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O Ouriço

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Sobre o colapso de um país

Artur de Oliveira 9 Mar 14








A partir do momento em que não se encoraja a natalidade e se incentiva a juventude a emigrar num povo envelhecido, só se demonstra a péssima qualidade dos nossos políticos e que estamos perante uma república niilista. A gestão danosa dos dinheiros públicos e a subserviência a juros usurários de uma dívida duvidosa e odiosa por parte dos governos da III República mataram este país. As oligarquias fizeram o que quiseram e a sociedade civil não reage. Até quando não nos organizamos em manifestações inteligentes, apresentando candidaturas independentes exigindo paridade de direitos com as dos partidos em termos legislativos e quando é que os militantes dos partidos resolvem dar um banho de democracia e cidadania aos seus respectivos movimentos e exigir uma chefia de Estado isenta de lobices, partidices e oligarquices?

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A III República desmascarada

Artur de Oliveira 4 Jan 14

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Eis o regime desmascarado no site de Pedro Cruz  (autor do documentário "Donos de Portugal") intitulado "Um ecossistema político-financeiro" onde numa visualização interactiva se vê a distribuição de políticos ao longo dos 39 anos de III República, pelas maiores empresas portuguesas sendo representados pelas suas respectivas cores políticas e por bicharocos como baratas e formigas. Vale a pena vêr como este regime não nasceu para servir os cidadãos, mas as oligarquias político empresariais. Felizmente, com a era das novas tecnologias da informação e redes sociais, a sociedade civil está a abrir os olhos e a cidadania (e não a cantiga como nos anos 70) é uma arma.

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Mais cidadania e menos oligarquia

Artur de Oliveira 11 Out 13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma sociedade civil responsável e activa ajuda a melhorar a governação tanto a nível de intervenção cívica, manifestações pacíficas, eventos, tertúlias, entre outras acções. A sociedade civil já está a intervir em algumas autarquias onde candidatos independentes triunfaram (não confundir os verdadeiros independentes dos dissidentes de partidos que leviana e oportunisticamente se autodenominam assim). Deve a sociedade civil dentro dos partidos usar da sua pressão e crescente influência para os melhorar e gerar políticos mais competentes e blindados contra a jotacracia reinante que forma boys-soldados e testas de ferro das oligarquias dos baronatos partidários e certas empresas, escritórios de advogados e consultoras clientes dos mesmos que transitam para os arcos de governação e os barões, boys e testas de ferro que de forma proporcionalmente inversa transitam para a clientela. É hora da cidadania independente ter lugar na forma de apoio á governação para no futuro termos um Portugal mais democrático e próspero. Está na altura do Plano C tomar forma no espectro político nacional.  Será meramente um sonho, se quisermos como dizia Theodor Herzl.

 

 

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Há uma lei que os deuses do panteão da III República aprovaram para demonstrar que não são cidadãos como os demais mortais e que o simples facto de serem políticos confere-lhes divindade. Ou seja, as pensões vitalícias de quem exerceu cargos  públicos ou políticos desde 1976 continuarão a estar envoltas em segredo e os contribuintes não têm direito de saber se o dinheiro deles está a ser bem administrado e se há gastos excessivos. A lei que falta ainda ser promulgada pelo presidente do Olimpo republicano, prevê no art.º 2, n.º 4, alínea b) que “os subsídios, subvenções, bonificações, ajudas, incentivos ou donativos cuja decisão de atribuição se restrinja à mera verificação objetiva dos pressupostos legais” sejam excluídos da publicação obrigatória.  No entanto, sempre que os governantes quiserem, saberão todos os detalhes sobre os rendimentos dos mortais que vigiam e cuidam com grande paternalismo, pois tal como as crianças, devem obedecer aos seus deuses, fazer o que eles dizem e jamais fazer o que eles fazem (a não ser que venham a ser jotinhas numa carreira meteórica agarrados ao padrinho certo). É incrível como os cidadãos estão em letargia e não reagem a estas afrontas. Não sou adepto de violência nas ruas, mas de ações concretas, pois a  sociedade civil tem que estar informada, informar o público, fazer ouvir a sua voz nas ruas, redes sociais, imprensa sem parar. As próximas eleições autárquicas  serão uma oportunidade dos cidadãos dizerem que o parlamento não é o Olimpo, mas sim a casa da democracia.  

