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O Ouriço

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Os filhos e os enteados da República

Artur de Oliveira 14 Ago 14

A república portuguesa neofeudalista, a tal república de condes de que falava Hipolito Raposo, persiste nos privilégios a certas famílias. Pois os filhos dos oligarcas e políticos do grande centro são sempre preferidos e os cidadãos não passam de meros enteados preteridos. Até quando?

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Durão, o Camaleão.

Artur de Oliveira 15 Abr 14

Aparentemente Durão Barroso é tudo o que é mais conveniente para si conforme o contexto temporal e circunstancial: maoista, social democrata, monárquico, defensor dos interesses da Pátria, defensor dos interesses de Angela Merkel, pseudo-candidato a presidente da república.  Só que os portugueses estão a deixar de ter memória curta

 

Este tesourinho do período do PREC é apenas um exemplo: 

 

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A estratégia do Mea Culpa

Artur de Oliveira 6 Jun 13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A estratégia do mea culpa continua... Tanto o FMI como a Comissão Europeia e Angela Merkel sabem que a austeridade exceliana  falhou e querem evitar mais conflitos sociais e que se mantenham certas pessoas em lugares-chave... Mas claro que vão rolar cabeças. Não é preciso estar na reunião do Clube Bildeberg para saber isso.

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Consta que...

Artur de Oliveira 17 Mai 13

Durao Barroso esta prestes a ser substituído por falta de pulso na crise financeira na UE, por pressão alemã e talvez o senhor que se segue seja Mário Monti.
Em casa em que não há pão, toda a gente ralha e ninguém tem razão. Em ano de eleições, Angela Merkel faz-se de santinha e atira as culpas á Troika e á Comissão Europeia e pelos vistos arrumara o balneário da Comissão Europeia. Mudanças cosméticas? O futuro o dirá.

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Foram precisas manifestações de cidadãos, o CDS bater o pé, erros do Gaspar, o Relvas sair, os chumbos do TC para o primeiro ministro finalmente abrir a pestana e fazer o que já devia ter feito desde o início do mandato. Achei graça ao facto da comunicação do PM ter tido a bandeira da UE no fundo e não a bandeira nacional (perdoem-me Angela e Durão). Foi piegas, realmente...

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Piada do dia,senão do ano ou da década...

Artur de Oliveira 12 Out 12

A União Europeia vai receber  o prémio Nobel da Paz... Estamos a falar da mesma UE ou é a UE de um universo alternativo?

 

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O Estado da Troika VIII: A Comissão Europeia

Paulino Brilhante Santos 30 Set 12

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Comissão Europeia tem vindo a reforçar o caráter que sempre teve de uma instância tecnocrática dominada por economistas, financeiros e outros técnicos e especialistas que, depois de terem feito parte ativa do “Consenso de Washington” têm sempre perfilhado a cartilha económica mais “neo-liberal” possível em todos os domínios da sua atuação. Em parte, essa postura é compreensível já que o papel histórico da Comissão Europeia consistiu em reforçar a integração económica europeia, criar primeiro o Mercado Único Europeu, depois o Espaço Económico Europeu e mais tarde lançar o Euro. Todas estas tarefas, naturalmente, exigiram a adoção de medidas extremamente “neo-liberais”- em sentido impróprio- adotadas neste caso no âmbito da União Europeia, dado que foi preciso proceder ao desmantelamento de milhares de barreiras a essa integração económica europeia e que obstavam à livre circulação de pessoas, capitais e mercadorias. Assim, é natural, até certo ponto que a cultura organizacional da Comissão Europeia tenha um cunho marcadamente “neo-liberal”. Porém, na situação atual em que essas tarefas originais da Comissão Europeia se encontram praticamente concluídas, seria de toda a conveniência que esta importante e crucial instituição europeia se reorganizasse e tentasse mitigar os excessos de tal cultura “neo-liberal” que no atual estádio de desenvolvimento da União Europeia já não se justificam.

 

 

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O autor Ian Bremmer que assina o livro The End of the Free Market, acaba de publicar mais uma obra de particular interesse para o entendimento do actual descalabro das alianças estratégicas ou uniões políticas. O livro, Every Nation for Itself - Winners and Losers in a G-Zero World, promulga de um modo directo, a transição de um mundo alicerçado em entendimentos "firmes", resultante dos (des) equilíbrios do pós 2ª Grande Guerra e consubstanciado em instituições sagradas como o FMI, o Banco Mundial ou a ONU, para uma nova realidade de um "salve-se quem puder", o quadro de "lideranças limitadas" pela crise que debilitou seriamente a capacidade dos Estados em projectar o seu poder nas esferas financeira, económica, militar ou política. O recente arrufo do presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, no contexto da cimeira do G-20 que se realiza em Los Cabos, Mexico, relativamente ao alegado paternalismo Americano, exprime as dores de "nascimento" de um paradigma de substituição, baseado em grande parte, na "internalidade" dos desafios, nas problemáticas domésticas por oposição a uma doutrina globalista, "mutualista" crente na vocação transnacional de uma força maior, uma espécie de Big Mother a que se apela para salvar das falências ou rompimentos dos cordões à bolsa. Neste contexto, a União Europeia, que se vê forçada a crescer e assumir a sua maioridade, terá de entender que a resolução de grande parte dos problemas, dependerá de si e da vontade em corporizar-se numa federação de facto. A União Europeia terá de se servir dos seus próprios argumentos concepto-ideológicos, do seu manancial político e social para apresentar respostas válidas. No meu entender, a Democracia não é passível de ser ensinada em ambientes de G-Force, G-20 ou G-Zero.

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Morrer da cura

Artur de Oliveira 16 Mai 12

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Segundo Vivien A. Schmidt no seu mais recente artigo no Telos, "o principal problema para a democracia europeia está nos processos de tomada de decisão que combinam uma abordagem tecnocrática com um intergovernamentalismo excessivo."

 

Na conclusão do seu artigo, Vivien A. Schmidt afirma que "o que a Zona euro precisa agora não é apenas de novas políticas e melhor de liderança no seio da Conselho Europeu, mas também um Parlamento mais envolvido e um Presidente da Comissão Europeia mais político, derivando a sua legitimidade uma eleição, para que o Conselho não é mais o único a decidir, á pressa, o destino da área do euro e, consequentemente, da União Europeia. "

 

As consequências para os países da zona Euro são nefastas, pois está-se a querer curar um cancro(a dívida) numa certa parte sensível do organismo europeu com doses massivas de quimioterapia (aumento de impostos) e de radioterapia (redução brutal de postos de trabalho através da eufemística flexibilização), o que diminui o poder de compra e enfraquece os orgãos mais debilitados.

 

Esquecem-se que a tal cura neoliberal pode-se alastrar ao organismo todo e que mais depressa se morre da mesma do que do cancro em si.


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