Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]

O Ouriço

MENU

Sobre o 25 de Abril

Artur de Oliveira 18 Abr 14






Não tenho nada contra o 25 de Abril, mas a propaganda que se faz na RTP é o grito do cisne de um regime moribundo governado e presidido por uma direita desonesta que pensa que somos parvos e na oposição temos uma esquerda cassette e aldrabona. Monarquia já para voltarmos a ser portugueses de direito, que tal?

Autoria e outros dados (tags, etc)

Sentido de Estado XIII

Artur de Oliveira 10 Fev 14

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

"Faz todo o sentido comparar o progresso das Monarquias Europeias de hoje, com o nosso atraso por sermos uma república".

Dom Duarte de Bragança

Autoria e outros dados (tags, etc)

Sentido de Estado XII

Artur de Oliveira 21 Jan 14



"Temos de ser todos nós, o país inteiro, a tentar resolver esta crise e não podemos ficar à espera que a solução venha do Estado"

Dom Duarte de Bragança

Autoria e outros dados (tags, etc)

Sentido de Estado X

Artur de Oliveira 28 Out 13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os primeiros dezasseis anos da República foram de uma violência incrível – muitas mortes, perseguições a toda a gente que não estava ao lado do Partido Republicano, uma grande perseguição à Igreja e aos católicos, igrejas roubadas, casas paroquiais roubadas. A 2ª República, que durou quarenta e tal anos, recuperou a economia, recuperou a dignidade nacional, mas não foi capaz de criar um sistema político viável. O sistema político estabelecido pelo professor Salazar não era viável no mundo de hoje e mesmo já naquela época. Ao contrário de Franco, que organizou o regresso da Monarquia, Salazar nunca se decidiu. Depois, a 2ª revolução republicana foi desastrosa. As pessoas ainda acham que merece fazer um feriado no 25 de Abril e, no entanto, quais foram as consequências!? Centenas de milhares de mortos em África – em Timor então foram 200 mil mortos, – a economia portuguesa recuou dez anos e, provavelmente, a questão de Macau não foi bem resolvida. Estou até convencido que o Primeiro-Ministro Deng Xiaoping tinha uma outra alternativa de transição muito mais interessante. A 3ª República, ao fim destes anos, gastou todo o dinheiro que recebeu e colocou outra vez o País na bancarrota. Três Repúblicas que falharam. As pessoas deviam começar a pensar se não será culpa do sistema republicano.

 

Dom Duarte de Bragança em entrevista ao semanário macaense "O Clarim" publicada em 25/10/13

 

 

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Sentido de Estado VIII

Artur de Oliveira 30 Jun 13

"O Governo deve criar condições para incentivar os produtores privados (ou, pelo menos, não os desincentivar! E para captar novos investidores. Pode faze-lo através de vários instrumentos, como uma política fiscal adequada que ajudará bastante as
empresas, nomeadamente as exportadoras, e deve assegurar o bom funcionamento do setor financeiro para dar acesso ao credito aos projetos validos."


S. A. R. o Senhor Dom Duarte ao Jornal Vida Económica de 28 de Junho de 2013, Suplemento 100% Alto Minho, páginas centrais.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Sentido de Estado VII

Artur de Oliveira 12 Fev 13


Segunda parte da entrevista a Dom Duarte na ETV... 


Autoria e outros dados (tags, etc)

Sentido de Estado VI

Artur de Oliveira 11 Fev 13

Autoria e outros dados (tags, etc)

O Reino da Sociedade Civil III

Artur de Oliveira 21 Jan 13

 

Acredito que um rei pode sair mais barato ao povo português do que qualquer presidente que possamos vir a ter; acredito que a sua isenção e imparcialidade podem ser essenciais para a boa governação da res publica; acredito que o peso histórico da sua origem é ligação directa à raiz, à génese do ser português. E para um rei regressar ao poder, em Portugal, precisamos de pensar e agir em conjunto, como povo e como nação, contra os lobbys e interesses instalados das oligarquias internas e externas que subjugaram o nosso país. Esta aliança entre a Coroa e o povo não é recente. Era assim em Portugal antes de 1910. E é este, a meu ver, o caminho para se tentar dar um rumo alternativo a Portugal, que o ponha a salvo de novas tormentas.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Sentido de Estado V

Artur de Oliveira 4 Jan 13

 

O Estado moderno não se pode substituir ao sector privado na criação de riqueza e não pode ceder à tentação de intervir em tudo.

 

O Estado social moderno deve dar apoio aos mais desfavorecidos. Quanto menores forem os desperdícios, maior será a proporção da riqueza que chegará a quem precisa.

 

Para isso, não podemos ter uma sociedade toda subsidiada; não podemos ter um sector empresarial subsídio-dependente.

 

Como representante e chefe da Casa Real Portuguesa, é esta a reforma de Estado que preconizo.

 

Um Estado que siga e imponha o direito, um Estado que apoie os mais desfavorecidos, um Estado eficaz, um Estado que fomente o desenvolvimento, um Estado que olhe o futuro, um Estado de e para todos os portugueses

 

Se as monarquias democráticas actuais existem e têm um papel fundamental é porque nelas o exemplo vem de cima.

Importa prestar atenção à clara demonstração das nossas verdadeiras capacidades que é dada pelo sucesso que os portugueses obtêm no estrangeiro !

 

 

Dom Duarte de Bragança

Excerto do discurso do 1º de Dezembro de 2012

Autoria e outros dados (tags, etc)

Sentido de Estado IV

Artur de Oliveira 21 Dez 12

Há muitos anos que venho denunciando o nosso modelo errado de “desenvolvimento sem progresso”, sem uma visão global do futuro.

Por todo o País, tenho encontrado exemplos de pequenos e grandes empresários de sucesso, alguns reconhecidos internacionalmente.


A burocracia estatal e a lentidão da justiça têm provocado graves entraves a quem quer produzir. Temos que exigir mais ao Estado. Mais responsabilidade, mais respeito pelos governados que o sustentam, e, acima de tudo, mais dignidade.

 

Precisamos urgentemente de um Estado moderno e eficiente, que assegure a nossa soberania e a ordem interna, garantindo a oferta de bens públicos em sectores essenciais e a regulação e estímulo à actividade económica nos restantes, de forma a propiciar o crescimento das empresas e a oferta de emprego.


Precisamos de um Estado que seja o primeiro a dar o exemplo, pagando a tempo e horas, bem como assegurando que os investimentos e gastos públicos sejam racionais.


´


Dom Duarte de Bragança

Excerto do discurso do 1º de Dezembro de 2012

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Pesquisar

Pesquisar no Blog

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

subscrever feeds