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O Ouriço

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Poesia que pica XI

Artur de Oliveira 8 Nov 13











Teimosamente

Ainda teimosamente,
amo-te.
tanto como a brisa que sopra,
a chuva miúda que cai,
o sol que desponta,
no seu sorriso matinal.

Ainda espantosamente,
espero,
tanto quanto o passar dos dias,
tantas quantas forem as estações,
e as folhas soltas ao vento,
ou as tardes outonais.

Ainda sofregamente,
pergunto-me,
Quantas vezes suspirarei por ti,
quantas manhãs de orvalho,
quantas tardes de cansaço,
ou noites frias de inverno?

Já não te amo, certamente,
Amar-te-ei.
sempre e eternamente, espero,
que a cada segundo que toca,
a cada dia que nasce,
cada primavera em flor,
sejam sinais de amor.

Filipe De Freitas Leal

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