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O Ouriço

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Falta-nos uma matriz energética para o futuro.


Desperdiçamos energia e abusamos do crude mas há motores mais eficientes. Deve-se melhorar o transporte público electrificado e impedir carros privados na city das metrópoles.

 

Existem carrinhas eléctricas há 50 anos, etanol para carros há 35, carros eléctrico há 25,motoretas eléctricas há 30, biodiesel para camiões há 20, autocarros a biogás no tráfego urbano há 20.

 

Há lâmpadas LED que consomem 5% da normal há 10 anos, painéis solares há 30, fotovoltaicos há 5. O crude é para plásticos, petroquímicos eaplicações onde estas alternativas ainda não existam.

 

Pontes só devem ser construidas em serras, agora faz-se túnel imerso.

 

A tecnologia do TGV tem 150 anos, é só força bruta. A tecnologia do alfa pendular, com carruagem em aço resistente e compósitos é a actual. A do carro tem 100 anos.

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BITOLA: BOIS OU BURROS?

Jack Soifer 18 Jul 12

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Durante dois anos li muito e entrevistei muitas pessoas para escrever o livro TRANSPORTES, com os engenheiros e professores Luís C. Silva, ex-engenheiro chefe da CP e António M. Aguiar, um dos diretores da TAP.


Fartei-me de rir quando li que a bitola (distância entre os carris) ibérica que nos foi imposta há 100 anos é diferente de todo o restante da Europa, era aquela de uma parelha de bois, que antes das locomotivas a vapor, puxava as carruagens em Espanha. Daí, enquanto na Europa a palavra é train, treno, zug, tåg, aqui ficámos pelo “com-bois” ou “com-boio”.


Há tempos foi elaborado um detalhado e mui económico Plano Integrado de Transportes, resumido no livro, que mostrava como em fases, mesmo com investimentos mínimos, se pode trazer a bitola Europeia, que já está a ser implantada em Espanha, até o porto de Sines, e na primeira etapa até Poceirão. Este foi entregue ao Ministro da Economia que deixou entender que iria assim facilitar as exportações diretas à França e Alemanha, sem transbordo em Espanha.

Mas, escreve o Luís Silva:

De acordo com uma carta ao Sr.Carlo Secchi, que mais parece ter sido escrita pela RAVE/Refer do que por um Ministro da Economia de Portugal, o nosso Governo abdica da bitola europeia e vai docilmente oferecer-se a Espanha para lá ser feita a transferência de mercadorias da nossa bitola para a europeia, que em breve chegará a Badajoz, mas que os nossos líderes não querem aproveitar, embora digam que estão fortemente empenhados numa ligação à Europa.  Com a mesma lógica desta carta, poderia trazer-se a bitola europeia de Badajoz/Caia até Évora, pelo menos, e já ficava pronta uma parte da futura linha e as operações de mudança entre bitolas seriam facturadas em Portugal e não em Espanha. Mas não será assim. A impreparação técnica de quem redigiu a carta vai ao ponto de, embora invocando as nossas dificuldades económicas, prometer equipar com o ERTMS a nova linha ibérica ou seja, equipá-la com um sofisticado sistema de controlo e segurança estudado para linhas interoperáveis, que não é o caso da bitola ibérica.”


Quem redigiu esta carta? Uma parelha de burros ou ao contrário, uma de exspertos vindos de um banco estrangeiro? Vai custar os mesmos 800 milhões do IVA que…Tratam-nos como a parvos e como só refilamos e nada fazemos, temos o que merecemos.

Diz o refrão dos AVANTES INOVANTES: “É pra mudar? Sim, sim, é pra mudar!!!”

 

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Há uma coisa que gosto e outra que desgosto no nosso Senhor dos Passos:

  • Gosto das suas decisões políticas ao mais alto nível, pois demonstram uma ignorância própria de quem não percebe nada de geopolítica.
  • Desgosto que ele me dê ainda mais razões para o continuar a criticar.
Como diria Oscar Wilde, "A cada bela impressão que causamos, conquistamos um inimigo. Para ser popular é indispensável ser medíocre." 

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Da Privatização da TAP ao TGV

Faust Von Goethe 27 Mar 12

A propósito da entrevista de Fernando Pinto ao Jornal de Negócios, lembrei-me agora com a privatização da TAP, é bem provável que no caso desta ser adquirida pela British Airways ou Iberia, que os vôos da TAP deixem de aterrar na Portela e passem a aterrar em Barajas (Madrid).

 

A concretizar-se a minha profecia, não me admira nada que apareçam dentro de uns tempos, umas cabeçinhas iluminadas-tipo Álvaro Santos Pereira-a dizer que afinal o TGV é para ir mesmo para a frente! 

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