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O Vírus da República II

Artur de Oliveira 27 Jun 13















Os presidentes do estado republicano, supostamente imparciais, normalmente apenas interferem na política, não para salvaguardar o estado de direito e o povo que as elegeram, mas pelo contrário fazem-no em nome dos representantes das suas tendências políticas e lobbistas que os lançaram como candidatos e a quem verdadeiramente servem com a maior das dedicações, pois de futuro serão recompensados com grandes reformas ou cargos obscenamente muito bem pagos, tal como acontece com a classe política no seu geral. Estamos perante um sistema estruturado apenas para beneficiar quem está no poder, mas que simultâneamente favorece a lei da selva ou a sobrevivência dos mais fortes, em encarniçados combates entre grupos partidários e tendências políticas. O povo, claro está, é que é o mais fraco do costume, pois é sempre vítima directa e indirecta da rede de influências deste regime.

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25 de Abril em 2013

Artur de Oliveira 25 Abr 13












O que faz falta para cumprir Abril é a sociedade civil. Os partidos não bastam para a democracia ser plena, mas a cidadania tem que cumprir o seu papel na governação para um Portugal mais justo, dada a conjuntura mundial em que as oligarquias sao quem mais ordenam.

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Nós e os Governantes

Artur de Oliveira 26 Mar 13

Mudam os governos, mas a troca de lugares entre políticos e empresários em empresas e Assembleia da República continua.

 

A III República dá primazia aos clientelismos á custa da sociedade civil que tem que se sacrificar com o pagamento de cada vez mais impostos enquanto boys & girls vêem os seus rendimentos e feudos intocáveis na administração pública e de certas empresas.

 

 É lamentável que a Troika insista em só querer resultados e austeridade e não veja onde está a raíz do problema...

 

É caso para dizer que o cartel é quem mais ordena.

 

O vídeo que se segue é uma mensagem da sociedade civil aos governantes sobre uma governação ética, pelo bem comum e por Portugal

 

 

 

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Neoliberalismo no seu melhor

Artur de Oliveira 31 Jan 13

 

 

Este senhor, no vídeo que se segue, fala como fala provavelmente porque nunca teve ninguém na família a passar fome ou com dificuldades em pagar as contas do mês. Como a austeridade é sempre para os mesmos, quem é poupado da austeridade na sua forma mais violenta(bancos e cia) pode falar muito e alto do seu pedestal, mesmo que sejam cretinices que parecem vindas de um barão do café esclavagista como haviam no Brasil e que implantaram a república por lá devido á Princesa Isabel ter libertado os escravos...

 

 

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Isto a ser verdade é gravíssimo, porque a água é um recurso natural que pertence aos habitantes dos territórios onde esta está disponível e não a consórcios ou empresas privadas que comercializarão ao preço que bem entenderem. Haja limites para tanto capitalismo selvagem e os políticos europeus jamais podem permitir que tal aconteça, pois estão eles nos orgãos da UE para servir as suas populações ou as suas corporações?

 

 

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O Reino da Sociedade Civil III

Artur de Oliveira 21 Jan 13

 

Acredito que um rei pode sair mais barato ao povo português do que qualquer presidente que possamos vir a ter; acredito que a sua isenção e imparcialidade podem ser essenciais para a boa governação da res publica; acredito que o peso histórico da sua origem é ligação directa à raiz, à génese do ser português. E para um rei regressar ao poder, em Portugal, precisamos de pensar e agir em conjunto, como povo e como nação, contra os lobbys e interesses instalados das oligarquias internas e externas que subjugaram o nosso país. Esta aliança entre a Coroa e o povo não é recente. Era assim em Portugal antes de 1910. E é este, a meu ver, o caminho para se tentar dar um rumo alternativo a Portugal, que o ponha a salvo de novas tormentas.

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