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O Ouriço

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Brasil diz não á Copa 2014

Artur de Oliveira 25 Jun 13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Este vídeo de Carla Dauden está a ser viral no Brasil em particular e no mundo todo em geral. Os brasileiros pôem o seu bem estar em primeiro lugar e estão fartos de pão e circo. Uma lição para os portugueses.

 

 

 

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O Vírus da República I

Artur de Oliveira 24 Jun 13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No filme “The Matrix”, a humanidade vivia na realidade virtual, com a ilusão de uma vida confortável, quando na verdade vivia aprisionada pelos senhores da rede informática que lhes aprisionaram as consciências nesse mundo de fantasia.

 

Em certa medida, é o que se passa com o povo português que, na sua maioria, está conformado com este regime republicano mal grado a corrupção e a crise económica provocada pelos seus arautos, porque não consegue vêr uma alternativa a este estado de coisas. Os discípulos dos arquitectos deste sistema não permitem que o povo veja soluções alternativas a este regime e as suas sentinelas estão sempre vigilantes quanto á alternativa democrática que a monarquia constitucional representa e fazem tudo para a desacreditar e até ridicularizar …

 

Este sistema foi idealizado para que em as todas as instituições estatais, empresas públicas, o Estado dê inúmeros empregos aos servos dos partidos que estão no poder( sejam os que fazem a rotatividade no poder e até se necessário for, aqueles que ainda não lá chegaram).

 

Premeia-se na administração pública a cor política e o mérito é irrelevante… As empresas privadas, na sua generalidade, são obrigadas a prestar vassalagem ao estado representado pelo partido no poder executivo sob pena de se perderem contratos e súbsidios vitais á sua sobrevivência. È um sistema que se alastra, qual vírus informático, á própria justiça atrasando, adiantando e abafando certos processos ao sabor das conveniências dos poderosos do regime, sempre salvaguardando-os.

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Dantes, os loucos com a mania que eram a reencarnação de Napoleão estavam no hospício. Hoje em dia, os loucos estão espalhados em demasiados cargos de responsabilidade por este mundo fora. Por isso mesmo, na Turquia e no Brasil as pessoas estão a ficar cansadas de tanta incompetência, nepotismo e corrupção. O séculol XXI poderá ser o século da cidadania que está a emergir e será o inevitavelmente o futuro partner na governação a par do poder legislativo, executivo, judicial, real, presidencial ou semi-presidencial, dependendo dos regimes e países. Como parente e amigo de brasileiros, desejo que a luta dos cidadãos nas ruas persista até conseguirem mudar a sociedade para níveis mais exigente de qualidade de vida, pois nem só de bola vive o homem... 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Cidadania em ação

Artur de Oliveira 19 Jun 13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No próximo sábado, 22 de Junho a PASC, Plataforma Activa da Sociedade Civil, organiza, em Cascais, um Fórum de Cidadania.

Por parte do IDP, Instituto da Democracia Portuguesa, estarão presentes Mendo Henriques e João Palmeiro, da Direção, e Paulo Morais, do Conselho de Prospetiva.

 

Programa
Cascais, 22 de Junho, Hotel Baía
10.30 - ABERTURA - Isabel Magalhães, Maria Perpétua Rocha, António Teixeira Lopes -
11.00 - ECONOMIA
Moderador: Luis Antunes - Lisbon MBA

Oradores:Renato Epifânio - MIL ( Países Lusófonos / Diáspora )

F Ribeiro e Castro - F E M ( Economia do Mar )
G Morais Sarmento - Médico ( Saúde )
Linda Pereira - Promoção de Portugal / Turismo
12.00 - DEBATE
13.00 - Almoço Livre
14.30 - SOLIDARIEDADE / VOLUNTARIADO
Moderador: João Palmeiro 

Oradores: Raquel Varela - ( Segurança Social )
Paula Policarpo - ( Abraço / Zero Desperdício )
15.30 - DEBATE
16.00 - ÉTICA E TRANSPARÊNCIA NO PODER LOCAL
Moderador: Mendo Henriques 
Oradores: Carlos Sousa
Carlos Botelheiro Moreno
Paulo Teixeira de Morais
17.00 - DEBATE
18.00 - ENCERRAMENTO - Jorge Marques, Isabel Magalhães

 

Fonte aqui

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Feliz Dia de Portugal

Artur de Oliveira 10 Jun 13

Hoje, dia 10 de Junho, deveremos ter orgulho de sermos portugueses e procurar a nossa dignidade ainda que sejamos um protectorado da Troika por culpa das oligarquias da III República. Nunca podemos perder a esperança e deveremos erguer a cabeça num combate pela cidadania, hoje e sempre por todos nós, a sociedade civil, e Portugal...



