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O Ouriço

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O Reino da Sociedade Civil V

Artur de Oliveira 23 Jan 13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O nosso país está a passar por sérias dificuldades, como todos sabemos… mas temos de ser positivos, encarar o desafio e tentar superá-lo e superarmo-nos a nós mesmos em vez de não passarmos de treinadores-de-bancada eternos, e eternamente descontentes e devotados ao “bota-abaixismo” nacional… há muito por onde começar, muitas ideias e medidas que podem, com trabalho e empenho de todos, ajudar Portugal a superar esta crise. Não podemos é deixar que nos iludam com soluções aparentemente fáceis ou milagrosas.

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Passos para trás

Jack Soifer 4 Jan 13
















A recessão vai piorar. O pior ano será 2013. Durante 20 anos, demos passos para trás.

Consumir mais do que produzir, sistémica fuga de lucros para offshores, privilégios a grupos corporativos, intransparências, "posso, quero, mando", (in)justiça lenta e inusitada, grandes grupos a não pagar as faturas às PME, são algumas das razões da fuga dos investimentos.

A nossa crise aguda é estrutural, mas só atacam a financeira. Ignoram os alertas de quem quer o melhor para Portugal. No dia em que Passos Coelho aumentou o IVA da restauração, a Suécia baixou-o, após décadas de perder empregos e receita. Há 25 anos, tínhamos 60% de economia paralela, hoje temos 35% (o valor menor divulgado obteve-se por um método ultrapassado). A ciência prova que, quando a população considera taxas e impostos inequitativos, duplica a economia paralela. Demorou-se 25 anos a baixar a fuga ao fisco em 25%, e este poderá subir em 50 dias. A receita vai cair, não subir, como no caso das Scuts!

Vários econometristas já disseram que Portugal precisa de dez anos e uns 160 MM€ para sair da recessão. Por que ignorar isto, como negar despedir 100 mil burocratas, vender ou ceder a empreendedores imóveis públicos mal usados, impor a lei igual para todos?

Resta ao empreendedor produzir para exportar, entrar na economia paralela, emigrar - como já recomendaram - ou tornar-se amigo da corte. A crise é uma oportunidade para mudanças estruturais. Quem as promete e não faz está a aldrabar-nos, como tentaram com o mercado, o que fez os juros de longo prazo subirem, e não cairem. Empreender sim, mas num mundo real!

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Novo resort disponível

Artur de Oliveira 4 Jan 13

 

 

Parece que quem dever mais de 3500 euros de segurança social pode incorrer em pena de prisão. Ou seja, mais de metade da população que foi obrigada a passar recibos verdes pelas entidades patronais, bem como os trabalhadores por conta própria está em risco de ver o sol aos quadradinhos. Eis mais uma solução brilhante neoliberal para resolver a crise. Não pagam, vão presos, mas ao menos não passam fome, pois nas penitenciárias as refeições são oferecidas pelo Estado... Não se pode negar que não haja uma função social no Estado que querem refundar... 

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Two Face

Artur de Oliveira 7 Jul 12

Supostamente eram as "carinhas larocas" que iam salvar Portugal... O George Clooney das Beiras e o Ken de Massamá... No entanto só nos levaram onde estamos, ao Caos.  Eis como as caras da república são dúbias, porque o regime corrompe e leva á ganância e ao engano desde 1910. Quase 103 anos de falsidades, roubos, ditadura e o povo a apanhar por tabela com Chefes de Estado iguais aos macacos que não ouvem, não vêem e nem falam o que devia ser falado.  É triste viver num Portugal dominado por uma república que o povo nunca pediu, imposta e governada ao longo da sua história por oligarcas, tiranos, interesseiros e bandidos. 

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Para entender a crise...

Artur de Oliveira 30 Jun 12

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Para entender as expressões e o quem é quem da crise eis um bom guia aqui... 

 

 

 

 

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Obesidade mórbida

Artur de Oliveira 31 Mai 12

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Caros leitores, peço desculpas, mas hoje, ao contrário do habitual, usarei uma linguagem complexa.

 Num debate com o Ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, no International  Club of Portugal, tive o privilégio de apresentar a recente previsão de um grupo independente e internacional, que também contabiliza a recessão na UE e nos EUA.

 

O pouco tempo que tive não permitiu relatar a metodologia usada, baseada em avançados modelos de qualidade na recolha dos dados, para evitar-se o conhecido “garbage in, garbage out”. Este método foi desenvolvido em Universidades Norteamericanas e aperfeiçoado em Estocolmo. Depois, o modelo matemático foi composto em Stanford. Continuamente revista, a fórmula conta os longos ciclos não apenas gerais, como as curvas de Kondrantieff, mas os específicos para setores-chave e matérias-primas. Considera ainda fatores não económicos, como os sociais e políticos. Usa, portanto, um modelo matemático com muitas células e medições ao longo de muitos anos, para melhor integrar os seus ciclos.

 

Uma das mais importantes e difíceis avaliações é a probabilidade das probabilidades, i.e, a coincidência de várias probabilidades assimétricas e não-lineares influenciarem a probabilidade natural de cada um dos fatores. E usa os early warning indicators de alguns produtos, como os aços especiais usados na fabricação de máquinas operatrizes. Ler mais detalhes metodológicos sff no capítulo 5 do livro PORTUGAL RURAL.

