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O Ouriço

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Cada vez mais é certo que vai haver Brexit (Tic-Tac) e a União Europeia está em risco de perder o seu 3º maior investidor. O neoliberalismo e a doutrina troikiana da TINA (There is no alternative) foram uma das causas, para além do Sr. Schauble e a sua marioneta que por acaso é chanceler. É tempo da União Europeia se reinventar e deixar de pensar como um clube e deixar-se de federalismos impossíveis. O ideal seria ser uma união confederada, em que todos os membros contem, por exemplo. O mundo está a mudar e os eurocratas que se mexam antes da bomba-relógio (tica-tac) lhes explodir na cara e depois quem pagará serão os mesmos do costume: os cidadãos, claro. Será acaso do destino que os maiores promotores desta crise na união europeia sejam precisamente certas repúblicas?

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União Euromercantilista

Artur de Oliveira 18 Jul 15

Naturalmente que os mercados são parte da vida, mas a partir do momento em que vidas dependem, se estagnam e até perecem por causa dos mesmos, algo está errado. Como disse e muito bem Helmut Schmidt, ex- chanceler alemão: “Que vão para o diabo se não salvarem a Grécia ... Até agora a Alemanha não gastou nem um euro para ajudar a Grécia. Em vez de acicatar as pessoas contra Atenas, a política devia controlar os mercados financeiros.”

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Austeridade: From Germany with love

Artur de Oliveira 3 Jan 14

Segundo Bruno Odent, no seu livro Modèle allemand, une imposture, Le Temps des Cerises, 2013, a austeridade tão preconizada pela Alemanha foi utilizada pela Alemanha Federal aquando da reunificação com a sua gêmea ex-comunista.  Daí pensarem certas oligarquias, que querem uma federação europeia replicada da federação alemã, que o mesmo "remédio" resulta. Ou seja os países do Norte são a RFA e os do Sul a RDA. Curioso e irónico que a actual Chanceler alemã tenha vivido grande parte da sua vida na ex-república comunista ou talvez não. Seja como fôr, os países mais fracos  têm que se sujeitar ao modelo neoliberal do "There is no alternative" e á austeridade sado-masoquista que, segundo os oligarcas, é feita para o bem dos mesmos.

 

 

 

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A Crise do Euro mantém-se em 2014?

Artur de Oliveira 1 Jan 14

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A crise do Euro é simples de interpretar. Quando se lançou o euro, foi-se com muita sede ao pote e os critérios de convergência foram demasiado lenientes quando deviam ser austeros e nos últimos tempos é-se austero sem qualquer leniência com as populações que pagam pelos erros dos políticos e da promiscuidade dos mesmos com os bancos. Esperanças para 2014? Haverão sempre, mas enquanto se mantiver a austeridade cega e a teimosia em persistir no federalismo oligárquico, a União Europeia será ficção científica no sentido apocalíptico do termo. As próximas eleições europeias dificilmente gerarão ideias capazes e esperança, mas para garantir alguma eficácia, só se as sociedades civis dos países-membros se mexerem e em força e não falo apenas de manifestações de rua, mas de cooperação e inteligência. Exemplos seriam propostas como democracia directa e constituições 2.0, entre outras. 2014 poderá ser a era da cidadania, se nós quisermos que as grandes injustiças de agora sejam obsoletas amanhã.

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União Europeia e extremismo

Artur de Oliveira 27 Dez 13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O princípio de acabar com os partidos de extrema direita e extrema esquerda na UE é bom, mas pode ter um propósito sinistro: quem define quem é extremista ou não? Bastará haver um político ou movimentos de cidadãos contra a actual governação oligárquica da União Europeia (em que poucos mandam na maioria e os países do norte se sobrepõem aos do sul como se tem visto na crise das dívidas soberanas) ou contra o federalismo que só dá jeito aos mesmos do costume, para que sejam considerado extremistas. A bem dizer, a União Europeia pode vir a ser vítima de extremismos (como se vê na Hungria e Roménia) precisamente devido ao extremismo dos eurocratas em manter a extrema austeridade e a desigualdade entre estados-membros e quem denuncia isso poderá vir a ser chamado precisamente de... extremista!

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Cidadania vs Bancocracia

Artur de Oliveira 24 Out 13

Houve cerca de 1000 casos de cidadãos irlandeses contra os seus respectivos bancos durante o ano passado. No entanto, este ano, os 1000 casos fundiram-se num só e essa iniciativa poderá vir a espalhar-se pela população irlandesa, pois os litigantes formaram uma empresa que contratou duas firmas da área do direito e já foi lançado um processo contra um dos maiores bancos irlandeses. Eis como a sociedade civil pode organizar-se, lutar contra os abusos das corporações e mudar a sua sociedade e país. Portugal só deve aprender com este exemplo, pois não se trata apenas de lutar contra as oligarquias nas ruas em protesto, mas também por estratégias inteligentes e eficazes. Basta haver coragem, sentido de união e dignidade. Porque como diz um certo ditado judaico: " Se eu não for por mim, quem será? E senão for agora, quando será?"  

 

 

 

 

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