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O Ouriço

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Economia e finanças

Jack Soifer 15 Jan 13













Nos debates políticos, fala-se das finanças, mas a grande crise é a estrutural. Falam de reestruturar como se isto fosse pagar só parte da dívida. Mas existe há muito a prática, usada na Argentina, da moratória. Após um curto caos, ao mudar do modelo monetarista para o desenvolvimentista e substituir a especulação por investimentos, cresce entável. Trata-se de renegociar os juros e o prazo a partir da economia real para garantir que o país não entra na bancarrota por cálculos apenas financeiros e não económicos.


Com um crescimento mínimo em torno de 1%, para evitar o desemprego em massa, e mudanças na estrutura pública, com emagrecimento e rigor, como no Concelho de Vila Real de Stº António, um país sobrevive à recessão. Os juros pagos à banca privada passam a ser ditados pelo BCE e não pelos especuladores. O prazo é alongado e torna-se flexível, consoante o que a economia real permita. Assim, o credor tem o seu pagamento, ele é apenas postergado. E quem obtinha sobrelucros com a tolice dos políticos em emprestar mais do que pode, passa a receber os juros normais, não os especulativos.

 

Criar mais burocracia na UE com um governo económico é gastar mais. Basta uma directiva a tornar-se lei a curto prazo, a proibir os países e os concelhos a qualquer tipo de empréstimo. Mesmo os países pobres têm recursos - é preciso ajudá-los não com empréstimos, mas com tecnologia e facilidades para entrar nos mercados onde têm competitividade, mas onde os cartéis os travam.

Ao criar a CEE, o sonho era ter um mercado realmente livre. Não o temos. Falta uma estrutura big enough to cope, small enough to care.

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Pedido aos Laffer's de Bancada

Faust Von Goethe 3 Jul 12

À atenção do João MirandaJoaquim CoutoPriscila Rêgo, Insurgentes e Samuel de Paiva Pires e restantes Laffer's de bancada: Deixem-se de teorias económicas-que no momento actual não servem de muito-e façam como João Duque. Peguem em lápis/caneta e papel e tentem, usando matemática e bom senso, de sugerir medidas que permitam estimar o défice do trimestes Julho-Setembro e Outubro-Dezembro.





 

Adenda #1: Seguindo uma linha semelhante à de João Duque, estimo que a meta do défice-na melhor das hipóteses-fique pelos 6.3%.


Adenda #2: Para que fique registado, terei o maior gosto em oferecer um jantar a Vítor Gaspar no Restaurante Tágide, caso ele supere este valor sem adoptar quaisquer medidas extraordinárias.

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Afinal o défice orçamental do primeiro trimeste ficou-se pelos 7.9% e não pelos 7.4%-3 décimas acima da minha estimativa que rondava os 8.2%.

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Curva de Laffer Dixit

Faust Von Goethe 11 Mai 12

Passos Coelho reconheceu hoje no Parlamento que a carga fiscal em Portugal é muito elevada

Elementar meu caro Coelho-Curva de Laffer. Até parece que nos andou a ler...

 

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È possível sair da Crise

Jack Soifer 20 Jan 12

 

 

Há medidas que só as Finanças podem decidir em Portaria: por exemplo, eliminar em 2012 o crédito para consumo de supérfluos e focar o crédito imobiliário em recuperar imóveis antigos. Aumentar o tecto do subsídio para paineis solares e torná-los obrigatórios no Centro e Sul. Isto numa primeira fase traria muito trabalho às instaladoras eléctricas e canalizadoras, reduzindo o desemprego e, numa segunda, nos traria indústrias modernas.

As mini-eólicas para moradia suburbana ou rural são fáceis de produzir em boa oficina mecánica e usam materiais nacionais.

Precisamos focar mais na Agrotech. Temos 3000h/ano de sol. Os maiores exportadores de flores e algumas plantas ornamentais da Europa estão por cá e são estrangeiros; p.ex. Von Rosen em Moncarrapacho e um escocês em Silves. Há muito mais flores por exportar. Tambem temos a Hubel em Olhão, cujos morangos e framboesas chegam à Rússia e Finlândia. A flôr de sal de Tavira chega aos bons restaurantes da UE. Temos enorme potencial em extracto de esteva para adoçante para diabéticos, algas para pigmentos para cosméticas e farmacéuticas, e para alimentos especiais. Dos citrícos, por cá desprezados, devido ao duopólio na indústria de sumos, obtem-se aromas para a indústria cosmética.

Há milhares de privados, especialmente estrangeiros, com lotes rurais onde gostariam de construir, mas a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional impede-os de o fazer, pois lá não há ruínas; ou não permitem que expandam as áreas. Ora, permitir horríveis aldeamentos perto da orla costeira, já com enorme densidade e impedir casas isoladas ou pequenas vilas no interior, é impedir o desenvolvimento onde ele é mais necessário. Devemos copiar países modernos, onde a autorização é delegada à Ordem Distrital dos Arquitectos até um limite, como 3 pisos em 2.000m² de área construída. Eles têm bom senso, bom gosto e transparência.

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