 

Para poder recolher dados do mundo real, visitei, ao longo de 2004 a 2008 umas 500 PMEs e entrevistei outros 480 empresários mais administradores de médias e grandes empresas, antes de escrever a série de livros COMO SAIR DA CRISE.

 

Graças à esta metodologia pude publicar já em 11/11/04, que esta crise viria. No início de 2005 alertei para a implosão da bolsa de Lisboa e no Prós e Contras de 01/03/10 alertei para a revolução na Grécia. Pouco depois sugeri que Portugal saísse do Euro. Então considerado algo totalmente impensável, é hoje tema de debate diário não só em Portugal.

 

PORTUGAL 2014, OS DADOS

 

Usando esta fórmula dinâmica e integrada temos:

 

1. 26% de desemprego, 32% no Algarve, 30% na Região do Porto, no total 1,3 a 1,4 milhões;

 

- consequência: brutal aumento dos custos sociais e da criminalidade, com destruição de património, empenho e civilidade.

 

2. Em 25 anos sucessivos governos reduziram a economia paralela de 55% para uns 30%; em 25 semanas poderá voltar aos 55%;

 

- consequência: forte queda da receita fiscal.

 

3. Entre 100 a 120 mil experientes técnicos e engenheiros lusos emigrarão por ano;

 

- consequência: menor desemprego de curto prazo, mas brutal queda na competitividade de muitos setores exportadores.

 

4. Previsões da NASA: devido às explosões solares, fortes secas e enchentes extremas em 2013;

 

- consequências na agricultura e no património também em 2014.

 

5. Instabilidade política e social na Grécia, Itália, Espanha e talvez França;

 

- consequência: desinvestimento em Portugal.

 

6. Devido ao massivo influxo da moeda Euro sem a equivalente nova produção de bens e serviços, teremos uma inflação crescente, sem crescimento real, a estagflação;

 

- consequência: retração nos investimentos produtivos.

 

7. Devido à má utilização dos fundos europeus nas recentes décadas e mais 12 países pobres na UE, eles exigirão mais recursos para si e menos para Portugal;

 

- Consequência:  QRENs  limitados em 2014.

 

SOLUÇÕES A IMPLANTAR ATÉ 30/06

 

Sabemos que as mudanças estruturais têm fortes resistências que atuam não só ao nível central. É preciso alterar práticas. E nem sempre é possível alterar atitudes. Best practice é o despedimento massivo das chefias do aparelho do estado, como ocorreu em vários países, como nos EUA e no Brasil, há uns 20 a 30 anos.

 

1. A melhor prática é, até 30/06, destituir não 20, mas 100mil funcionários públicos, mesmo tendo que continuar a pagar os seus salários. Pois eles fazem menos mal em casa do que nos efeitos da sua arrogância ou resistência às mudanças, se em serviço. Dê-lhes boa qualificação e um real micro-crédito para empreender ou então emigrar.

 

2. Instituir Observatórios Setoriais Informais, voluntários, onde cada ministro teria um grupo de representantes dos vários players, dos vários setores, da maioria dos distritos, apartidários. Como foi o Conselho de Desenvolvimento Económico-Social do Presidente Lula, que o aconselhou nos detalhes para melhor utilizar o potencial de cada região e permitiu o forte crescimento do Brasil nos últimos 6 anos.

 

3. Dar poder ao Tribunal de Contas para, como em outros países, travar a conta bancária das instituições públicas que não apresentem as suas contas de forma correta e atempada, que não de imediato corrijam irregularidades ou que não estejam a atingir os seus objetivos.

 

4. Avaliar as instituições públicas, por alguma universidade estrangeira idónea, sem cunhas. E assim eliminar por completo, como Tatcher fez, aquelas que não atingem os seus objetivos no mundo real. E delegar às melhores, as atribuições das eliminadas.

 

Todo este trabalho em paralelo levará dois anos para resultar, daí ter que começar neste trimestre.

 

Ofereci ao ministro 4 livros com a lista dos nichos fáceis de exportar e para evitar importações. Podem gerar 147mil empregos no Sul, 162mil nas Beiras e Baixo Tejo, 178mil na Região Centro e 132mil em outras áreas rurais; alguns são alternativos, e assim totalizam uns 490mil, em 24 meses.

 

AMO PORTUGAL! GARANTO: YES, WE CAN,TOGETHER



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Iznogoud no Governo

Artur de Oliveira 7 Abr 12

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Passos Coelho em entrevista á RTP disse que que Portugal poderá não voltar a financiar-se nos mercados já em 2013. Horas depois o Superministro Relvas corrige o seu Primeiro-Ministro, ao dizer que Portugal vai voltar aos mercados em Setembro de 2013. Mas afinal quem manda no Executivo? Será mais uma manobra de Relvas para marcar posição após ter falhado a alteração dos estatutos do PSD no último congresso? Esse senhor que diz que não será mais governante quando Passos Coelho sair do governo, que o acompanha para todo o lado e coisas do género, bem me lembra o vizir Iznogoud que bajulava o Califa pachorrento, mas á primeira oportunidade lá fazia das suas.

 

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