Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]

O Ouriço

MENU

Os cidadãos agrilhoados

Artur de Oliveira 5 Mai 16

13124478_1012637668819217_6812750437144448802_n.jp

Tal como Prometeu, na lenda grega somos agrilhoados pela constituição da III República que se diz democrática e foi feita por "anti-fascistas", no entanto não dá aos cidadãos o direito de a referendar. Pois julgam-se os constitucionalistas e os defensores deste regime os deuses do Olimpo e nós meros mortais sujeitos aos seus caprichos. Poucos portugueses conhecem os seus direitos, mas a maioria conhece (de)mais os seus deveres. No entanto, aqui vai um trecho daquilo que nos injustiça e ainda por cima nem os próprios complicacionistas vulgo constitucionalistas se entendem quanto aos conteúdos: - "Referendos" Ponto 4: -"São excluídas do âmbito do referendo:" Alinha a: -"As alterações à Constituição;" Consequentemente impede que o por iniciativa popular que seja alterado o Artigo 288 "Limites materiais da revisão" "As leis de revisão constitucional terão de respeitar:" (...) alinha b: - "A forma republicana de governo;"

Autoria e outros dados (tags, etc)

FB_IMG_1453331343505.jpg

Assim se prova como o Tribunal Constitucional serve somente aos interesses dos barões feudais dos grandes partidos que os nomeiam. Esta é a república. Dia 24, votemos nulo, branco ou abstenhamo-nos para mostrar a esta gente que este regime não serve os cidadãos. Alternativa só há uma: cidadania que rima com democracia e monarquia.

A lista dos barões ( e de representantes de barões) que ansiaram e voltaram a ter os seus privilégios feudais de volta em detrimento de idosos com os subsídios cortados e jovens sem esperanças de futuro com empregos miseráveis, já é conhecida mas convém recordar e dar o nome aos carrascos do futuro, os príncipes da república: Maria de BelémRoseira (PS e candidata a presidente da república) Alberto Costa (PS), Alberto Martins (PS), Ana Paula Vitorino (PS), André Figueiredo (PS), António Braga (PS), Arménio Santos (PSD), Carlos Costa Neves (PSD), Celeste Correia (PS), Correia de Jesus (PSD), Couto dos Santos (PSD), Fernando Serrasqueiro (PS), Francisco Gomes (PSD), Guilherme Silva (PSD), Hugo Velosa (PSD), Idália Serrão (PS), João Barroso Soares (PS), João Bosco Mota Amaral (PSD), Joaquim Ponte (PSD), Jorge Lacão (PS), José Junqueiro (PS), José Lello (PS), José Magalhães (PS), Laurentino Dias (PS), Miguel Coelho (PS), Paulo Campos (PS), Renato Sampaio (PS), Rosa Maria Albernaz (PS), Sérgio Sousa Pinto (PS) e Vitalino Canas (PS) . O Centrão de Baixo no seu melhor!

Autoria e outros dados (tags, etc)

As ideologias são grilhões

Artur de Oliveira 16 Mai 14























As ideologias são grilhões para a sociedade civil livre e portanto para uma sociedade verdadeiramente democrática. O que são os partidos senão o espelho dos interesses que os patrocinam (grandes ou pequenos?). Porque haveremos de nos submeter a oligarquias onde se transita de grandes empresas para os partidos e vice-versa?Por isso sou monárquico, porque o Rei não tem ideologia nenhuma a não ser os cidadãos. Venha o combate da cidadania e não nos submetamos mais a ideologias que nos cegam, dividem e nos empobrecem em todos os sentidos.

Autoria e outros dados (tags, etc)

As últimas semanas têm sido férteis em notícias sobre as próximas eleições europeias. Desde novos partidos que se anunciam aos cabeças-de-lista dos partidos habituais que ficamos a conhecer.

No meio de todo este noticiário o Partido Socialista apresentou uma proposta de lei sobre o voto electrónico da autoria do deputado José Magalhães, que inclui uma tentativa de resolução do litígio, que opôs a Comissão Nacional de Eleições (CNE) ao Regulador dos Media (ERC) nas últimas autárquicas, a propósito da realização dos debates eleitorais.
Em Democracia, informar, ser informado e estar informado são partes de um todo que chamamos direito a informação que assegura um outro princípio, o da liberdade (responsável) de Imprensa.

Estes Princípios enformadores da Democracia são tão importantes quanto o voto electrónico – que permitirá a participação de muitos abstencionistas contra vontade – e por isso merecem por parte dos legisladores todo o interesse e celeridade para alterar leis que datam dos anos da revolução, quando a Internet era um segredo de estado (norte americano) e a fibra óptica um processo inovador e caro de transmitir informação.

