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O Ouriço

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Marinho e Pinto é o novo fenómeno de popularidade, o novo Senhor Sociedade Civil. O independente que conseguiu com que um pequeno partido tivesse ganho dois eurodeputados. O facto é que este senhor, como acontece com certos provincianos donos de café de esquina com origens humildes, mal se viu eleito já anda a dizer que pode vir a ajudar PS ou PSD nas legislativas. Não se entende como é que um independente do Movimento Partido da Terra já ande a falar como se fosse o líder do partido. Será que foi autorizado para fazer isso? Mais, como é que se pode confiar numa pessoa que acena á direita e esquerda como se fosse um catavento e que até chegou ao cúmulo de visitar um líder neonazi á prisão defendendo que ele não devia estar preso pela sua ideologia quando Mário Machado foi preso sim por usurpação de funções e ofensas á integridade física, entre outros crimes. Se o público feminino soubesse que hà uns anos atrás Marinho e Pinto também defendeu que a violência doméstica não devia ser crime público, aposto que ele não nem metade dos votos que teve. Assim se prova como quem pensa que é a cabeça, o líder da sociedade civil acaba sempre integrado no sisema que diz combater. É muito fácil gritar, espernear com as palavras que os cidadão gostam de ouvir, mais difícil é ser coerente em atitudes. Nós, cidadãos merecemos um conjunto de pessoas que nos defendam e tenham soluções para romper com a actual governação oligárquica partidária e económico-financeira e não de um líder que dance com Deus e o Diabo.

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O seu nome é Vitório Cardoso, macaense, assessor da CPLP e membro do conselho nacional do PSD

 

Este "senhor" que dizem estar ligado à extrema direita em Macau, afirmou que Aristides de Sousa Mendes é um traidor, elogiou a PIDE e considerou o 25 de Abril como um "dia de luto"

 

De acordo com a Visão, é próximo do secretário de Estado José Cesário, entra e sai dos gabinetes do Governo com facilidade. Em Macau dizem-no "incapaz". Por cá elogiam-lhe a diplomacia económica.

Temos assim presente no conselho nacional do PSD alguém que defende a ditadura do anterior regime e que considera traidor um Herói português que salvou milhares de judeus quando era consul de Portugal em Bordéus. E o PSD o que tem a dizer sobre isto? Não vão fazer nada?

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Era uma vez um Botas

Helena Marques 25 Out 13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quanto mais leio sobre aquele a quem já não se devia nomear, tal é a profusão de biografias, muito boas, biografiazinhas e biografiazecas, livros de todas as temáticas, que existem sobre o homenzinho, que se julgava ungido e escolhido por Deus, embora tenha renunciado a servir esse seu deus; me convenço que tinha um perfil de psicopata. Governou a República Portuguesa durante 43 anos, conquanto os 2 últimos anos tivessem sido uma farsa para não afligir o velhote das botas, tão agarrado ao poder como desde o primeiro dia que insidiosamente se foi apoderando do "reino" e governando como rei absoluto, déspota, salazarísticamente amparado por uma polícia, que ele criou à sua imagem e semelhança, feroz com os inimigos, persecutória, fruto do rancor, até à morte daqueles que ousavam desobedecer à situação. E a situação era Salazar e Salazar a situação. Filho de família pobre, adorado por uma mãe azeda que lhe transmitiu o azedume, foi criando desde criança complexos de inferioridade que o faziam sonhar com o poder. Quando se apaixona por Júlia Perestrelo, a quem dava explicações de piano, a mãe desta opõe-se ao namoro faz-lhe lembrar os tamancos amarelos do pai, feitor da família Perestrelo, que o ajudou materialmente nos estudos, e é expulso da casa dos seus benfeitores, o rancor transforma-se em ódio cego. Quando, Aristides de Sousa Mendes ousa com toda a coragem dos puros de coração e com a bondade da inteligência desobedecer-lhe, persegue-o com o seu ódio cego e o Cônsul que salvou milhares de judeus das câmaras de gás, morrerá na miséria, sem ter o que comer e obrigado a queimar a mobília da sua casa para se aquecer nas noites geladas de Cabanas de Viriato. Quando o General sem medo, desafia o seu poder a sua psicopatia assume o paroxismo e sem peias nem remorso, próprio da patologia do psicopata, manda-o matar a sangue frio. Mas nem mesmo depois de morto, e depois do 25 de Abril, o general será justiçado. Num julgamento que durou anos e em que a herança salazarista foi por demais evidente, os juízes não tiveram a coragem de condenar os verdadeiros culpados, culpar Silva Pais e Barbieri Cardoso, que recebiam ordens directas do Presidente do Conselho, seria acusar Salazar da morte do General Humberto Delgado e mesmo nos anos imediatamente a seguir ao 25 de Abril de 1974 não convinha que o povo português soubesse a verdade. Assim os "coitadinhos-mor" do rei salazarísticamente absoluto foram mandados à sua vidinha sem mais delongas: com psicopatas não se brinca.

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Hungria: a caminho do fascismo?

Artur de Oliveira 30 Abr 13

 

 

 

 

A Húngria está a caminho de ser um regime fascista visto que para além do Presidente János Áder ter aprovado medidas constitucionais que conduzirão á obliteração da oposição ao actual governo ( isto é que é imparcialidade numa chefia de estado republicana), o primeiro ministro húngaro  condecorou três personalidades de extrema direita como o jornalista Ferenc Szaniszlo, famoso pelas suas posições antisemitas e anti-ciganos, o arqueólogo  Kornel Bakav que acusa os judeus de terem sido os grandes impulsionadores da escravatura na Idade Média e um artista chamado Petras Janos com simpatias neonazis.

 

Recentemente foi atacado um líder judaico por uma turba que gritava "Sieg Heil".

 

A Europa da extrema austeridade está a levar a extremos mais perigosos ainda. É hora da União Europeia acordar em vez de debater o sexo dos anjos ou acabará como Bizâncio... 

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Eterno Retorno ao Fascismo

Faust Von Goethe 26 Abr 12

O fascismo continua latente?
A minha geração cresceu convencida de que o que os nossos pais viveram nunca voltaria a acontecer na Europa. Quando vocês se livraram do fascismo nos anos 70, nos anos 90 devem ter pensado que não mais o viveriam. Mas uma geração depois, já estamos a assistir a uma espécie de regime fascista na Hungria, na Holanda o meu governo foi sequestrado pelos fascistas, pelo sr. [Geert] Wilders [do Partido da Liberdade]... Com uma nota comum a todos que é o ódio à Europa. Para Wilders, o grande inimigo era o Islão e agora são os países de alho.

 

(...)

 

É por isso que a cultura está sob ataque? Aqui em Portugal o actual governo eliminou o Ministério da Cultura.
E é isso que o partido fascista está a fazer na Holanda e é o que outros estão a fazer em todo o lado. Óbvio! Quem quer matar a cultura são as pessoas mais estúpidas e vazias do mundo. Claro que é horrível para eles olharem-se ao espelho e verem “Sou apenas um anão estúpido”.

 

Rob Riemen-filósofo holandês- ao jornal i. A entrevista é de leitura obrigatória.

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