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O Ouriço

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Os cidadãos agrilhoados II

Artur de Oliveira 6 Mai 16

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Ao contrário do que dizem os republicanos, as constituições monárquicas são democráticas e não agrilhoam os cidadãos. Aqui vão alguns exemplos: Luxemburgo referendou o regime monárquico 28 de Setembro de 1919. Bélgica também fez referendo ao regime em 12 de Março de 1950. Espanha por seu turno, a 6 de Dezembro de 1978. Por incrivel que pareça a muita gente, assim é... As monarquias não têm medo, tanto que ganharam. Já as repúblicas, não sei, não, parece mesmo que é que são herdeiras do pior que as monarquias tiveram: absolutismo e feudalismo...

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Há diferenças entre os países irmãos, mas a corrupção é a mesma e até estamos irmanados pelas piores razões. Fizeram a república e tiraram a monarquia que libertou os escravos e deu direitos ás mulheres por interesses dos amigos e esses mesmos interesses continuam. Cidadãos? Meros servos da gleba. O feudalismo reencarnou na república. Há dúvidas?

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As ideologias são grilhões

Artur de Oliveira 16 Mai 14























As ideologias são grilhões para a sociedade civil livre e portanto para uma sociedade verdadeiramente democrática. O que são os partidos senão o espelho dos interesses que os patrocinam (grandes ou pequenos?). Porque haveremos de nos submeter a oligarquias onde se transita de grandes empresas para os partidos e vice-versa?Por isso sou monárquico, porque o Rei não tem ideologia nenhuma a não ser os cidadãos. Venha o combate da cidadania e não nos submetamos mais a ideologias que nos cegam, dividem e nos empobrecem em todos os sentidos.

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Quem fez a república? As grandes famílias de Portugal, republicanos carbonários, monárquicos traidores e sectores ultra-católicos. Cada um deles em guerra nas 3 republicas e as famílias donas de Portugal a manipular tudo, até mesmo no período radical de Afonso Costa onde os republicanos ferrenhos se matavam uns aos outros e na ditadura se fez a "paz". Houve uma excepção no PREC com os comunistas radicais e movimentos afins,mas depressa as famílias mafiosas recuperaram o poder. As ideologias partidárias são vãs por serem peças de xadrez e os despojos de guerra somos todos nós, os portugueses. Não se importam de vender a Pátria, desde que reinem. Onde anda o patriotismo e a cidadania? Estamos perante um feudalismo saloio em que se jogam ideologias umas contras as outras e os carneirinhos alinham. Dividir para conquistar como dizia Napoleão. Como sabemos as grandes potências divertem-se a fazer isso com os outros países, mas em termos nacionais chega a ser de um feudalismo saloio em que se recorre aos lacaios mais reles vindos das juventudes partidárias e mercenários afins que transitam dos partidos e governos para as grandes empresas. Os partidos de extrema esquerda e extrema direita são outros joguetes financiados e apoiados pelos vassalos dos barões feudais e o mais absurdo é que se dê tanto ênfase às injustiças da II Republica (que segundo Mário Soares nunca existiu) num governo tão de direita e apoiante da Sra. Merkel num país desfalcado por vários governos em que o do senhor com nome de filósofo foi o rosto mais flagrante embora não o único culpado. Está na hora do combate da cidadania sem amarras ideológicas sem fazermos o jogo do xadrez que querem que façamos como reles peões. Monarquia como nos países nórdicos adaptada à nossa realidade em que o povo é quem mais ordena, que tal?

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O que divide portugueses em geral e os monárquicos em particular? Ideologias baratas. Que tal pensarmos mais em nós mesmos como cidadãos e sociedade civil? Não percebem que eles almoçam e jantam juntos e riem-se de nós? Tenhamos dignidade e unamo-nos.

