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O Ouriço

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Mariquinha, vem comigo para a Troika!

Artur de Oliveira 7 Abr 16

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Agora acompanhemos a música, substituindo a palavra Angola por troika.

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PPP's e as Troikas e Baldroikas do Governo

Artur de Oliveira 10 Out 14

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O FMI lançou um relatório que alerta que as Parcerias Público-Privadas e concessões do Estado não serão assim tão transparentes em termos de orçamento de estado, já que mais de 2/3 dos contratos celebrados entre Estado e concessionários não foram devidamente fiscalizados. Tratam-se de 21 mil milhões de investimentos do Estado nestes negócios ruinosos que deveriam ser renegociados e em certos casos bloqueados de vez. Afinal para que serviram tantos sacrifícios dos cidadãos? Uma governação que se importa com o seu povo, já teria tomado medidas em relação a isso desde que iniciou a actual legislatura. Sabe-se que esse problema tem a sua complexidade e as suas especificidades, mas não fiscalizar tantos contratos não cheira a inércia, mas cheira a conluios. Há uma coisa chamada memória selectiva, será que estamos perante inércia selectiva? Mais, porque é que só agora é que o FMI fala no assunto, quando devia ter falado na altura certa, evitando-se assim tanto desemprego, dívida, pobreza e outras tragédias sociais numa austeridade cega, impiedosa e até assassina para muitas famílias? Porque ao que parece o que importava á Troika era receber o dinheiro, viesse de onde viesse e de qualquer jeito. Bastava apenas que os vistos na checklist fossem preenchidos enquanto a sociedade civil e 90% do tecido empresarial eram esmagados pela fiscocracia impantada sem dó nem piedade. Afinal havia alternativa, mas aparentemente não era conveniente. É o neoliberalismo no seu melhor.

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Adeus gás! Adeus cautelar!

Artur de Oliveira 28 Mar 14








E parece que vamos ter uma crise gasosa... Diz-se por aí que Angela Merkel vai querer que os países intervencionados pela Troika, como Portugal tenham saídas limpinhas de cautelares e estarão entregues a si mesmos, porque a Alemanha tem reservas de gás apenas disponíveis a médio e longo prazo e por isso necessita de armazenar o seu dinheiro para investir numa almofada financeira para prevenir-se do fecho da torneira de gás russo e também para investir na recuperação financeira da Ucrânia com o amigo FMI, visto que os juros e comissões de países endividados são os ovos de ouro da galinha Troika.

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FMI vs UE vs BCE- A Troika quebrada

Artur de Oliveira 11 Dez 13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Parece que o FMI e a UE continuam a guerra surda para vêr quem fica bem na fotografia após a saída da Irlanda do programa de ajustamento para os mercados e o impasse na Grécia. Uma vez que vai haver um inquérito dos eurodeputados socialistas e verdes do Parlamento Europeu sobre as responsabilidades da Troika na austeridade com conclusões já em março, é mais que natural que Herman Van Rumpuy (socialista e possível candidato á Comissão Europeia), que naturalmente deu benção á comissão responsável pelo mesmo inquérito vá pôr as culpas no FMI e fazer uma operação de cosmética sobre as responsabilidades da UE e quem sabe tentar colar o candidato rival, Oli Rehn á extrema austeridade.  Só que Cristhine Lagarde já se antecipou e fez mais um mea culpa.  Enquanto isso, os povos sofrem com a austeridade, com desemprego massivo e fuga dos cérebros e da juventude para o estrangeiro. Por acaso, O FMI e UE e os partidos socialistas e populares europeus já decidiram dar algum passo real para que as medidas mais duras para os povos intervencionados sejam travadas? Não, todos eles preferem lutar entre si para saírem da história como o herói que tentou evitar o desastre. Nada disto tinha acontecido se a União Europeia tivesse determinado que o BCE devesse emprestar dinheiro aos estados em vez dos bancos para emprestarem aos estados, mas a ganância e a hegemonia franco-alemã é quem mais ordenam no clube das 27 estrelinhas, em que umas são maiores que as outras e assim o desejam, ou não quisessem condicionar o processo de União Bancária Europeia que iria aliviar os europeus das dívidas que não são suas, mas sim de certos gigantes bancários. Quem fica bem na fotografia é Mario Draghi, que é o único com vontade de mudar o status quo e tem-se batido como um guerreiro contra Deutsche Bank e o Hauptmann Schäuble. Luz ao fundo do túnel só se veria com este senhor a liderar a comissão europeia, numa UE a ferro e fogo e desesperada por uma liderança séria e isenta sem vénias a quaisquer tipo de eixos.

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A Política dos Troika-Tintas

Artur de Oliveira 20 Set 13















 

 

As contradições do FMI dão a impressão que  os políticos mundiais bem como os responsáveis de entidades internacionais são amadores e não conseguem vêr as mudanças económicas e usam as soluções mais fáceis para combater as dívidas soberanas, mas a verdade é que está tudo bem estudado e programado, a agenda é que não tem em conta os danos colaterais como os cidadãos e a pressão das opiniões públicas está a permear os discursos do Fundo Monetário Internacional pelos vistos, pois não quer ser visto como o mau da fita. No campo doméstico, pior ainda e já nem falo em corrupção nem nos clientelismos habituais. A coisa está preta exactamente por causa de uma coisa chamada amadorismo dos políticos (Actual governo e oposição) que pedem resgate á Troika por não terem sabido gerir as finanças nacionais e por não terem coragem de pedir uma revisão minuciosa da dívida. Agora até o principal partido da maioria manda recadinhos e boquinhas pelos seu grupo parlamentar, pois sabe que as exigências da Troika são tarefa tão fácil como pôr o José Castelo Branco vestir-se e falar como um homem, mas nas reuniões da 8ª e 9ª avaliações aparentemente não demonstram essa frontalidade.  É assim que se negocia o abrandamento da austeridade? Depois os cidadãos é que são piegas e lamurientos. Assim vai a III República a caminho do abismo e senão houver intervenção da sociedade civil, o nosso país e a nossa civilização milenar serão arrastados para o mesmo destino, pois a nossa pobreza não é  de finanças apenas, mas principalmente de regime e de classe política. 

