oliveira 2 Abr 16

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É clara intenção da esquerda e da direita que se degladiam pelo poder e lutam por (e até compram) militantes e eleitores com o objectivo de dividir para conquistar. Venhamos e convenhamos, todos eles barganham favores e silêncios enquanto se armam em paizinhos do povo, mas quando chega a hora do vamos ver, os cidadãos são beneficiados com rebuçados, mas o bolo só a eles pertence. Assim é a república e a sua quarentona constituição arcaica e conveniente. Onde é que está a democracia quando a constituição impõe que a única forma de governo é a república?

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As redes sociais, para bem ou para o mal são uma extensão da cidadania e da livre opinião. Logo, quem são os partidos para se imiscuirem na vida dos cidadãos e para influenciar as opiniões das pessoas? Já não bastam os comentadores políticos televisivos (um até chegou a presidente do regime vigente), agora temos que levar com cybermercenários a soldo dos grandes partidos, suas clientelas, amigos e parceiros? Uma coisa é certa, esta república feudalista teme pela sobrevivência, logo tudo faz para a sobrevivência da zombie obesa de boina frígia, nem que recorra ao cyberbullying. O vídeo que se segue mostra a realidade nada virtual em que (sobre)vivemos.

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Abstenção vs Voto Obrigatório

Artur de Oliveira 28 Jan 16

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Quem venceu as eleições presidenciais de 2016, ao contrário do que todos pensam, não foi Marcelo Rebelo de Sousa, mas sim a abstenção com 51.16% dos votos. Não seria de admirar que face a estes resultados, os paladinos do regime republicano um dia queiram seguir o exemplo do Brasil e obrigar as pessoas a votar por forma a manter o estabelishment feudal partidocrata. Certos escritórios de advogados pertencentes a alguns deputados, ou a sócios, compadres e de clientelas dos mesmos esfregariam as mãos de contentes com mais um contrato chave na mão de outsourcing para se elaborar legislação antidemocrática e ás custas de quem? De nós, os cidadãos, como é lógico. Caso surja essa ideia, é sinal de desespero do regime actual, a república do centrão de baixo. Se por acaso esse plano vir a luz do dia, os barões do regime deviam primeiro seguir o exemplo do Brasil sim, mas no voto electrónico e não em coagir os cidadãos a votar. Se querem que votemos, é simples, pensem mais nos cidadãos nas vossas estratégias políticas e menos nos vossos amigos dos amigos. É caso para dizer que não estamos numa res publica, mas sim numa res privada com sabor a corrupção e cheiro a nepotismo bacoco. Só a cidadania activa é que pode apoiar uma governação mais justa e logo democrática, sem amarras de ideologias atrasadas que mais não servem para dividir e conquistar.

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A tragédia greco- mundial

Artur de Oliveira 16 Jul 15

A actual situação na Grécia abriu um precedente que poderá ser igual ao que foi iniciado com o assassinato do Arquiduque Francisco Fernando, que originou o I Genocídio Mundial e a sua sequela inevitável. Só que aí matou-se um representante de um povo, agora mata-se um povo aos poucos com balas em forma de €. A situação pode parecer mais leve a certos eurocratas e sponsors oligárquicos, mas não nos esqueçamos que esse território faz fronteira física com a Turquia e de influência com a Russia e daí advirão consequências imprevisíveis. A ganância faz destas coisas, cega. E não me refiro somente ao Sr. Ministro das Finanças germânico, mas á república grega que sempre isentou os armadores e outras elites de impostos e pô-se a jeito. Pobre povo grego, pobre Europa. As sociedades civis europeias que ajam com inteligência e formem movimentos e partidos cidadãos ou que tentem influenciar as suas multinacionais de esquerda e direita (aparentemente tão diferentes e tão iguais na hora do vamos ver) para a cidadania e não para a oligarquia, exigindo justiça social e criminal, pois a corrupção é quem mais ordena essa pode talvez originar um Genocídio III, porque a alternativa aos neoliberais de (esquerda e direita convencionais) e aos cidadãos unidos são as extremas direitas e extremas esquerdas e o resto já se sabe. Vamos reabrir os livros de história?

