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O Ouriço

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Holocausto nunca mais!

Artur de Oliveira 5 Mai 16

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"Baruch Leão Lopes de Laguna, um dos grandes pintores da escola holandesa do século XIX, judeu de origem portuguesa, morreu em 1943 no campo de concentração de Auschwitz. Não foi o único, com ele desapareceram 4 mil judeus de origem portuguesa na Holanda, que acabaram nas câmaras de gás. No memorial do campo de Bergen-Belsen consta o nome de 21 portugueses deportados de Salónica, entre estes Porper Colomar e Richard Lopes que não sobreviveram. Em França, José Brito Mendes arrisca a sua vida, escondendo a pequena Cecile, cujos pais judeus são deportados para os campos da morte. Uma história de coragem e humanismo no meio da atrocidade. Em Viena, a infanta Maria Adelaide de Bragança também não ficou indiferente ao sofrimento, e não hesitou em ajudar a resistência nomeadamente no cuidado dos feridos, no transporte de armas e mantimentos, tendo sido presa pela Gestapo. Esther Mucznik traz-nos um livro absolutamente original, baseado numa investigação profunda e cuidada em que nos conta a história que faltava contar sobre a posição de Portugal durante a Segunda Guerra Mundial."


O livro, da autoria de Esther Mucznick, é editado pela Esfera dos Livros, é será apresentado no próximo dia 29 de Maio, às 18:30, no El Corte Inglês de Lisboa.

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Os Sábios de Sião

Francisco Cunha Rêgo 25 Jan 12

Agradeço ao 'Ouriço' Nelson Faustino por lembrar esse manual que também foi utilizado como motivo de perseguição nazi sobre judeus e franco-maçons. É que no dia 27 Janeiro se evoca internacionalmente a Shoah, ou o Holocausto como lhe chamamos nós. Esse Hipercrime contra a Humanidade, onde ciganos, comunistas, deficientes, homossexuais e judeus de várias nacionalidades, e outros mais, foram escravizados e mortos durante anos e aos milhões, porque se considerou ser a melhor solução, a solução final, para a economia politica do estado nacional-socialista germânico, iluminado pela sua estrela maior, Adolfo Hitler.

Quem ainda melhor guarda a memória dos piores dias do sec. XX, na Europa, são os Judeus que não nos deixam esquecer esses momentos trágicos, que a Humanidade é capaz de produzir, como os exterminios selectivos.

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