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O Ouriço

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Troikas e baldroikas

Artur de Oliveira 14 Jun 13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A austeridade em Portugal traduziu-se num aumento desmesurado de impostos, segundo a cartilha do FMI, que conduziu à asfixia da classe média em Portugal. O actual executivo obedeceu à Troika como se fosse vassalo de um grande senhor feudal, no entanto,  só agora os governantes estão a tomar coragem para renegociar a dívida e o PR ( que se assumiu como porta-voz não oficial do governo, dizendo o que o executivo não pode dizer) quer o FMI fora da Troika a pretexto das guerras intestinas entre UE e Fundo Monetário Internacional que passam as culpas uns aos outros, sendo sempre os mesmos a pagar:a sociedade civil...

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Uma coisa é certa, no dia seguinte ao discurso de David Cameron a criticar a UE e a ameaçar um referendo á presença do Reino Unido na Europa dos 27, o FMI defendeu o alívio das medidas de austeridade em terras de Sua Majestade. Coincidência ou consequência?

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Bipolaridade ou mera vigarice?

Artur de Oliveira 23 Jan 13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Carlos Mulas, co-autor do relatório do FMI/ militante anti-austeridade escrevia artigos anti-austeridade(pagos a peso de ouro) para a Fundação Ideas do PSOE, fazendo-se passar por uma senhora chamada Amy Martin. Foi descoberto e demitiram-no do cargo de diretor dessa mesma fundação...

 

Será caso para  caso para dizer que o lado feminino de Carlos Mulas é anti-austeridade e o masculino é a favor da dita cuja?  Ou estamos perante um Artur Baptista da Silva versão castelhana ? Que as crises produzem as condutas mais aberrantes e atraem todo o tipo de aves necrófogas, isso é um dado consumado...

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O Reino da Sociedade Civil IV

Artur de Oliveira 22 Jan 13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O mundo ocidental está infectado com o vírus do neoliberalismo, teoria que como é obvio nos trouxe os dissabores e problemas que enfrentamos (não todos mas muitos deles, certamente). E apesar da cegueira conveniente, até a troika reconhece hoje que sem produção, sem que o país cresça, não pode haver prosperidade económica, consumo e receita. Mas é ainda preciso que tal lapalissada fique clara para todos… e a UE parece mais neoliberal que o FMI.

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Crise artificial com consequências reais

Artur de Oliveira 14 Jan 13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pergunto-me porque é que o BCE não pode emprestar diretamente aos países endividados em vez de ser obrigado a emprestar aos bancos, que por sua vez emprestam aos estados a juros altíssimos...

 

Porque é que os estados financiam os bancos em crise e em troca levam juros e prazos altíssimos bem como ingerência na própria política interna? Mais: Porque o BCE não pode emitir moeda?

 

Estamos perante um jogo viciado, uma crise que aparenta ser fabricada, artificial e contra natura e é caso para dizer: Quando os bancos não têm juízo, o povo é que paga...

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Na época Clássica de Atenas os cidadãos estavam isentos do pagamento de impostos. Por outras palavras; não contribuíam para o erário público. Os Atenienses consideravam o pagamento de taxas ou impostos uma tirania, e procuravam eximir-se sempre que possível. Então, de onde provinham os meios para financiar a "res pública"? Das cidades conquistadas. Do pagamento oneroso dos súbditos subjugados à força, tornados reféns vitalícios. Curioso como a história se repete. Curiosa como a estória se inverte. Esse comportamento evasivo parece ter migrado para os dias de hoje, o nosso tempo; não tenham dúvidas, os Gregos praticaram sem pudor a evasão fiscal nas últimas décadas o que contribuiu para a sua ruína. E eis a ironia do destino. A Grécia é hoje um território conquistado pela Alemanha que a obriga a pagar a dízima -  a outra face da mesma moeda.

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