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O Ouriço

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Secretário de Estado Swapado

Artur de Oliveira 9 Ago 13

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Ouro no fundo do mar

Jack Soifer 9 Ago 13

 















Nas águas territoriais de Portugal há centenas de milhares de milhões de euros em metais raros, como o volfrâmio, o níquel, a prata e até o ouro. Muitos o sabem, mas ninguém fala nisso. As explorações náuticas para apresentar às Nações Unidas a justificação para o aumento da nossa  plataforma marítima deixam adivinhar os locais mais indicados para a prospecção.

 

O óptimo estudo “Hypercluster do Mar” mostra a saída para esta crise, que ainda nem começou entre nós; isto porque a crise não é financeira nem apenas económica, mas sim estrutural. Sectores como o imobiliário, as obras públicas e os serviços cresceram em detrimento das exportações, onda há sectores, como as confecções e o agrotech, onde somos competitivos.

 

A aquacultura, riqueza desprezada em Portugal, alimenta meio milhão de famílias em França. De algumas algas extraem-se cada vez mais substâncias para as indústrias farmacêutica, cosmética e química-alimentar. Ostras para pérolas dão grande lucro.

O tidal-kate utiliza as correntes marinhas para produzir energia. Os modernos micro-submarinos com comando a distância, detectam, quantificam e podem separar partículas de metais raros expelidas pelos vulcões ao longo de milhares de milhões de anos. Também os rios, ao passarem pelas minas a céu aberto, trouxeram metais.

 

Falta apenas pôr em prática as recomendações do estudo “Hypercluster do Mar”. Tudo em PME inovadoras, com pouco capital e muita competência. Pode-se começar com um cluster por semestre, como a aquacultura e as ostras. Trata-se de produzir para exportar e equilibrar, desse modo, a balança de pagamentos. A actividade dá muito lucro e, assim, muita receita fiscal. É bom para todos! Quem está a travar isto?

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Guia em ecoturismo

Jack Soifer 2 Ago 13









 


Portugal está entre os países europeus com maior diversidade em aves. Umas são observadas por todo o país, outras só em algumas regiões. Algumas só passam por cá a caminho de África, no Outono, e de volta, na Primavera. Há milhões de norte-europeus interessados. São fotógrafos, artistas, profissionais e professores de botânica, biologia e zoologia, caçadores, ambientalistas, montanhistas, etc.


As aves ajudam a polinizar flores e, por isso, são também o foco de botânicos e biólogos. Caçadores interpretam o canto de pássaros para procurarem a caça. Montanhistas experientes vêem no padrão do voo ou canto possíveis mudanças no tempo.
Eles estão em associações e têm um site na Internet. É a via de se chegar àqueles que os influenciam, para divulgar os atractivos do seu destino, do seu concelho.
Há, na Sociedade Portuguesa de Estudo das Aves (SPEA), quem lhe indique sócios influentes na sua região. Convide-os para conhecer o seu sítio. Se eles gostarem, elabore planos para atrair colegas de outros países. Se eles não conhecem associações no exterior, poderão indicar websites.


A maioria das aves desperta a nossa atenção ao amanhecer e ao final da tarde. É quando procuram alimento, cantam e voam. Você precisará de muitas semanas para procurar onde os pássaros estão e em que horários. São vistos perto de água, em regiões húmidas ou muito floridas, onde há alimento. Durante a nidificação, são mais atraentes, mas mais sensíveis.
É na Primavera que as aves cantam mais e mostram a mais linda plumagem. O macho mostra a dança mais ousada, o trinar mais harmónico, para atrair a fêmea. É isso que o birdwatcher quer ver, ouvir, fotografar, filmar, e se encantar. Não é ver aves paradas no galho.

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A energia ideal para Portugal

Jack Soifer 1 Ago 13
















Dizem que Portugal está a inovar ao implantar a energia eólica. Ora, esta é uma tecnologia milenar, que já os gregos e romanos a usavam para bombear água. Muitas peças são feitas em empresas cartelizadas, o que é bom para poucos e caro para muitos.

 

E se o meio-ambiente começar a exigir o que deveria, novos parques eólicos só poderão crescer no mar: e isso é ainda mais caro.

Na UE, só a Irlanda e Portugal têm bom potencial para a energia do mar. A mais recente tecnologia, o “tidal kate”, foi testada em Wageningen, na Holanda. É como uma pequena aeronave, colocada uns 15 metros abaixo da superfície das águas, em compósito, presa ao fundo do mar, que segue o sentido das correntes fortes e cuja hélice se equipara à da eólica e gera energia. Esta é levada pelo cabo que ancora a aeronave ao fundo, e vai então para o transformador em terra.

 

Um parque para 60 kates gera 30 Mw e amortiza-se em cinco anos. Precisa de 1,5m/s de velocidade, pesa 14 Ton/Mw e custa €0,07 a 0,1 por Kwh. Em vez dos €0,1 a 0,12 da eólica no mar, que exige 8 m/s, enfeia a paisagem e é afectado por tsunamis e tufões.

Também a eficiente energia das ondas, testada com êxito, com fundos da UE, em Viana do Castelo, foi desprezada. Em ambas, exceptuando o software do controlo e poucas peças, tudo pode ser feito em PME portuguesas, com trabalhadores portugueses, instalado por portugueses com equipamentos já cá existentes.

 

Talvez seja por isso que as reais inovações são desprezadas? Porque só beneficiam os portugueses?

A portuguesa Aquapor, instala no Magrebe ETAR, que reutiliza a água para rega, a lama como fertilizantes e o biogás para gerar energia. Isto já se faz há décadas nos frios e pouco densos países nórdicos. E por cá, quantas ETAR geram energia? Por que é tão difícil registar a micro-geração? Quem quer impedir as boas renováveis?

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A ver se nos entendemos DIXIT.

Faust Von Goethe 1 Ago 13

Efeito negativo da crise governamental foi parcialmente anulado (notícia Expresso).


Esta chamada de atenção vem a propósito do meu último post entitulado "A ver se nos entendemos." e do meu comentário no mesmo post em resposta ao leitor J:.

Aproveito este post também para agradecer à equipa do SAPO por ter colocado o post anterior em destaque na área de Opinião do SAPO (a 23.07.2013).

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