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Um partido livre... de monárquicos

Artur de Oliveira 10 Fev 14

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Parece que o Partido Livre de Rui Tavares não quer monárquicos como militantes. Este partideco gostaria de ser o sucessor do PRP que só teve sucesso quando implantou o regime pelo país todo via telégrafo. Como o número de monárquicos nos partidos é cada vez mais maior e alguns já se assumiram como tal (até há monárquicos no BE e no PCP), o Partido Livre está neste momento não a discriminar os adeptos da monarquia, mas sim a dar-lhes destaque. Como realista assumido agradeço ao Partido Livre a publicidade feita á Causa Real e pergunto-me se Rui Tavares não será um cripto-monárquico.

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Regicídio

Artur de Oliveira 1 Fev 14

"Quem mata o rei, leva a república a matar-se a si mesma."

José Adelino Maltez

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Viva El-Rei Mário Soares!

Artur de Oliveira 22 Nov 13















Afinal Carlos do Carmo é monárquico. Quer o Ex-Presidente Soares para sucessor dos Reis de Portugal. Como senão bastasse o Nuno da Câmara Pereira, agora temos mais um fadista louco. Eis como o regime está a dar as últimas e a senilidade é tanta que já chamam pelos Reis, mesmo que as referências sejam as mais disparatadas. 

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Mais uma vez, a austeridade conhece excepções. Despedem-se funcionários públicos (é certo que há um excesso destes trabalhadores na administração pública), mas em compensação os ministérios, associações públicas, fundações e cooperativas tiveram um boom de nomeações. É assim que os senhores do Olimpo da III República (que respondem perante um Panteão maior situado no Norte da Europa como se fossem lacaios e buscam favores, benesses e cargos custe o que custar aos cidadãos nacionais) agem em nome não da res publica, mas da res privada que é a esfera das conveniências das oligarquias político-financeiras cujos membros quais gafanhotos pululam entre cargos políticos e empresariais. 

 

O pior de tudo é que esta Ínclita Geração de ex-jotinhas que nos governam (sejam eles de esquerda ou direita, porque não há mais ideologias, mas sim conveniências não medem as consequências da más prácticas) não mede as consequências dos seus actos: as melhores mentes do país e os jovens estão a emigrar ou na eminência de o fazer, e a continuar assim só restará uma população envelhecida, solitária e... á mercê dos parasitas!

 

Só com uma sociedade civil da qual surja uma geração de políticos renovada, que prime pelo mérito e o bem estar do país, que é o território e as suas gentes, que tenha sentimento de serviço e não de servir-se acompanhada por uma chefia de estado realmente independente e a baixo custo é que poderá haver uma luz ao fundo não do túnel, mas do abismo. 

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O Vírus da República III

Artur de Oliveira 28 Jun 13

 

 

A Alternativa Monárquica é vista como perigosa pelos paladinos da república por representar a verdadeira imparcialidade da Chefia de Estado na forma do Rei, bem como uma forma eficaz de travar os ímpetos dos partidos que numa verdadeira democracia deveriam ser livres de qualquer tipo de sistema que os incite ao domínio total do Estado.


Nos países mais modernos da Europa como o Reino Unido, Holanda, Bélgica, entre outros, os partidos independemente das suas ideologias, existem para servir o povo e não para se servirem do povo. Naturalmente que há políticos corruptos nesses países, mas as Constituições desses países estão garantidamente mais blindadas do que a Constituição Portuguesa, para se protegerem dos mesmos...

 

A solução para os problemas do nosso país como defendem muitos, não passam só por haver menos Estado, mas sim por haver mais sentido de Estado numa Democracia Real e para isso cabe a todos os monárquicos mostrar aos portugueses o nosso ideal e envolvê-los, porque há muitas pessoas que não se importariam de ter um regime monárquico e são cada vez mais.

 

Só envolvendo o povo nas actividades monárquicas é que um dia poderemos ter esperança que haja um Rei em Portugal num sistema mais justo e verdadeiramente democrático.

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