Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]

O Ouriço

MENU

Sangue, suor e lágrimas

Patrícia Vieira 19 Jul 13

Cristo morreu pela Humanidade, e e correto dizer que somos salvos pelo seu sangue!
Cristo era um Lider que tinha como missao neste Mundo dar o exemplo a Humanidade e de salvar o seu POVO, e o seu povo e quem o segue ... Cristo não abdicou da sua luta nem se prostou parado diante das dificuldades nem do grande calice que foi morrer de forma tão violenta para nos SALVAR?!
CRISTO MORREU VITIMA DA iNVEJA porque era Rei !
Ser Rei nao e facil e com dedicação, amor e fidelidade ao seu Povo que se consegue ser um Rei fiel, obidiente aos mandamentos e sobretudo ao seu POVO!
Constatamos que Cristo era isto tudo em muito mais, ele era PERFEITO!
Nenhum de Nos, simples mortais, podera ter a mais menor sombra de duvidas de que perfeitos nao somos mas imperfeitos muito o somos!!
A grande verdade de Cristo esta no seu Amor sem fim e no exemplo que nos mostrou como guia para o dia a dia e para a nossa vida.
O exemplo esta na dedicação, na forma ACTIVA como evangelizava a sua doutrina, caminhando milhares e milhares de quilómetros em pleno deserto e a pé; Cristo foi o perfeito Rei!
Um Rei que lutou sem parar, quase sem apoios e quase sem recursos. Certo e que tinha discipulos mas os mesmos ainda nao tinham nascido de novo, nem pelo batismo nas aguas nem pelo espirito santo, contudo, Cristo nao dependeu dos seus discipulos para prosseguir com a sua missao ue era de ser rei do seu Povo e de salvar o seu POVO nem que para isso custa-se a sua vida.
Cristo também teve "Judas" no seu meio, e obstáculos e perseguições imensas mas alguma vez Cristo parou?! Nao!
Cristo continuou sempre e continua vivo sempre a lutar pelo seu Povo.
Em resumo, o mais importante em Cristo e que ele foi um Rei que liderou o seu povo ensinando-o o caminho a seguir ao inves de se prostar a espera que o seu povo se unisse ou houvesse as condicoes perfeitas para agir; tal coisa nao existe!
Se estivermos a espera das condicoes perfeitas para ter filhos nunca os teremos...
Dai fruto e multiplicai-vos, em Cristo e com Cristo!
Nos dias de hoje exigimos que Cristo seja Cristo, o Nosso Rei a liderar o seu Povo e nao ao contrario!!
Quem tem ouvidos oiça.

Autoria e outros dados (tags, etc)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Holanda esta numa crise profunda, em recessão, com o sector imobiliário parado e uma divida de 250% ao que supera a Grecia nos seus 125%!

A UE "deu" dinheiro aos paises do Sul para pararem de desenvolver a sua agricultura, pesca entre outras coisas; estupidamente aceitamos, e como tal, ha que pagar pelos erros... mas estes senhores no fundo europeu para alem de fascistas/ ditadores vestidos de economistas são uns autenticos agiotas.

A situação da UE e má, mal regulada e incapaz de criar as suas proprias agencias de rating vivendo subjugada aos ataques dos EUA que tentam recuperar a todo o custo a sua economia. A mensagem de que Portugal e a Grecia sao preguicosos e nao trabalham e gastam mais do que devem e erronea e pura propaganda de uma europa nada unida e super feudal!

Portugal devia sair sim do Euro criando uma commowealth portuguesa com as suas ex-colónias que sao agora economias emergentes. Deveremos regressar á agricultura e promover os produtos nacionais, o que não vai ser facil mas no entanto é possivel um dia recuperar a economia e ultrapassar a Alemanha a modo do exemplo da Islândia.

Basta que haja a coragem e determinacao igual ao dos descobrimentos. Interessante, ninguem ouve nada sobre a situação da Holanda com o desemprego a crescer galopantemente, isto porque são aliados da Alemanha e convém convencer que os maus da fita somos nós, os PIIGS.

As nossas divididas devem ser perdoadas assim como perdoamos os nosso devedores, ja assim diz o Pai Nosso!

Autoria e outros dados (tags, etc)

O que há em comum entre Brasil e Europa?

Artur de Oliveira 21 Jun 13

Resposta: Protestos, políticos incapazes e uma sociedade civil emergente a preparar-se para integrar a governação num futuro próximo.



Autoria e outros dados (tags, etc)

Nós e os bancos

Artur de Oliveira 17 Mai 13



Excelente ilustração da fabula da formiga e da cigarra nos tempos actuais pelo ilustrador belga Cecile Bertand

Fontes: Courier Internationale e Expresso

Autoria e outros dados (tags, etc)

Bipolaridade ou mera vigarice?

Artur de Oliveira 23 Jan 13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Carlos Mulas, co-autor do relatório do FMI/ militante anti-austeridade escrevia artigos anti-austeridade(pagos a peso de ouro) para a Fundação Ideas do PSOE, fazendo-se passar por uma senhora chamada Amy Martin. Foi descoberto e demitiram-no do cargo de diretor dessa mesma fundação...

 

Será caso para  caso para dizer que o lado feminino de Carlos Mulas é anti-austeridade e o masculino é a favor da dita cuja?  Ou estamos perante um Artur Baptista da Silva versão castelhana ? Que as crises produzem as condutas mais aberrantes e atraem todo o tipo de aves necrófogas, isso é um dado consumado...

Autoria e outros dados (tags, etc)

Crise artificial com consequências reais

Artur de Oliveira 14 Jan 13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pergunto-me porque é que o BCE não pode emprestar diretamente aos países endividados em vez de ser obrigado a emprestar aos bancos, que por sua vez emprestam aos estados a juros altíssimos...

