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O Ouriço

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Genocídio religioso

Helder Luis 6 Set 14

Nos últimos 11 anos a população cristã do Iraque, assim como de outras pequenas minorias, tem sido dizimada, há 11 anos eram 4 milhões, hoje são apenas 300 mil e estão perto de ser extintos. Os únicos que os protegem são os muçulmanos curdos que também têm sido tão atacados desde há tantos anos.

 

Os EUA são os maiores culpados, pois quando derrubaram Hussein deixaram o Iraque num caos aonde imperam os radicais islâmicos.

 

Os outros grandes culpados são obviamente os muitos milhares de radicais islâmicos, gente que não merece o oxigénio que respira, são tudo menos seres humanos.

 

Agora a pergunta que se impõe, porquê um silêncio tão grande do Vaticano em relação a este massacre? Porquê o silêncio da Europa? Porque não movem influências para proteger a população cristã do Iraque?

 

 

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Nazis na Ucrânia

Helder Luis 16 Jun 14

Com o alto patrocínio da UE e dos EUA

 

Todos os países da Europa têm um partido fascista ou nazi. O que há de peculiar na Ucrânia, apesar dos mil desmentidos, inúteis, porque é mais forte que eles mostrarem o que são, é que é preciso procurar bem para encontrar partidos que não tenham incorporado estas ideologias. Vejamos: o Pravi Sektor ou «Sector de direita» é o único que faz gala em mostrá-lo abertamente, mas o Svoboda (Liberdade, dizem eles) já se chamou abertamente Partido Nacional Socialista e seus fundadores estão nas listas do Centro Simon Wisenthal como perigosos racistas. Depois, temos o Partido da Pátria que se reclama neo-Liberal mas não desdenha prestar culto ao «herói» Bandera, um assassino de polacos, judeus, russos e ucranianos comunistas, responsável pelo massacre de Babi Yar. Yatsenyuk actual primeiro ministro pertence a esse partido, tal como Julia Timoschenko e esta prosa dele não deixa dúvidas a ninguém porque retira do congelador expressões familiares - que já se julgavam banidas - da ideologia nazi: «untermenshen» ou sub-humanos, «limpeza étnica», extermínio. Falta neste texto dele o novo conceito, que remete para outro também conhecido: os «campos de filtração» onde se fará, como o nome indica, a «filtragem» dos verdadeiros ucranianos e dos ucranianos de origem russa.

 

Texto de António Gil

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Passos Coelho quer refundar. Barack Obama deseja fundar. A poucas horas das eleições presidenciais Norte-Americanas, penso sobre o que distingue um político de um estadista. Penso sobre o que constitui uma visão duradoura fundada na ideia de justiça e equidade. Penso no oposto também. Naquilo que coloca o cidadão em risco, que o exclui, que o antagoniza - o agoniza. Conhecidos que são os desequilíbrios do paradigma Americano, Obama procura mais um mandato para avançar as grandes causas jamais pensadas pela matriz política e cultural dos Estados Unidos. A referência a Socialismo nos EUA tem uma conotação ácida, proibida. Faz soar o alarme de "economias de direcção central", faz arrepiar os corredores académicos de Chicago e relembra fitas que alertavam para a chegada dos Russos. No entanto, não conheço país mais socialista do que os Estados Unidos. Mas quando uso o conceito socialista de um modo tão livre, rogo a vossa flexibilidade conceptual. Refiro-me a uma outra variante, porventura uma estirpe mais importante que a centralidade política. Arrisco uma nova definição para facilitar a sua aceitação. Se tivesse de travar-me de razões com um compatriota Americano, apresentaria a coisa de um modo suave. Utilizaria uma expressão suave, uma versão ideologicamente light, diet. Seria uma doutrina fundada na livre associação de cidadãos em prol de projectos comunitários. A sociedade civil em todo o seu esplendor. A ironia a que assistimos tem a ver com essa inversão de papéis ideológicos e programáticos. Enquanto que em Portugal o Estado Social está a ser desmontado, nos EUA Barack Obama procura plantar as primeiras sementes de um Estado tendencialmente Social. Um país que definitivamente se coloca ao serviço de todos cidadãos. O Obamacare será uma parte apenas de um corpo de intervenção maior. Uma visão que universaliza os princípios subjacentes à própria independência do país, os valores que levaram ao rompimento com a paternidade colonialista. Neste momento de convulsão, não serve de conforto nem conserto para os males Portugueses, as soluções que venham a ser escolhidas pelos Americanos. Mas para que não restem dúvidas. Há quem procure defender o que outros querem enjeitar.