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Marinho e Pinto é o novo fenómeno de popularidade, o novo Senhor Sociedade Civil. O independente que conseguiu com que um pequeno partido tivesse ganho dois eurodeputados. O facto é que este senhor, como acontece com certos provincianos donos de café de esquina com origens humildes, mal se viu eleito já anda a dizer que pode vir a ajudar PS ou PSD nas legislativas. Não se entende como é que um independente do Movimento Partido da Terra já ande a falar como se fosse o líder do partido. Será que foi autorizado para fazer isso? Mais, como é que se pode confiar numa pessoa que acena á direita e esquerda como se fosse um catavento e que até chegou ao cúmulo de visitar um líder neonazi á prisão defendendo que ele não devia estar preso pela sua ideologia quando Mário Machado foi preso sim por usurpação de funções e ofensas á integridade física, entre outros crimes. Se o público feminino soubesse que hà uns anos atrás Marinho e Pinto também defendeu que a violência doméstica não devia ser crime público, aposto que ele não nem metade dos votos que teve. Assim se prova como quem pensa que é a cabeça, o líder da sociedade civil acaba sempre integrado no sisema que diz combater. É muito fácil gritar, espernear com as palavras que os cidadão gostam de ouvir, mais difícil é ser coerente em atitudes. Nós, cidadãos merecemos um conjunto de pessoas que nos defendam e tenham soluções para romper com a actual governação oligárquica partidária e económico-financeira e não de um líder que dance com Deus e o Diabo.

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Voto obrigatório? Não obrigado

Helder Luis 3 Jun 14

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Devido à abstenção elevada, ganha uma vez mais força o debate sobre a obrigatoriedade do voto, quanto a mim tenho a dizer o seguinte: O voto é um direito, muita gente lutou para que fosse um DIREITO e não uma imposição anti democrática. Por outro lado esse é simplesmente o caminho fácil que os partidos adoptam para não assumirem as suas responsabilidades no descrédito das suas politicas e pela descrença dos portugueses.

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25 de Abril, III República e Cidadania

Artur de Oliveira 5 Abr 14




Os amanhãs cantaram e surgiu a III República. De fascismo passamos a totalitarismo feudal oligarquico partidocrata e pseudo-democrata. Ainda não evoluímos como povo, porque o atraso civilizacional da implantação da república burgessa financiada pelas famílias donas de Portugal (que ainda hoje põem e dispõem no nosso país)há quase 105 anos foi avassalador... Até quando nos libertaremos dos fios ideológicos com que os oligarcas nos manipulam como se fossemos marionetes e começa o combate da cidadania e por uma chefia de estado isenta de poderes partidários e econômico-financeiros, verdadeiramente pelo seu povo e representante da sua história e do seu futuro?

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Sobre o colapso de um país

Artur de Oliveira 9 Mar 14








A partir do momento em que não se encoraja a natalidade e se incentiva a juventude a emigrar num povo envelhecido, só se demonstra a péssima qualidade dos nossos políticos e que estamos perante uma república niilista. A gestão danosa dos dinheiros públicos e a subserviência a juros usurários de uma dívida duvidosa e odiosa por parte dos governos da III República mataram este país. As oligarquias fizeram o que quiseram e a sociedade civil não reage. Até quando não nos organizamos em manifestações inteligentes, apresentando candidaturas independentes exigindo paridade de direitos com as dos partidos em termos legislativos e quando é que os militantes dos partidos resolvem dar um banho de democracia e cidadania aos seus respectivos movimentos e exigir uma chefia de Estado isenta de lobices, partidices e oligarquices?

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Sentido de Estado XIV

Artur de Oliveira 3 Mar 14

















«Podia-se pôr na lei que um candidato a Presidente da República, ou a Presidente de Câmara, ou a um cargo público importante tivesse de fazer testes médicos e psicotécnicos antes de ser candidato. Estou convencido que tivemos governantes em Portugal que teriam chumbado nos testes psicotécnicos, alguns bem recentes. Fazer testes de cultura geral também é muito importante. Criou-se em Portugal clubes políticos, no qual não é muito fácil ser-se sócio, é muito difícil subir lá dentro, e só aquela elite que lá está é que escolhe os candidatos. E, aí, cria-se a distorção do que é realmente a democracia».

D. Duarte de Bragança

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