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O Ouriço

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Empreendedorismo e desemprego em Portugal

Artur de Oliveira 29 Fev 16

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Revolução Industrial 2013

Patrícia Vieira 17 Jun 13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Seria bom que existisse um Portal Interactivo do Governo para os cidadãos, do género facebook, visto que  a importância das redes sociais é  maior e cada vez mais uma realidade, por vezes, assustadora. Foi pelo facebook que revoluções se iniciaram e regimes corruptos cairam recentemente mas acredito que tambem possa unir as pessoas e os seus governantes e dar a oportunidade aos portugueses de interagir mais e melhor e tornarem-se membros mais activos na governação.

Constacta-se que os portugueses reclamam demasiado mas pouco participam nas eleicoes e na vida politica activa do Pais.

Esquecendo muitas vezes da opressao que sofremos no passado e o quanto importante e o facto de hoje podermos ter a liberdade de falar abertamente sem, na maioria dos casos, sem censura!

 

Acho que uma maneira que do nosso país  combater a crise que se vive por este mundo fora, residee no uso correcto dos recursos do governo.

Eu ja nao tenho ilusões de juventude, os lobbies para os boys vao sempre existir, mas pode-se criar uma serie de mudanças, por exemplo nos subsídios de desemprego e nos pacotes de incentivo das empresas.

A  tão polemica lei do trabalho que gerou tanta confusão entre os partidos mais á esquerda e os mais liberais de direita sem dúvida é uma mais valia para as empresas poderem ter a flexibilidade necessaria de, com estrategia e honestidade, conseguirem manter-se no negocio sem terem de  pagar indeminizações monstruosas por terem de despedir os empregados.

Eu vivo na Austrália e tenho empresa aqui, e estou na luta tambem para me manter em negocios todos os dias, e sei que podr vezes o volume de trabalho nao justoifica a presenca de determinado numero de empregados, e como tal, nessas fases tem de se reduzir o número  de trabalhadores para se manterem os custos a um nivel suportável. Os sindicatos nem sempre são realistas quando tentam defender os direitos dos trabalhadores.

No caso de Portugal, com empresas a fechar galopantemente e a reduzir-se o nível de produção e riqueza do Pais, seria uma boa iniciativa se o governo ao invés de estar a pagar o subsídio a um cidadao que vai estar inactivo por algum tempo e a perder competências, poderia pagar o subsidio mas o empregado manteria-se a trabalhar na mesma empresa como incentivo para a empresa e para a produção nacional.

Obviamente, estas situacoes teriam de ser monotorizadas regularmente e as empresas após mostrarem lucros compatíveis com as novas contratações de empregados, passariam a contractar o  tal empregado que nunca deixou de trabalhar nem de perder competências e portanto, passariam a contribuir para a produção nacional. A empresa teria assim uma ajuda do governo para poder competir com os seus niveis de produtividade quando antes estava perante o risco de insolvência e/ou prejuizos.

 

 

Se agirmos assim como sociedade poderemos e conseguiremos establecer Portugal d enovo como uma nova potencia.

Parece-me que os niveis de desemprego em Portugal sao demasiado elevado e parece-me que o governo ja gasta imenso com beneficios e subsídios que acabam por ser um investimento morto para o Pais, mas no entanto,  atraves da ideia acima transposta poderão  ser um investimento positivo para a produçãoo nacional e um incentivo para a nova revolução industrial portuguesa.

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A insónia de Relvas

Artur de Oliveira 18 Fev 13

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Já em 01/03/10 eu disse no Prós e Contras da RTP que Portugal estava não só em crise, mas em depressão, que é uma longa recessão. Disse que os problemas não eram só financeiros, mas sobretudo estruturais. Que os países que enfrentaram problemas similares levaram oito anos ou mais para superá-los. Escrevi pouco depois que precisaríamos uns 160 MM Euros para superá-los, sem criar um abalo social.

 

No documento entregue ao Sr.Ministro da Economia no debate que  tive com ele há umas 4 semanas, mencionei a previsão de 11 experts internacionais, que Portugal em 2014, ceteris paribus, i.e, se continuar as atuais práticas económicas e sobretudo fiscais, terá um desemprego de 26%, uma criminalidade muito elevada, a perda de 100 mil engenheiros e bons técnicos por ano e um aumento da economia paralela de 25% para 55%, o que significa uma enorme perda de competitividade e da receita fiscal.

 

Em poucas semanas todos os dados publicados e não publicados apontam para tais previsões. Pois o INE não publica as curvas de exportações de longo prazo para mostrar a sazonalidade anual e plurianual das nossas exportações. Nem as correlata com o crescimento actual e futuro da actividade económica dos nossos clientes. O INE ignora as previsões dos operadores de turismo, que apontam para uma ligeira queda do número de turistas, mas uma brutal queda da receita total, ao mesmo tempo que a oferta de camas não-oficiais aumenta e assim a economia paralela neste setor e assim o círculo vicioso de ainda mais descontos.

 

Não preciso enumerar todos os erros de cálculo deste e dos anteriores governos. Com autoestradas quase não-transitadas; com projectos mirabolantes de aeroportos, sem ouvir as empresas aéreas que apontavam para aeronaves maiores e um mínimo aumento de poisos. E agora a decisão do Tribunal Constitucional. Porque é que não se despedem chefes intermédios, burocratas que só atrapalham?

 

É pena que estes respeitados economistas só agora, após dois anos, vêm confirmar as minhas previsões. É pena que não mais temos por cá estadistas que possam ter a coragem de fazer o que é necessário. Precisamos de uma Dama de Ferro lusa, uma nova Santa Isabel, uma verdadeira estadista que ponha os interesses do povo acima dos de um restrito grupo que diz sim às ordens do exterior, na esperança de serem Comissários da UE ou e(x)spertos do FMI.

 

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O regresso á (dura) realidade

Artur de Oliveira 28 Jun 12

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Na crónica de Ricardo Araújo Pereira na Revista Visão desta semana, pode ler-se o seguinte:

 

É infalível: selecção que faça brilharetes nos campeonatos internacionais obtém o respeito do resto do mundo. Repare-se no exemplo da Grécia: venceu o campeonato da Europa em 2004 e, hoje, o seu povo é tido na mais alta consideração. Os gregos mostraram que eram um povo honesto, corajoso e trabalhador, e qualquer pequeno problema que eventualmente possa haver com as finanças do país é desvalorizado quando os responsáveis da União Europeia e do FMI recordam o que Zagorakis e seus pares fizeram, há oito anos, em Portugal.

Os próprios espanhóis, que são campeões da Europa e do Mundo, têm um quarto da população no desemprego, mas esses são desempregados que podem comer um bocadinho do orgulho que foram ganhando naqueles campeonatos, e dar aos filhos a alegria de viver num país cuja selecção de futebol vence bastantes jogos.

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DEZempregos

John Wolf 14 Jun 12

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dezempregos é o que grassa a partir de certo nível de influência política.

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