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O Ouriço

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Marinho e Pinto é o novo fenómeno de popularidade, o novo Senhor Sociedade Civil. O independente que conseguiu com que um pequeno partido tivesse ganho dois eurodeputados. O facto é que este senhor, como acontece com certos provincianos donos de café de esquina com origens humildes, mal se viu eleito já anda a dizer que pode vir a ajudar PS ou PSD nas legislativas. Não se entende como é que um independente do Movimento Partido da Terra já ande a falar como se fosse o líder do partido. Será que foi autorizado para fazer isso? Mais, como é que se pode confiar numa pessoa que acena á direita e esquerda como se fosse um catavento e que até chegou ao cúmulo de visitar um líder neonazi á prisão defendendo que ele não devia estar preso pela sua ideologia quando Mário Machado foi preso sim por usurpação de funções e ofensas á integridade física, entre outros crimes. Se o público feminino soubesse que hà uns anos atrás Marinho e Pinto também defendeu que a violência doméstica não devia ser crime público, aposto que ele não nem metade dos votos que teve. Assim se prova como quem pensa que é a cabeça, o líder da sociedade civil acaba sempre integrado no sisema que diz combater. É muito fácil gritar, espernear com as palavras que os cidadão gostam de ouvir, mais difícil é ser coerente em atitudes. Nós, cidadãos merecemos um conjunto de pessoas que nos defendam e tenham soluções para romper com a actual governação oligárquica partidária e económico-financeira e não de um líder que dance com Deus e o Diabo.

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A vitória do Populismo

Artur de Oliveira 26 Mai 14




Marinho e Pinto, uma personagem que nasceu nas manhãs da SIC a comentar para os velhotes, e agora vai ser o Nigel Farage português(consta que a extrema direita portuguesa votou nele em massa). Portanto, o populismo também venceu a par da abstenção e não se admirem se um dia virmos o senhor Marinho e Pinto a dar abraços e beijinhos a Marine LePen, como fazia o seu querido amigo José Sócrates a Angela Merkel. Se antes havia o casal Merkozy, quem sabe não tenhamos um casal Marine e Pinto?

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União Europeia e extremismo

Artur de Oliveira 27 Dez 13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O princípio de acabar com os partidos de extrema direita e extrema esquerda na UE é bom, mas pode ter um propósito sinistro: quem define quem é extremista ou não? Bastará haver um político ou movimentos de cidadãos contra a actual governação oligárquica da União Europeia (em que poucos mandam na maioria e os países do norte se sobrepõem aos do sul como se tem visto na crise das dívidas soberanas) ou contra o federalismo que só dá jeito aos mesmos do costume, para que sejam considerado extremistas. A bem dizer, a União Europeia pode vir a ser vítima de extremismos (como se vê na Hungria e Roménia) precisamente devido ao extremismo dos eurocratas em manter a extrema austeridade e a desigualdade entre estados-membros e quem denuncia isso poderá vir a ser chamado precisamente de... extremista!

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Eu prefiro a sociedade civil levada ao extremo do que excessos ideológicos tóxicos á nossa democracia já demasiado fragilizada por oligarquias vendidas ao neoliberalismo. Se nós, europeus, não tivermos cuidado como tratamos as nossas democracias os demónios extremistas ainda ocupam o poder. O dinheiro não compra a liberdade, mas as nossas atitudes garantem-na. A solução é não compactuarmos com a ganância e deixar a caixa de Pandora bem enterrada... Vejam o caso da Grécia.

 

 

 

 

 

 

 

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