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O Ouriço

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Os cidadãos agrilhoados

Artur de Oliveira 5 Mai 16

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Tal como Prometeu, na lenda grega somos agrilhoados pela constituição da III República que se diz democrática e foi feita por "anti-fascistas", no entanto não dá aos cidadãos o direito de a referendar. Pois julgam-se os constitucionalistas e os defensores deste regime os deuses do Olimpo e nós meros mortais sujeitos aos seus caprichos. Poucos portugueses conhecem os seus direitos, mas a maioria conhece (de)mais os seus deveres. No entanto, aqui vai um trecho daquilo que nos injustiça e ainda por cima nem os próprios complicacionistas vulgo constitucionalistas se entendem quanto aos conteúdos: - "Referendos" Ponto 4: -"São excluídas do âmbito do referendo:" Alinha a: -"As alterações à Constituição;" Consequentemente impede que o por iniciativa popular que seja alterado o Artigo 288 "Limites materiais da revisão" "As leis de revisão constitucional terão de respeitar:" (...) alinha b: - "A forma republicana de governo;"

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Abstenção vs Voto Obrigatório

Artur de Oliveira 28 Jan 16

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Quem venceu as eleições presidenciais de 2016, ao contrário do que todos pensam, não foi Marcelo Rebelo de Sousa, mas sim a abstenção com 51.16% dos votos. Não seria de admirar que face a estes resultados, os paladinos do regime republicano um dia queiram seguir o exemplo do Brasil e obrigar as pessoas a votar por forma a manter o estabelishment feudal partidocrata. Certos escritórios de advogados pertencentes a alguns deputados, ou a sócios, compadres e de clientelas dos mesmos esfregariam as mãos de contentes com mais um contrato chave na mão de outsourcing para se elaborar legislação antidemocrática e ás custas de quem? De nós, os cidadãos, como é lógico. Caso surja essa ideia, é sinal de desespero do regime actual, a república do centrão de baixo. Se por acaso esse plano vir a luz do dia, os barões do regime deviam primeiro seguir o exemplo do Brasil sim, mas no voto electrónico e não em coagir os cidadãos a votar. Se querem que votemos, é simples, pensem mais nos cidadãos nas vossas estratégias políticas e menos nos vossos amigos dos amigos. É caso para dizer que não estamos numa res publica, mas sim numa res privada com sabor a corrupção e cheiro a nepotismo bacoco. Só a cidadania activa é que pode apoiar uma governação mais justa e logo democrática, sem amarras de ideologias atrasadas que mais não servem para dividir e conquistar.

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Assim se prova como o Tribunal Constitucional serve somente aos interesses dos barões feudais dos grandes partidos que os nomeiam. Esta é a república. Dia 24, votemos nulo, branco ou abstenhamo-nos para mostrar a esta gente que este regime não serve os cidadãos. Alternativa só há uma: cidadania que rima com democracia e monarquia.

A lista dos barões ( e de representantes de barões) que ansiaram e voltaram a ter os seus privilégios feudais de volta em detrimento de idosos com os subsídios cortados e jovens sem esperanças de futuro com empregos miseráveis, já é conhecida mas convém recordar e dar o nome aos carrascos do futuro, os príncipes da república: Maria de BelémRoseira (PS e candidata a presidente da república) Alberto Costa (PS), Alberto Martins (PS), Ana Paula Vitorino (PS), André Figueiredo (PS), António Braga (PS), Arménio Santos (PSD), Carlos Costa Neves (PSD), Celeste Correia (PS), Correia de Jesus (PSD), Couto dos Santos (PSD), Fernando Serrasqueiro (PS), Francisco Gomes (PSD), Guilherme Silva (PSD), Hugo Velosa (PSD), Idália Serrão (PS), João Barroso Soares (PS), João Bosco Mota Amaral (PSD), Joaquim Ponte (PSD), Jorge Lacão (PS), José Junqueiro (PS), José Lello (PS), José Magalhães (PS), Laurentino Dias (PS), Miguel Coelho (PS), Paulo Campos (PS), Renato Sampaio (PS), Rosa Maria Albernaz (PS), Sérgio Sousa Pinto (PS) e Vitalino Canas (PS) . O Centrão de Baixo no seu melhor!