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O autor Ian Bremmer que assina o livro The End of the Free Market, acaba de publicar mais uma obra de particular interesse para o entendimento do actual descalabro das alianças estratégicas ou uniões políticas. O livro, Every Nation for Itself - Winners and Losers in a G-Zero World, promulga de um modo directo, a transição de um mundo alicerçado em entendimentos "firmes", resultante dos (des) equilíbrios do pós 2ª Grande Guerra e consubstanciado em instituições sagradas como o FMI, o Banco Mundial ou a ONU, para uma nova realidade de um "salve-se quem puder", o quadro de "lideranças limitadas" pela crise que debilitou seriamente a capacidade dos Estados em projectar o seu poder nas esferas financeira, económica, militar ou política. O recente arrufo do presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, no contexto da cimeira do G-20 que se realiza em Los Cabos, Mexico, relativamente ao alegado paternalismo Americano, exprime as dores de "nascimento" de um paradigma de substituição, baseado em grande parte, na "internalidade" dos desafios, nas problemáticas domésticas por oposição a uma doutrina globalista, "mutualista" crente na vocação transnacional de uma força maior, uma espécie de Big Mother a que se apela para salvar das falências ou rompimentos dos cordões à bolsa. Neste contexto, a União Europeia, que se vê forçada a crescer e assumir a sua maioridade, terá de entender que a resolução de grande parte dos problemas, dependerá de si e da vontade em corporizar-se numa federação de facto. A União Europeia terá de se servir dos seus próprios argumentos concepto-ideológicos, do seu manancial político e social para apresentar respostas válidas. No meu entender, a Democracia não é passível de ser ensinada em ambientes de G-Force, G-20 ou G-Zero.

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WAL-MART: O Alto Custo do Preço Baixo

Faust Von Goethe 2 Mai 12

Documentario sobre uma rede de supermercados dos EUA, que actualmente se esta a difundir pelo resto do mundo.
A exploracao de pessoas, do Estados e dos Governos.
O baixo preco dos produtos tem um custo muito elevado, a nivel humano e do planeta, tudo, como sempre, para a obtencao de elevados lucros.

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Dois Deuses

Mendo Henriques 7 Abr 12

Em sábado de Aleluia, uma reflexão intempestiva. Os Estados Unidos têm dois deuses: Deus mesmo e a segurança nacional. Para quem é cristão nos EUA, isto é trágico porque Jesus foi morto por razões de segurança nacional.

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Woody Allen sobre os políticos

Mendo Henriques 18 Mar 12

 

O meu comentário sobre as revelações de Greg Smith  é semelhante ao de Woody Allen. Em tempos, ele disse que, na escala ética, os políticos estão um grau abaixo dos pedófilos. Gostaria de saber onde agora colocar Wall Street e o gangue dos nossos amigos da Goldman Sachs que envolve vários primeiros ministros e controladores económicos europeus.

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Goldman Sachs ou a ganância

Mendo Henriques 18 Mar 12

 

Mais um prego no caixão do capitalismo desregulado. A demissão de Gregg Smith vem trazer muita luz sobre as depredações que a Goldman Sachs anda a fazer há décadas. No Washington Post de ontemWilliam Cohan deita abaixo a Goldman. Mas como é que só agorapergunta ele, Greg Smith está a soar o alarme?

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"A comunidade cristã tem sido, durante a maior parte de dois mil anos, a força política mais importante do mundo ocidental, e os seus actos evocativos são a base de todas as evocações políticas posteriores na história do Ocidente, tanto quanto é cristã. Omitir as visões dos discípulos, seria equivalente a omitir a Declaração de Independência numa história das idéias políticas americanas." (Voegelin ,1939-50a, p.23)

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O império acabou mesmo ?

Mendo Henriques 27 Fev 12

The American Century Is Over—Good Riddance 1

 

Um dos mais imprevísiveis de todos os analistas americanos vem dizer num artigo imperdível que “terminou o século americano”. E atenção. Andrew  Bacevich é de West Point, veterano do Vietname, católico e conservador. Não é de modo algum alguém que odeie os EUA, tipo Noam Chomsky. Agora vem criticar tanto Romney como Obama por se recusarem a desiludir-se do excepcionalismo americano.

Veja o ensaio de Andrew Bacevich em The Chronicle of Higher Education

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