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O Ouriço

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Deixem-se de rodeios, consensos e rupturas. O país com que deparamos é um "Estado" de emergência. Chegou o momento de passar à acção, ao resgate interno, ao salvamento da população que está a desfalecer. Os partidos políticos e os seus agentes podem ir para o raio que os parta. Uma cambada de idiotas, de Fazendas a Passos, Portas a Seguros, das Ilhas ao Continente, ao Velho Continente. Será que ainda não perceberam quão grave é a situação? Onde está o plano do INES? Intuito Nacional de Emergência Social? Em vez de levarem o povo à TV, à Roda da Sorte - os autarcas (outra espécie de inúteis) que se sirvam dessas camionetas para levar o folclore para os campos. Inscrevam-se os desamparados e desempregados. Cultivem-se os terrenos baldios. Nomeiem-se lideres de campanha agrícola e pastores. Regresse-se ao sector primário. E se não puderem pagar um salário em euros ou escudos, que paguem em géneros alimentares - os legumes e a fruta, colhidos da terra ou a carne de um abate artesanal. Quanto aos outros, os que "servem" e não produzem, que ofereçam os seus préstimos a troco de créditos que possam ser contabilizados para um futuro mais risonho, em sede de IRS ou Segurança Social. O grande problema que se nos apresenta, tem a ver com o fraco nível intelectual dos governantes e legisladores. Uma bancada incapaz de pensar (sozinho ou em conjunto). Um lote que apenas entende os paramêtros caducos de uma doutrina falida. A política já não é o que era. Os políticos, já sabemos, têm os dias contados. Falharam e voltarão a falhar. Chegou o momento do humanismo e a criatividade se encontrarem para gizar uma grande estratégia de inclusão e partilha. Já chega. Não ha remodelação que dê a volta ao texto. Vamos cair e a seguir levantar-nos-emos.

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