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A Holanda esta numa crise profunda, em recessão, com o sector imobiliário parado e uma divida de 250% ao que supera a Grecia nos seus 125%!

A UE "deu" dinheiro aos paises do Sul para pararem de desenvolver a sua agricultura, pesca entre outras coisas; estupidamente aceitamos, e como tal, ha que pagar pelos erros... mas estes senhores no fundo europeu para alem de fascistas/ ditadores vestidos de economistas são uns autenticos agiotas.

A situação da UE e má, mal regulada e incapaz de criar as suas proprias agencias de rating vivendo subjugada aos ataques dos EUA que tentam recuperar a todo o custo a sua economia. A mensagem de que Portugal e a Grecia sao preguicosos e nao trabalham e gastam mais do que devem e erronea e pura propaganda de uma europa nada unida e super feudal!

Portugal devia sair sim do Euro criando uma commowealth portuguesa com as suas ex-colónias que sao agora economias emergentes. Deveremos regressar á agricultura e promover os produtos nacionais, o que não vai ser facil mas no entanto é possivel um dia recuperar a economia e ultrapassar a Alemanha a modo do exemplo da Islândia.

Basta que haja a coragem e determinacao igual ao dos descobrimentos. Interessante, ninguem ouve nada sobre a situação da Holanda com o desemprego a crescer galopantemente, isto porque são aliados da Alemanha e convém convencer que os maus da fita somos nós, os PIIGS.

As nossas divididas devem ser perdoadas assim como perdoamos os nosso devedores, ja assim diz o Pai Nosso!

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O FMI e a contabilidade

Jack Soifer 21 Jun 13

 

 

 

 

 

 

 

 

Esta crise surgiu também pelo parco controlo da contabilidade de alguns grandes fundos. O Tribunal de Contas às vezes aponta deficiências às contas públicas. O próprio PIB é um engodo, pois custos que deveriam entrar como um mal, entram como bem. Como os de saúde; quanto mais doentes estivermos e mais caros os remédios, melhor o País?!

 

Mas também há empresas com contabilidade deficiente. É difícil um profissional insurgir-se contra quem lhe paga o salário ou avença. É o “faz o que eu quero, porque sou eu quem te paga”. O contabilista tem família e contas para saldar, precisa do trabalho.


Onde está o estatuto dos técnicos oficiais de contas arrojado, com uma imagem de profissionalismo e independência? Só assim poderemos relatar a real posição financeira e o desempenho de uma entidade. Urge criar-se um mecanismo de defesa dos contabilistas, na ordem dos TOC e na administração fiscal, para que estes possam denunciar situações de ilegalidade e risco, sem serem penalizados.

 

Com o Sistema de Normalização Contabilística foi desenvolvido o antigo anexo ao balanço e à demonstração de resultados. Dizem os teóricos que é uma ferramenta importante para os contabilistas, porque podem detalhar a opinião sobre as rubricas do balanço e dos resultados. Mas o anexo só serve para cumprir uma exigência legal. Consta da Informação Empresarial Simplificada, que é apenas informação para o INE e serve para métricas estatísticas. É pena que esta ferramenta não tenha força legal. 

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Troikas e baldroikas

Artur de Oliveira 14 Jun 13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A austeridade em Portugal traduziu-se num aumento desmesurado de impostos, segundo a cartilha do FMI, que conduziu à asfixia da classe média em Portugal. O actual executivo obedeceu à Troika como se fosse vassalo de um grande senhor feudal, no entanto,  só agora os governantes estão a tomar coragem para renegociar a dívida e o PR ( que se assumiu como porta-voz não oficial do governo, dizendo o que o executivo não pode dizer) quer o FMI fora da Troika a pretexto das guerras intestinas entre UE e Fundo Monetário Internacional que passam as culpas uns aos outros, sendo sempre os mesmos a pagar:a sociedade civil...

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Troika Wars

Artur de Oliveira 7 Jun 13

Primeiro, Angela Merkel e Wolfgang Schäuble criticaram Durão Barroso por ter sido incompetente por causa dos programas de ajustamento para a Grécia que deram naquilo que sabemos.  Por seu turno, o FMI fez o mea culpa, num relatório não deixando de apontar o dedo á União Europeia. A União Europeia discorda do dito relatório e diz que vai fazer o seu próprio report. Eis o que resultou de uma receita de austeridade de receita única não tendo em conta a realidade de cada país. Agora ninguém se entende e a europa empobrece...

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A estratégia do Mea Culpa

Artur de Oliveira 6 Jun 13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A estratégia do mea culpa continua... Tanto o FMI como a Comissão Europeia e Angela Merkel sabem que a austeridade exceliana  falhou e querem evitar mais conflitos sociais e que se mantenham certas pessoas em lugares-chave... Mas claro que vão rolar cabeças. Não é preciso estar na reunião do Clube Bildeberg para saber isso.

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