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Sobre a Proclamação de Filipe VI

Artur de Oliveira 20 Jun 14



















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Durão, o Camaleão.

Artur de Oliveira 15 Abr 14

Aparentemente Durão Barroso é tudo o que é mais conveniente para si conforme o contexto temporal e circunstancial: maoista, social democrata, monárquico, defensor dos interesses da Pátria, defensor dos interesses de Angela Merkel, pseudo-candidato a presidente da república.  Só que os portugueses estão a deixar de ter memória curta

 

Este tesourinho do período do PREC é apenas um exemplo: 

 

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25 de Abril, III República e Cidadania

Artur de Oliveira 5 Abr 14




Os amanhãs cantaram e surgiu a III República. De fascismo passamos a totalitarismo feudal oligarquico partidocrata e pseudo-democrata. Ainda não evoluímos como povo, porque o atraso civilizacional da implantação da república burgessa financiada pelas famílias donas de Portugal (que ainda hoje põem e dispõem no nosso país)há quase 105 anos foi avassalador... Até quando nos libertaremos dos fios ideológicos com que os oligarcas nos manipulam como se fossemos marionetes e começa o combate da cidadania e por uma chefia de estado isenta de poderes partidários e econômico-financeiros, verdadeiramente pelo seu povo e representante da sua história e do seu futuro?

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Sentido de Estado XI

Artur de Oliveira 5 Dez 13

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O Vírus da República I

Artur de Oliveira 24 Jun 13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No filme “The Matrix”, a humanidade vivia na realidade virtual, com a ilusão de uma vida confortável, quando na verdade vivia aprisionada pelos senhores da rede informática que lhes aprisionaram as consciências nesse mundo de fantasia.

 

Em certa medida, é o que se passa com o povo português que, na sua maioria, está conformado com este regime republicano mal grado a corrupção e a crise económica provocada pelos seus arautos, porque não consegue vêr uma alternativa a este estado de coisas. Os discípulos dos arquitectos deste sistema não permitem que o povo veja soluções alternativas a este regime e as suas sentinelas estão sempre vigilantes quanto á alternativa democrática que a monarquia constitucional representa e fazem tudo para a desacreditar e até ridicularizar …

 

Este sistema foi idealizado para que em as todas as instituições estatais, empresas públicas, o Estado dê inúmeros empregos aos servos dos partidos que estão no poder( sejam os que fazem a rotatividade no poder e até se necessário for, aqueles que ainda não lá chegaram).

 

Premeia-se na administração pública a cor política e o mérito é irrelevante… As empresas privadas, na sua generalidade, são obrigadas a prestar vassalagem ao estado representado pelo partido no poder executivo sob pena de se perderem contratos e súbsidios vitais á sua sobrevivência. È um sistema que se alastra, qual vírus informático, á própria justiça atrasando, adiantando e abafando certos processos ao sabor das conveniências dos poderosos do regime, sempre salvaguardando-os.

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Viva o 25 de Abril Renascido das cinzas para onde o pretendem levar!


Não abdico do facto de nunca ter sido um "fã", nem apoiado o Estado Novo, ainda que lhe reconheça valores e conceitos patrióticos hoje diariamente vilipendiados e destruídos pelos que deveriam cultivá-los com orgulho.

Mas não estou agora a abrir um tópico para uma discussão dessas (ainda que não esteja fechado a isso, nem a qualquer outro debate de ideias). Respeito a opinião alheia na mesma proporção com que gosto que respeitem a minha.

Mas o que quero sublinhar é que esta propalada "Democracia" (contém, reconheço, algumas das suas características "exteriores", mas pouco mais do que isso) vem espelhando os "tiques" e "práticas" de uma Ditadura de Estado, ao que muitos dos detentores do Poder das três últimas décadas tanta vez designaram como “Ditadura Fascista”.