Hoje é impossível conceber eleições sem informação e sem debate de ideias. Este é o ponto fulcral para assegurar o acesso aos meios de difusão pública. Difundir ideias gastas e caducas, só por que sim, conduz ao cansaço, ao descrédito e ao abstencionismo; difundir ideias inovadoras e capazes de mostrar caminhos para o futuro, com alternativa, realidade e esperança, conduz à vontade de participar, ao voto.

Esta tem de ser a visão nuclear do problema que se põe aos políticos e a que os editores de jornais e revistas, radiodifusores e produtores de informação digital não podem ficar alheios.

A solução encontrada no caso das autárquicas - a não realização de debates - é contra a natureza da democracia; os filósofos sabem que a grande e desordenada quantidade de ideias e informações conduz a um caos, que obriga a uma entropia que não pode ser regulada, tem de ser mediada e estruturada de acordo com os interesses dos cidadãos.

Esse é o desafio que deve conduzir a um modelo equilibrado e razoável de utilização do tempo de emissão de rádio e de televisão e do espaço de edição, seja analógico seja digital.

A natureza e a importância das coisas sobrepõem-se sempre à construção forçada de soluções: o debate que há anos põe frente a frente num canal de televisão Assis e Rangel (cabeças de listas, candidatos às próximas europeias), já fazia parte de uma campanha eleitoral ou as eleições são apenas um dos temas da política que os dois protagonistas têm de analisar?

Se a miopia reguladora não muda, o canal de televisão em causa poderá ainda ser obrigado a conceder aos outros cabeças de lista para as próximas eleições europeias o absurdo das mesmas horas de emissão, que ao longo do tempo concede aos dois políticos em causa?

Que se cuide a Democracia, pois nada há mais difícil do que procurar um caminho com quem não quer ver…

Autoria e outros dados (tags, etc)

Sentido de Estado XIV

Artur de Oliveira 3 Mar 14

















«Podia-se pôr na lei que um candidato a Presidente da República, ou a Presidente de Câmara, ou a um cargo público importante tivesse de fazer testes médicos e psicotécnicos antes de ser candidato. Estou convencido que tivemos governantes em Portugal que teriam chumbado nos testes psicotécnicos, alguns bem recentes. Fazer testes de cultura geral também é muito importante. Criou-se em Portugal clubes políticos, no qual não é muito fácil ser-se sócio, é muito difícil subir lá dentro, e só aquela elite que lá está é que escolhe os candidatos. E, aí, cria-se a distorção do que é realmente a democracia».

D. Duarte de Bragança

Autoria e outros dados (tags, etc)

Sentido de Estado XIII

Artur de Oliveira 10 Fev 14

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

"Faz todo o sentido comparar o progresso das Monarquias Europeias de hoje, com o nosso atraso por sermos uma república".

Dom Duarte de Bragança

Autoria e outros dados (tags, etc)

Sentido de Estado XII

Artur de Oliveira 21 Jan 14



"Temos de ser todos nós, o país inteiro, a tentar resolver esta crise e não podemos ficar à espera que a solução venha do Estado"

Dom Duarte de Bragança

Autoria e outros dados (tags, etc)

Sobre o Panteão Nacional e Eusébio

Artur de Oliveira 9 Jan 14

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A morte de Eusébio caiu que nem ginjas para o regime (governo, oposição) e quiçá para a Troika. Enquanto o povo se distrai com o (mais que justo) pranto pelo grande King, os governantes e oposição ficam todos bem na fotografia ao terem comparecido no velório e no funeral e na unanimidade em relação á ida de Eusébio para o Panteão Nacional e as suas agendas (discretas mas não secretas) de luta pelo poder, avançarão. Se o Benfica pagasse a trasladação do Eusébio, ia dar uma chapada de luva branca aos barões feudais deste regime. Uma coisa é certa, está cada vez mais difícil enganar os cidadãos e após o luto seguirá a vida normal e o combate pela cidadania.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Sentido de Estado XI

Artur de Oliveira 5 Dez 13

Autoria e outros dados (tags, etc)

Sentido de Estado IX

Artur de Oliveira 24 Out 13

"O Chefe de Estado independente pode mais facilmente ajudar os governos e controlar alguns desvios dos governos do que um político nomeado Chefe de Estado, normalmente nomeado pelos partidos políticos"

 

Dom Duarte de Bragança em entrevista á Televisão de Macau (TDM), Outubro de 2013

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Pesquisar

Pesquisar no Blog

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

subscrever feeds