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O Ouriço

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Devíamos ter um Primeiro-Ministro com a garra do Presidente da Islândia, que não se deixou subjugar pelos bancos e realmente ouviu a voz dos cidadãos.

 

No entanto, aqui em Portugal os interesses e os amiguinhos é quem mais ordena e um banqueiro nacionai ainda tem a distinta lata de dizer: aguenta, aguenta.

 

Estou no entanto confiante numa transição para uma democracia melhor com uma sociedade civil mais forte contra os interesses oligárquicos instalados e reforçados desde que a república tornou-se regime em Portugal, sempre no interesse da res privada em vez da res publica...

 

 

 

 

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Neoliberalismo no seu melhor

Artur de Oliveira 31 Jan 13

 

 

Este senhor, no vídeo que se segue, fala como fala provavelmente porque nunca teve ninguém na família a passar fome ou com dificuldades em pagar as contas do mês. Como a austeridade é sempre para os mesmos, quem é poupado da austeridade na sua forma mais violenta(bancos e cia) pode falar muito e alto do seu pedestal, mesmo que sejam cretinices que parecem vindas de um barão do café esclavagista como haviam no Brasil e que implantaram a república por lá devido á Princesa Isabel ter libertado os escravos...

 

 

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Lucrar com a nossa própria desgraça

Faust Von Goethe 6 Mar 12

Para países como Portugal, "lucrar com a nossa própria desgraça", expressão que costumo usar de forma irónica, é a receita para manter o balão de oxigénio deste país com juros usurários.

 

Percebam nas entrevistas de Fernando Ulrich e Ricardo Salgado ao Jornal de Negócios, porque eu-entre vários-sempre fui um defensor desta ironia assim como da não reestruturação da dívida portuguesa (a curto prazo). Dar um voto de confiança aos nossos bancos, não fugindo aos depósitos é meio caminho andado para sairmos da insolvência.

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