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Em relação a manif de 2 de Março

Artur de Oliveira 4 Mar 13

Como o anuncio da Danone: faltou um bocadinho assim... Mas e bom estarmos a deixar de ser gado...

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Tratado sobre a Fome no Futuro

Jack Soifer 30 Jan 13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Acabo de ler o livro LA HAMBRE QUE VIENE - La crisis alimentaria,do investigador e articulista americano Paul Roberts.

Após um trabalho feito por uma grande equipa em três anos, ele aponta para centenas de investigacões de organismos e instituições como a FDA (Food and Drug Administration) norte-americana e a Secretaria de Agricultura dos EUA, FAO( Food and Agriculture Organization) da ONU, etc, a mostrar os megaproblemas que teremos com a alimentacão em 2030.

 

Parece distante, mas quem hoje tem 23 anos, tera entao 40, os de 33 anos terão 50 anos.


As 660 pag. resumem muito bem meio milhar de artigos e livros de equipas de investigadores a mostrar que os problemas ambientais, a
ambição de umas pouco mega-dealers de cereais, carnes, etc do setor alimentar, todo ele dominado por carteis, está a nos levar-mos
para a fome generalizada e um brutal desperdicio de recursos não renováveis, como os combustíveis fósseis.


As próximas guerras (se é que a do Iraque e a da Siria ja não o são) serão mais por causa da água,  do que devido ao petróleo.

Quando o barril do crude chegar a 200 dolares, ja no proximo ano, os custos da alimentacao aumentarão, mas com os preços congelados, fixados por governos fracos, sob o comando da Cargill, Dreyfus, etc ou por elas, tornarao a produção escassa ao mesmo tempo que a procura
aumentará, especialmente nos BRICS, Brasil, Russia, India, China e Africa do Sul.


Roberts tambem questiona a atual chamada 'democracia'  tal como muitos membros do IDP (Instituto da Democracia Portuguesa)   fizeram no seu livro PLANO C, para além dos seminários e eventos que têm organizado estes últimos anos.

 

Recomendo a leitura deste verdadeiro TRATADO SOBRE A FOME DO FUTURO, com uma inusitada mistura de resultados tecnológicos fracassados com a aplicação da manipulacão genética, de acordos sobre o controlo de pesticidas danosos, da poluicao etc, com a de medições econométricas dos efeitos de diversas politicas publicas possiveis, mas hoje desprezadas por governos cada vez mais manipulados e empenhados na
desinformação publicitada em 'sérios' jornais e operadoras de televisao, telecomunicações e até no facebook.

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O Reino da Sociedade Civil I

Artur de Oliveira 19 Jan 13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sinto-me revoltado perante toda a austeridade e desigualdade social que vejo à minha volta todos os dias. Mas a minha revolta não é igual àquela que é pregada pelas “extremas” (direita e esquerda, conforme, mas quase indo dar ao mesmo). Essas, são as mais oportunistas, e têm particular prazer em apontar o eminente colapso desta espécie de pseudo-democracia em que vivemos como se fosse prova cabal da veracidade das suas ideias totalitárias.
Este estado tão negro de coisas faz com que seja urgente fazer um esforço de união nacional e de procura de soluções para Portugal. É necessário abandonar de vez a política de brandos costumes que nos caracteriza há tantos e tantos anos. É pena ver um povo com um passado tão heroico quanto o nosso estar sujeito aos vilipêndios e humilhações que temos vindo a ver acontecer.
Considero que as manifestações que temos assistido, ao longo dos últimos 6 meses, são muito importantes e revelam que a cidadania pura, sem mediação partidária ou política, está a dar os primeiros passos em Portugal. Contudo, é ainda preciso, para que esta cidadania ganhe mais força, vencer obstáculos e o poderoso lobby partidário através de acções concretas, seja na rua, seja nas redes sociais, na blogosfera ou em outros campos de actuação, o que constitui, só por si, um desafio considerável.

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A Democracia Económica Real

Jack Soifer 4 Dez 12

 

 

Sou democrata, realista e royalista. Muitos dos países com a maior satisfação do seu povo com relação ao seu governo são monarquias. P.ex. os nórdicos, a Holanda, a Bélgica, o Canadá e o Japão. Todos são monarquias democráticas, pouco burocráticas, com elevado nível de descentralização e de liberdade económica. Não têm impostos baixos para os lucros com capital, mas o setor público não é despesista e a intransparência é limitada.


Estes países há séculos deixaram de ser ditaduras e há décadas têm boa educação, também cívica. Têm alta produtividade e competitividade. O trabalhador sueco ganha o dobro de um luso e o TSU lá é o dobro do de cá e mesmo assim as empresas lá estão a exportar o dobro do que exportam aqui; a pergunta é, “qual é a mágica”? Quando em plena crise alguns desses países, como a Suécia, cresceu em 2011 com quase 5% a pergunta é repetida.


