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O Ouriço

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Subvenções: Os 400 da III República

Artur de Oliveira 11 Out 13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ao contrário do que diz Ângelo Correia (num claro recado ao seu aprendiz que é o actual PM numa agenda bem conveniente porque neste fim de semana é que se discute em Conselho de Ministros os cortes das subvenções),  não é demagogia cortar as subvenções vitalícias aos cerca de 400 políticos e ex-políticos, por razões muito simples:

1- O dinheiro não lhes vai fazer falta pois já conseguiram muitos negócios que lhes permitem viver desafogadamente, independentemente da forma como os conseguiram.

2- porque não é justo cortarem pensões a idosos, subsídios de desemprego, pensões de viuvez e sobrevivência e uma carga fiscal elevada sobre a classe média que já está demasiado comprimida (e até deprimida) com muitas famílias a passar fome e no desemprego e deixarem que os senhores políticos não contribuam para tirar o país da crise.

3- Alguns dos 400 subvencionados são suspeitos de estar envolvidos em escândalos de corrupção (como o fax de Macau, BPN, entre outros) e só isso devia merecer por parte dos mesmo s uma atitude de contrição e todos deviam apoiar estes cortes, nem que seja por um mínimo de ética perante o sofrimento da sociedade civil fustigada pela austeridade.

4- É um custo anual de 10,6 milhões e quando os subvencionados chegam aos 60 anos de idade, o custo individual duplica.

 

Haveriam mais razões, mas o vídeo que se segue revela quem são os 400 subvencionados e os seus percursos, o que dará margem a conclusões bastante óbvias...  

 

 

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Novos programas de debate político

Artur de Oliveira 21 Mar 13

Consta que vai haver um programa de debate político com personalidades idóneas como Isaltino Morais, Armando Vara e Dias Loureiro moderado por Carlos Cruz...

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BPN nunca mais II

Artur de Oliveira 6 Fev 13

A história da mega-fraude do BPN que custou caro a todos nós... O BPN foi o banco por excelência da III Republica e do PSD.
O PS de José Sócrates, ao nacionalizá-lo, socializou as perdas e privatizou os lucros.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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BPN nunca mais

Artur de Oliveira 4 Jan 13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Para que o caso BPN não se volte a repetir convém nunca esquecer o que se passou, ainda por cima quando aparentemente o governo está em vias de nacionalizar o BANIF.

 

 É bom que tenhamos todos (governantes, partidos, sociedade civil) em conta que os maus exemplos por vezes são bons para não voltarem á vida noutros moldes. 

 

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Onde para o dinheiro do BPN?

Artur de Oliveira 13 Jul 12

 

 

 

E é o dinheiro dos nossos impostos que paga a má gestão? Devíamos dizer todos: Eu não pago! Quem fez a gestão danosa que pague seja em dinheiro ou em anos de cadeia... 

 

 

 

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Profissão: Ex-governante

Artur de Oliveira 10 Jul 12

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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BPN: Não há inocentes

Artur de Oliveira 15 Mar 12

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nesta história do BPN a culpa só morre solteira se quisermos. Todos têm algumas culpas no cartório. Desde os gestores do banco, passando pelos responsáveis pela sua nacionalização duvidosa e por todos os envolvidos e suspeitos do processo (mesmo os que foram ilibados, pois sabemos as dúvidas que a Justiça cá em Portugal levanta quanto ao seu funcionamento). Mesmo aqueles que permitiram a venda do banco antes sequer de uma comissão de inquérito e em condições altamente suspeitosas, mesmo esses têm a sua quota de culpas. E são casos como este que vão apodrecendo os alicerces da política portuguesa, enegrecendo a classe dos políticos (que devia ser das mais transparentes) e contribuindo para o descrédito do Regime, e para a necessidade de uma transição para mudar de paradigma político e de mentalidade em Portugal.

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É que o Cavaco está mesmo a reinar com o povo.

João Gomes de Almeida 23 Jan 12

O Rui Rocha cedo reagiu a todos os monárquicos que aproveitaram as declarações do Presidente Aníbal para lembrarem que não foi o povo que decidiu que o país seria melhor governado em república. Até aqui penso que todos concordamos que estou apenas no registo dos factos.

 

Segundo o escriba do Delito de Opinião, a monarquia também falha. Para o comprovar, exemplificou com o caso espanhol de Iñaki Urdangarin, genro do Rei, que ao que parece se meteu numas trafulhices - como se de um Dias Loureiro se tratasse.

 

Já que falei de Dias Loureiro, vamos lá recordar algumas trapalhadas do nosso presidente eleito e dos seus amigos - bem mais graves do que brincadeiras com bolos reis e reformas. O que aconteceu à malta do BPN? Foram presos? Ficaram pobres? Para já não. E já agora, o que aconteceu a Iñaki Urdangarin? Parece que está ser investigado, foi afastado da Casa Real, foi suspenso da fundação onde trabalhava, perdeu o uso do título nobiliárquico e será julgado como um qualquer espanhol. E espante-se o Rui Rocha: não se trata de um amigo do chefe de estado, mas sim do marido da sua filha. Será que o Rui ainda quer continuar a usar este exemplo?

 

A verdade é que os republicanos podem perder o tempo que quiserem a investigar as declarações públicas de todos os monarcas da Europa e não irão certamente encontrar nenhuma tão patética como a que foi proferida pelo Presidente Aníbal.

 

Ter um rei significaria duas coisas importantes para o futuro de Portugal: em primeiro lugar teríamos alguém preparado desde de tenra idade para não dizer disparates destes, em segundo é que teríamos alguém verdadeiramente independente dos partidos políticos e do poder económico, para ser um verdadeiro moderador do sistema - como o chefe de estado deveria ser.

 

O Rui Rocha acha justo que num jogo de futebol o árbitro seja nomeado pela equipa que tiver mais sócios?

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