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O Ouriço

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União Europeia e extremismo

Artur de Oliveira 27 Dez 13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O princípio de acabar com os partidos de extrema direita e extrema esquerda na UE é bom, mas pode ter um propósito sinistro: quem define quem é extremista ou não? Bastará haver um político ou movimentos de cidadãos contra a actual governação oligárquica da União Europeia (em que poucos mandam na maioria e os países do norte se sobrepõem aos do sul como se tem visto na crise das dívidas soberanas) ou contra o federalismo que só dá jeito aos mesmos do costume, para que sejam considerado extremistas. A bem dizer, a União Europeia pode vir a ser vítima de extremismos (como se vê na Hungria e Roménia) precisamente devido ao extremismo dos eurocratas em manter a extrema austeridade e a desigualdade entre estados-membros e quem denuncia isso poderá vir a ser chamado precisamente de... extremista!

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Eu prefiro a sociedade civil levada ao extremo do que excessos ideológicos tóxicos á nossa democracia já demasiado fragilizada por oligarquias vendidas ao neoliberalismo. Se nós, europeus, não tivermos cuidado como tratamos as nossas democracias os demónios extremistas ainda ocupam o poder. O dinheiro não compra a liberdade, mas as nossas atitudes garantem-na. A solução é não compactuarmos com a ganância e deixar a caixa de Pandora bem enterrada... Vejam o caso da Grécia.

 

 

 

 

 

 

 

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