Em 01/03/10 eu disse no Prós e Contras da RTP que não estávamos em crise, mas em depressão estrutural. Disse ainda que a história mostra que só um estadista tem a coragem, o discernimento e o carisma para implementar as medidas radicais necessárias para mudar a estrutura de poder dos cartéis e das corporações, condição indispensável para mudar uma estrutura arcaica. E não há real democracia sem democracia económica, equidade de oportunidades e uma justiça atempada.

 


Os EUA teve um Roosevelt que o fez e, ao contrário da receita da Troika, aumentou a despesa pública na depressão dos 1930. No Reino Unido um Churchill foi para as ruas ouvir e falar com o seu povo e mobilizá-lo contra um governo alemão que jurava ser o salvador da Europa. O Japão destruído pela mais mortífera arma jamais inventada, reergueu-se em poucos anos sob a égide de um monarca que ouvia o seu povo e articulava os poucos recursos que ainda sobraram. Foram homens corajosos, a enfrentar fortes interesses, para o bem comum. Foi a austeridade para todos.

 

Não cabe a mim avaliar políticos/política. Mas como consultor internacional aprendi a avaliar a coragem e a competência de líderes em momentos de crise. Nesta depressão e com a previsão de, se a política não mudar, chegarmos ao défice público de 7% e a uma perda de 4% no PIB ainda em 2013 e aos 26% de desemprego em 2014, não vejo nenhum atual político com as características para trazer a luz ao fim do túnel.
Um rei pode focar no bem de todos, não dos que ganham com a atual estrutura. Um rei em geral fala pouco e faz o que precisa, mesmo que os poderosos do seu reino não gostem. Um rei sabe discernir entre uma manifestação corporativa e uma popular. E sabe a hora de atuar. Não será hora de mudar?

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Porquê só castigar?

Jack Soifer 27 Nov 12

 

 

 

Sou um otimista por natureza, sem ser sonhador. Baseio-me em cálculos cujas fórmulas são sempre atualizadas. E em valores duplamente controlados e submetidos à apreciação de investido-res e empresários do setor, especialmente no exterior.

Aprendi cedo a diferença entre teorias vs prática. E a avaliar as consequências de decisões - se atingirão ou não os resultados esperados. E aprendi a ler alertas e avaliar probabilidades.

Em 20/out tive uma palestra/debate com os afetados pelo terrível incêndio em São Brás e Tavira. Ouvi detalhes de estarrecer, do inadequado funcionamento de quem os devia e deve apoiar, não só dos bombeiros. Haviam alertas deste risco, nada se fez.

Há dias ofereci 4h de trabalho voluntário após a destruição na fre-guesia de Pereiras, concelho de Odemira. Ali não houve tornado, só chuva torrencial, prevista há semanas pela NASA e pelo Meteo 3 dias antes. Não se alertou a população. Não se tomaram medi-das de precaução nos concelhos. Ninguém da CM Odemira foi de imediato foi ver os estragos. Sou engenheiro: uma barragem mal feita pela CM provocou a destruição de um olival e muito mais. Exatamente o mesmo ocorreu há seis anos.

Os proprietários deste olival fazem o azeite extra-virgem que ga-nhou três prémios internacionais! É uma empresa familiar que exporta o dobro do que vende cá. Ela é alemã, casada com um português. Ela é presidente de um clube de empresários algar-vios e muito ativa em outros grupos. Ele participa de 4 grupos informais de empresários.

 

 

Olival destruído no sentido inverso do declive comprova que a onda veio da barragem

 

 




Palha na oliveira, há 1,60 do solo,

comprova a rápida onda que inundou o olival

   

 

Após um contato com a realidade e falar com muita gente, deci-diu-se escrever aos amigos no Frankfurter Allgemeine, Zürcher Zeitung, Der Spiegel, Expressen  (sueco) e contar como mini-investi-dores alemães/suecos são tratados por alguns funcionários públi-cos e os seus chefes por cá. Penso que o governo não sabe do que está a acontecer no mundo real cá no Sul de Portugal.

 

Bem sei que não deveria empenhar-me, não fui chamado a isso. Mas desejo apoiar este povo maravilhoso. Sugeri a quem devia ver e ouvir diretamente os afetados, sem os funcionários das autarquias e dos ministérios. Quadros da Segurança Social, da Agricultura, da Justiça. Pois já há investidores estrangeiros que muito perderam nos fogos e nas cheias, mais de uma vez, a pensar processar autarquias e até o governo, lá fora.

 

O melhor para todos é o governo ouvir diretamente os que têm sugestões concretas de como melhorar. Para a sugestão não se tornar indignação. O filósofo/jornalista António Gramsci definiu como crise: quando o velho ainda não desapareceu e o novo ainda não nasceu”. Não será hora de agir?

 

 

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