Eu, não assumindo esta última designação, por considerá-la abusiva e politicamente incorrecta, preferiria chamar ao “Estado Novo” um Regime Autocrático, ou mesmo Autoritário, quando muito.

Mas a verdade é que Democracia, por sua vez, é um conceito de difícil definição, fundamentado na noção de uma comunidade política na qual todas as pessoas possuem o direito de participar dos processos políticos e de debater ou decidir políticas igualmente e, na acepção moderna, na qual certos direitos são universalizados a partir dos princípios de liberdade de expressão e dignidade humana.

O conceito de democracia, embora estreitamente vinculado à ideia de lei e ao constitucionalismo, não se resume à igualdade jurídica, e também depende do acesso democrático (isto é, igual para todos) a espaços e benefícios sociais diversos, sobretudo do ponto de vista das esquerdas.

Ora a verdade histórica, hoje mesmo comprovada em diversos países, é ser difícil precisar o número de democracias existentes na actualidade pelos padrões que habitualmente se lhes atribui como constitutivos. A linha que divide regimes democráticos dos regimes autocráticos é ténue. Muitos países (p. ex. Singapura) têm supostamente eleições livres, onde o partido do governo vence sempre, normalmente acompanhado por alegações ou evidências de repressão a qualquer oposição ao governo. Nesses países parece haver as chamadas "democracias de um só partido" (se bem que os termos democracia e monopartidarismo não são antagónicos).

Sem embargo, houve tentativas de determinar o número de democracias. De acordo com a “Casa da Liberdade”, no fim do ano 2000 havia 120 democracias no mundo.
Quase todos os Estados hoje apoiam a democracia em princípio, embora geralmente não na prática. Mesmo muitas ditaduras comunistas chamam a si mesmas democracias populares (p.ex. a "República Democrática do Vietname", "República Democrática Popular da Coréia"), embora de modo algum sejam democráticas do ponto de vista da maioria dos ocidentais. Uma das fraquezas apontadas à Democracia é o facto de não permitir que objectivos lançados por um governo a longo prazo, mesmo que sejam essenciais para o progresso/bem estar dos cidadãos, não possam ser postos de lado pelo governo seguinte, adiando assim decisões importantes, ou seja, não permitindo que haja um rumo para a nação em causa.

É neste contexto, ilustres Amigas e Amigos, que quero mostrar como muitos dos chamados “tiques” de outrora se repetem nesta dita democracia, onde o Estado tudo comanda (muitas vezes através dos grandes grupos económicos, caso da Banca e outros “lobbies” poderosos, sabendo-se que será para aí que estarão “destinados” muitos dos governantes quando abandonarem as funções “públicas), relativando cinicamente os interesses da maioria, apenas dela se servindo aquando da necessidade de votos.

Belíssimo exemplo disto é o completo desprezo pela opinião dos eleitores quando toca a matérias de tal modo relevantes que marcam o Destino de um País. E aí estará, mais dia menos dia, a demonstração desse desprezo quando na AR se vier a aprovar mais um novo Tratado a que todos nos iremos vincular, completamente alheio à voz dos Povos que elegem, como se fossemos meras marionetas manejadas a contento da classe política. Nada a que não estejamos já habituados desde Maastricht, assinado em 1992!...

Por tudo isto, e pedindo desculpa se eventualmente feri a sensibilidade de alguém, não posso, ainda assim, deixar de escrever o que penso e o que defendo. Afinal, se não o fizesse na minha página dificilmente se compreenderia o meu direito a fazê-lo nas páginas de outros.

É isto o que penso, e talvez por isso seja incómodo e politicamente incorrecto.

Aguentarei bem com a censura, pois com o que dificilmente lidaria seria com a minha consciência, caso não escrevesse e falasse o que penso.

Viva o espírito do 25 de Abril renascido!

Fernando de Sá Monteiro

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Sentido de Estado VI

Artur de Oliveira 11 Fev 13

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