 

Porque é que os estados financiam os bancos em crise e em troca levam juros e prazos altíssimos bem como ingerência na própria política interna? Mais: Porque o BCE não pode emitir moeda?

 

Estamos perante um jogo viciado, uma crise que aparenta ser fabricada, artificial e contra natura e é caso para dizer: Quando os bancos não têm juízo, o povo é que paga...

Autoria e outros dados (tags, etc)

A Génese da Crise

Artur de Oliveira 4 Dez 12

E foi assim que tudo começou: Fiat Crisis!

 

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

O Estado da Troika VI: Os Neoconservadores

Paulino Brilhante Santos 12 Jul 12

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Alguns setores dos ditos “neo-conservadores” alegaram ter conduzido uma verdadeira “revolução conservadora” nos Estados Unidos e no Reino Unido. Remeto de novo para o que acima se disse acerca do método de decisão e de reforma social típico dos conservadores baseado em intervenções sociais limitadas, gradualistas, por tentativa e erro e de natureza pragmática. O exato oposto a ideias de rotura social profunda e irreversível e menos ainda a uma ideia de transferência de poder definitiva e irrevogável que é essencial à definição de revolução.

 

Os “neo-conservadores” tiveram, porém razão em proclamar que estavam a realizar uma “revolução”. Decerto que tal revolução não poderá ser considerada como conservadora já que, por definição, nenhuma força conservadora age politicamente através de um rotura social deste tipo. Mas efetivamente os ditos “neo-conservadores” e os ditos “neo-liberais” realizaram uma revolução na medida em que lograram uma transferência de poder sem precedentes da esfera económica para a esfera financeira.

 

A banca, finança, seguros, instituições dos mercados de capitais que sempre tinham sido ao longo de séculos instrumentais face às empresas comerciais, industriais e de serviços dos setores da chamada “economia real” tornaram-se dominantes e passaram a controlar toda as economias à escala planetária graças à desregulação, à globalização e à concentração das instituições da alta finança.

 

Os executivos da alta finança, da banca, dos seguros e dos mercados de capitais tornaram-se multimilionários a cada ano com a distribuição de opções de compra de ações e de prémios e bónus anuais que cresceram até à casa das dezenas, centenas e no topo até mesmo ao milhar de milhões de dólares anuais. Mesmo a riqueza dos empresários e principais executivos de empresas de outros setores viria a ser obtida mais com a colocação em bolsa das ações das suas sociedades do que com os lucros e dividendos das suas empresas.

 

Empresas industriais passaram a registar a maior parte dos seus lucros com operações financeiras e de crédito realizadas pelas suas subsidiárias financeiras especializadas, como é o caso notório, entre outros, das empresas automóveis e das grandes produtoras de outros bens de consumo duradouro e semi-duradouro. Toda esta casta de empresários, banqueiros, novos magnatas da “indústria” financeira, executivos bancários, financeiros e dos mercados de capitais iriam rapidamente adquirir uma legitimidade própria na esfera económica enquanto “técnicos” de realizar lucros fabulosos, aparentemente através dos seus talentos, méritos e competências pessoais que careceriam de ser “incentivadas” com elevadas remunerações e reduções de impostos. Isso não obstou, é claro, a que os acionistas destas empresas da alta finança e cidadãos afluentes investidores nos mercados de capitais, desde as tradicionais famílias a novas famílias abastadas, também não tenham lucrado imensamente com esta “revolução conservadora”, ao ponto de cerca de 300 famílias, não mais, controlarem cerca de 54% da riqueza mundial hoje em dia.

 

Temos, pois, assim traçado o rosto do novo poder que emergiu da “revolução conservadora”: “técnicos” da alta finança que representarão aproximadamente 5% da população mundial servindo uma casta de acionistas que representarão cerca de 1% da população do planeta controlando em conjunto mais de 65% da riqueza mundial.

 

Os mais desfavorecidos quase desapareceram do mapa da distribuição da riqueza e as classes médias viram os seus rendimentos na melhor das hipóteses estagnarem ao longo destes anos e na pior diminuírem em termos reais, tendo tido que recorrer ao crédito para manterem o seu nível de vida até à crise do crédito de 2007/2008 lhes ter por fim acabado com este último balão de oxigénio.

 

Hoje, estão a sofrer já reduções nominais dos seus rendimentos atendendo aos “sacrifícios” que “todos” têm que fazer para ultrapassar esta crise e a que se lhe seguiu e ainda está em curso, a “crise das dívidas soberanas” que muito tem enriquecido, contudo, a alta finanças e aqueles que a servem. Nenhuma destas receitas “puramente técnicas” poderia ter sido aplicada e a “revolução conservadora” teria logo soçobrado à nascença se nos aparelhos dos Estados não houvese também “técnicos” a preparar o terreno para que tudo isto tivesse ocorrido.

 

A desregulação, a globalização, a liberalização das trocas comerciais, o fim das autoridades de defesa da concorrência que permitiu vagas sem precedentes de fusões e cisões lucrativas que desmantelaram e destruíram empresas a eito e que criaram monopólios e oligopólios, as lucrativas concessões de serviços públicos, as parcerias público-privadas, a “domesticação” dos sindicatos, etc., tudo isto exigiu hordas de “técnicos” para aplicação desta vasta agenda “puramente técnica” de “reformas estruturais”, ao longo destes últimos 30 anos.

 

Foram políticas públicas prosseguidas por governos de todo o mundo mas que foram assessorados por técnicos baseados nas administrações públicas, em organizações internacionais, em instituições financeiras internacionais, institutos de pesquisas e por aí fora.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Pesquisar

Pesquisar no Blog

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

subscrever feeds